A day after Russia’s deadliest attack against Ukraine this year which killed more than 30 people attending Palm Sunday services, Trump blames not Putin but Biden and Zelensky for “allowing this travesty to begin”
- “Qts que deu o total, de cada prato?
*** > o frango é 300, o dele é 700… < ***
- “Nss, muy barato hehehe”
Salário-mínimo em Cuba: 2100 pesos
700 pesos apenas um prato = 1/3 do salário-mínimo do cubano
…
A cubana foi a única que não almoçou com eles, só ficou olhando💀
A matéria de hoje da Folha de S. Paulo, de autoria de @ggreenwald, fulmina os argumentos de defesa apresentados por Moraes e Gilmar Mendes nos últimos dias. As ilegalidades ficam a cada dia mais evidentes. As ordens eram todas jagunciais, e não judiciais.
Dessa vez, a reportagem trata do caso do ex-deputado @HomeroMarchese, que teve as redes sociais bloqueadas graças a um erro de identificação de postagem, tudo sem direito à defesa, e à margem da PGR.
Segue trecho da matéria da Folha:
"Na sessão plenária do STF realizada no último dia 14, após as primeiras reportagens da Folha, o ministro afirmou que todos os alvos de relatórios produzidos pelo órgão de combate à desinformação do TSE já eram investigados no inquérito das fake news ou no das milícias digitais, ambos sob sua relatoria no STF.
O mesmo argumento foi usado por Gilmar Mendes, o decano do tribunal, em entrevista ao Canal Livre, da Band, no último domingo.
Moraes também disse que todos os agravos regimentais (recursos apresentados pelo alvo, Ministério Público ou outra parte do processo) foram levados por ele para análise no plenário do STF, com acompanhamento pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de todas as movimentações do processo.
'Todos os documentos oficiais juntados à investigação correndo pela Polícia Federal, todos já eram investigados previamente nos inquéritos já citados, com a Procuradoria acompanhando e todos, repito, todos os agravos regimentais, todos os recursos contra as minhas decisões, inclusive de juntada desses relatórios. Todos que foram impugnados foram mantidos pelo plenário do Supremo Tribunal', disse Moraes no plenário do STF na semana passada.
As três afirmações, porém, se chocam com os dados do processo ao qual a Folha teve acesso.
O então deputado Homero Marchese não era investigado anteriormente nos inquéritos sob relatoria de Moraes. O ministro também não analisou nem levou ao plenário do STF os agravos regimentais apresentados pelo Twitter, pela PGR e pelo próprio alvo das medidas.
O processo mostra que o ministro bloqueou as contas do então deputado com base na identificação equivocada de Tagliaferro. O argumento da decisão é que o então deputado havia divulgado o endereço do hotel em que os ministros ficariam hospedados — dado que não constava no relatório do TSE e que se encontrava nas postagens cujos autores Tagliaferro não conseguira identificar.
'Conforme se verifica, Homero Marchese utiliza as redes sociais para divulgar informações pessoais dos ministros do Supremo Tribunal Federal [localização de hospedagem], o que põe em risco a sua segurança e representa indevido risco para o fundamento do Poder Judiciário', escreveu o ministro ao determinar os bloqueios.
No seu entendimento, a divulgação poderia configurar os crimes de 'incitar, publicamente, a prática de crime' e o de 'tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito'.
As medidas de bloqueio foram implementadas no mesmo dia 13 de novembro pelas plataformas —que tiveram duas horas para executar a ordem, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
O deputado teve seu Instagram bloqueado por quase seis meses. Permaneceu por quase 1 mês e meio sem Twitter e Facebook.
As certidões do processo mostram que a PGR só teve acesso ao caso no dia 16 de novembro, três dias após a decisão de bloqueio de Moraes. Marchese só teve acesso em 1º de dezembro.
No dia 21 de novembro, a PGR protocolou um agravo regimental (recurso) em que pedia a anulação da decisão e o trancamento da investigação (...)
Os recursos da PGR e do ex-deputado não foram analisados por Moraes."
Não é pouca a indenização devida a @HomeroMarchese pelo Estado brasileiro, por conta da perseguição política promovida por Moraes e seus subalternos. Segue o link para a matéria completa:
https://t.co/UiJAEALKqh
O Brasil precisa decidir se continua vivendo sob o regime ilegal comandado há cinco anos pelo ministro Alexandre de Moraes, ou se vai voltar à democracia estabelecida com a Constituição de 1988 https://t.co/Dtcw5JK52j
Luciano Hang está há 2 anos sem redes sociais por conta de mensagens privadas em um grupo de WhatsApp com mais oito empresários. Na mensagem, um dos integrantes diz: “prefiro golpe do que a volta do PT”.
Isso foi o suficiente para que Alexandre de Moraes mandasse bloquear as redes sociais de todos os membros do grupo, bloquear contas bancárias, quebrar sigilo bancário e demandar busca e apreensão, além de tomada de depoimentos. O motivo? Eles estariam planejando um golpe. (???)
Hoje, descobrimos que o juiz auxiliar de Moraes no TSE, Marco Antonio Vargas, disse que “dá vontade de contratar uns jagunços pegar esse cara na marra e colocar num avião brasileiro”, referindo-se ao Allan dos Santos, que está nos EUA como um homem livre, já que o “crime” que ele cometeu não existe lá (ele é acusado de produzir fake news contra o STF e participar de uma milícia digital contra a democracia).
O que vai acontecer? Nada. Rodrigo Pacheco está sentado em cima de diversos processos de impeachment e nunca fez nada. Os outros ministros do STF são 100% coniventes com a barbaridade jurídica que se instalou no Brasil desde o inquérito das fake news que já tem cinco anos.
Em 2022 houve clara e extensiva perseguição aos bolsonaristas e a proibição de propagandas eleitorais que simplesmente falavam a verdade sobre Lula. Na diplomação de Lula, o ministro do TSE Benedito Gonçalves, aquele que Lula cumprimentou com um tapinha no rosto (parecendo filme de mafioso), disse a Alexandre de Moraes: “missão dada é missão cumprida”.
No ano seguinte, fomos obrigados a ouvir de Gilmar Mendes que “Lula não estaria no planalto se não tivéssemos enfrentado a Lava-Jato”. E “vencemos o bolsonarismo” de Luis Roberto Barroso. Tudo normal, né? 🤡
Com as recentes exposições sobre o que acontecia no gabinete de Moraes, continuam dizendo que está tudo dentro da lei e da normalidade , mas não está FAZ TEMPO. O que se revelou essa semana é só mais uma comprovação do que já estamos carecas de saber: o Brasil não é uma democracia e os mesmos que deveriam ser guardiões da Constituição, a desrespeitam ampla e sistematicamente.
Se você acordou agora de um sono profundo que lhe impedia de enxergar a real situação do Brasil, seja bem-vindo à versão tupiniquim de uma distopia Orwelliana. Agora, me conta: o que vamos fazer? 🤷🏻♀️
1-"Ah, mas ele era o juiz relator do inquérito. Ele pode produzir provas de ofício na investigação".
2-"Ah, mas foram só as equipes do STF e do TSE conversando, ele era ministro dos dois tribunais"
Quem diz isso simplesmente não leu a reportagem.
Vou explicar os problemas:
🧵
Alexandre de Moraes decidiu punir Constantino. Então mandou seus homens encontrarem "crimes" do jornalista publicados em suas redes sociais. Beria, o cachorro de Stalin, disse "mostre-me o homem, e eu encontrarei seu crime”. Parece que temos o Stálin e o Beria do bananal.
Essa reportagem do @FabioSerapiao, ex-repórter da antiga Crusoé, lava a minha alma como publisher que teve a sua revista censurada, em 2019, e foi o primeiro jornalista a ser incluído no inquérito das fake news por publicar matéria verdadeira.
Mensagens obtidas pela @folha mostram que Alexandre de Moraes ordenou por mensagens - e de forma não oficial - a produção de relatórios pelo TSE para embasar investigações contra bolsonaristas.
O Ministro e seus auxiliares foram procurados e não responderam aos questionamentos.
Matéria assinada por Fabio Serapião e @ggreenwald.
https://t.co/y2Nx6TZS3R
Pois é. 5 anos. Gente presa, censurada, vítima de busca e apreensão, com contas bancárias retidas, passaporte retido, redes sociais bloqueadas… Cinco anos de putaria político-ideológica ditatorial disfarçada de estado de direito e defesa da democracia.
Neste 13 de agosto, enfim começou o desfile de provas de abusos, ilegalidades, perseguições e outras iniquidades praticadas por Alexandre de Moraes. Como avisou J. R. Guzzo numa recente reportagem de capa da Oeste, o rei está nu. O medo acabou. A verdade venceu
Produção de relatórios | O gabinete de Moraes no STF ordenou por mensagens e de forma não oficial a produção de relatórios pela Justiça Eleitoral para embasar decisões do próprio ministro no Supremo Tribunal Federal durante e após as eleições de 2022: https://t.co/bK3cHfJcBA
As mensagens vazadas de Alexandre de Moraes comprovam as suspeitas, que existiam desde 2019, de que o ministro Alexandre de Moraes atua como investigador, procurador e juiz, usando a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE como “laranja” para encomendar relatórios sobre o que gostaria de decidir, em que a iniciativa do ministro era ocultada ou disfarçada, o que pode caracterizar falsidade ideológica.
Se alegavam erroneamente que na Lava Jato havia um suposto conluio entre juiz e procurador, nesse caso é mil vezes pior, não só porque existia e está comprovado, mas porque juiz e procurador eram uma só e única pessoa.
Moraes usurpou a função pública do Procurador-Geral da República. Isso torna o ministro evidentemente impedido para todos esses casos e prova que ele decidiu mesmo sabendo que era impedido, o que caracteriza causa para impeachment do ministro prevista no art. 39, itens 2, 4 e 5 da lei de impeachment.
🚨 #AGORA: Ministro Alexandre de Moraes analisa o pedido de impeachment do Ministro Alexandre de Moraes: "analisei o pedido de impeachment do Ministro Alexandre de Moraes e conclui que o Ministro Alexandre de Moraes é inocente", julgou o Ministro Alexandre de Moraes. #EquipeJT
Sempre foi óbvio: juiz não é investigador nem acusador ou defensor. Juiz é juiz. Julga com base na lei, na sabedoria e na clemência. Agora há provas para o óbvio.
Prender alguém por 6 meses SEM DENÚNCIA, quando o prazo legal máximo é 35 dias, com base em alegação FALSA e objetivo declarado de encontrar provas, sendo que não se prende pra provar, se prova pra prender, foi razoável, adequado e proporcional sim.
É verdade esse bilete