O PT insiste em um modelo econômico marcado por gastos públicos excessivos, protecionismo e privilégios para empresas próximas ao governo. As consequências dessas políticas já são conhecidas, mas o partido continua apostando nas mesmas receitas que contribuíram para a crise econômica brasileira. | @artceolin
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Uma parte da direita brasileira se apegou à ideia de que o país precisa de um "bom gestor".
Essa proposta não apenas desconsidera os reais problemas que o Brasil enfrenta, mas, ainda mais grave, ignora a verdadeira natureza do estado.
Assista ao Expresso Viena, com @adrparanaiba, @artceolin e Rafael Dal Molin.
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Lula, as Bets, o endividamento brasileiro e o desespero eleitoral
por @SAlberich3
Defender a proibição ou a forte regulamentação de setores inteiros é a marca maior do engenheiro social. E é típico de tiranos recorrer a bodes-expiatórios para os problemas por eles próprios criados.
Não há dúvidas de que a causa do crescente endividamento do brasileiro seja um custo de vida galopante gerado por um Estado que vive na esbórnia fiscal e um Banco Central que existe para financiá-lo. Simples assim.
O brasileiro se endivida para pagar a escola dos filhos, a conta do supermercado, o seguro saúde... e até mesmo a sua picanha. Todos eles MUITO mais caros hoje do que ontem.
Neste exato momento, o mesmo ministro da Fazenda que falou que o governo PTista sofre “preconceito fiscal”, segue o líder molusco em pleno desespero eleitoreiro ao culpar o setor de apostaspela dívida brasileira – e propõe a sua criminalização.
Uma vez mais, fica claro que os que chegam ao topo em Brasília são realmente os piores da nossa sociedade. São aqueles viciados na mentira, em jogar nos ombros de outros a culpa pelas consequências de seus atos.
Pior ainda, a incessante escalada de preços promovida pelo Estado brasileiro não só leva os indivíduos a sofrerem para horar suas contas no dia de hoje, como também provoca mudanças na sua mentalidade com relação ao amanhã – o que invariavelmente traz consigo uma forte degradação moral e cultural.
No Brasil de Lula, onde o poder de compra do indivíduo é cada vez menor, o efêmero impera e o país se afunda na criminalidade, na destruição da família, nos comportamentos de baixo calão e no endividamento.
Neste cenário de desespero imediatista, alguns chegam a ver no jogo algo além da adrenalina da aposta. Ali encontram uma maior possibilidade de prosperidade do que na economia PTista que os rouba todos os dias via o processo inflacionário (além de seus impostos e taxas sem fim).
Afinal, por que poupar se o suado dinheiro será destruído pela inflação? Por que continuar trabalhando duro se o salário é o último na fila dos recebedores da impressora do Bacen?
Mais do que isso, o que dizer da "pujança" econômica, moral e social de um povo que vê na aposta um caminho possível para a prosperidade? O que dizer dos políticos responsáveis por esta ilusão?
Por fim, negar que as políticas econômicas Lulistas trouxeram o incentivo ao imediatismo para dentro da casa do brasileiro é muita ignorância. Ser o destruidor da moeda e culpar o mercado de apostas pelo endividamento do brasileiro é muita cara-de-pau – é como ser o piromaníaco que culpa o oxigênio e o fósforo pelas queimaduras de suas vítimas.
A eleição de 2026 deixou de ser só um plebiscito sobre o governo Lula.
Virou também — e talvez principalmente — um plebiscito sobre o Togolulismo: a fusão entre o governo petista, o Supremo Tribunal Federal e o Centrão.
Confira a nova coluna semanal de @heliobeltrao no nosso YouTube, sobre o verdadeiro Teatro Político que tomou conta deste nosso país.
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Setembro é o mês de Ludwig von Mises! 🎓 No novo episódio do Expresso Viena, @adrparanaiba e @artceolin homenageiam um dos maiores nomes da Escola Austríaca, desmistificando críticas e explorando o impacto real da praxeologia.
Ouça agora e aprofunde-se no legado liberal! 🚂💨 #Mises #EscolaAustriaca #Liberalismo #ExpressoViena https://t.co/Vw8FEDUza7
Com todo o barulho sobre Moraes, a lição que deve ficar não é o nível de delinquência de um desprezível senhor em específico,
mas que creer que o STF seja formado por grandes mentes jurídicas isentas ao sujo jogo político seja como acreditar num conto de fadas infantil.
Assista nosso novo podcast Expresso Viena com @adrparanaiba e @artceolin. Nesse episódio foi falado sobre o mês de agosto e o famoso dia do economista, veja qual a opinião do IMB!
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“Incerteza e Imprevisibilidade no Campo e nos Mercados Competitivos”, por @artceolin, mostra como futebol e mercados dependem de julgamento, adaptação e ação humana diante de um futuro que nenhum plano consegue controlar. Leia o artigo.
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Podem dizer que a EA não domina a produção acadêmica, mas não que está completamente deslocada. Principalmente na área de empreendedorismo, com Israel Kirzner, Nicolai J. Foss, Peter Klein, Per Bylund, Mark Packard, há importantes contribuições para o debate e importantes publicações acadêmicas, isso é, papers publicados em journals com alto fator de impacto.
@AbuBrotherAbu@Rconstantino Você já deu uma olhada nos papers publicados em journals FT50 ou em journals considerados Q1 nos últimos anos? No Google Scholar, rapidinho, dá pra ver isso. Vale a pena conferir os dados antes de falar besteira se passando por versado em literatura contemporânea.
É curioso ver socialistas criticando tanto a fortuna do Musk, ao mesmo tempo em que defendem com unhas e dentes um governo que concedeu empréstimos bilionários à JBS e outras empresas amigas, com o dinheiro do pagador de impostos. Isso só evidencia que, para eles, o problema não é a riqueza em si, mas sim saber se o dinheiro está à disposição do seu projeto de poder ideológico. Quanta hipocrisia.
Vai começar a Copa do Mundo de 2026!
Com a chegada da Copa, o Instituto Mises Brasil lança um e-book gratuito reunindo artigos inéditos sobre as relações entre futebol, economia, política, empreendedorismo e história. Os artigos foram escritos por fellows, professores e alunos do Instituto especialmente para esta ocasião.
A Copa é o ápice do jogo mais popular do planeta e oferece um excelente momento para refletirmos sobre tudo o que o futebol pode nos ensinar.
A guerra cultural não acontece apenas no campo das ideias. Ela também envolve quem financia, promove e recompensa determinadas manifestações artísticas. A questão é se a arte deve depender da política ou da livre escolha do público.
Escute o artigo de @artceolin :
Artigo derivado da minha tese doutoral foi publicado no blog #Oikonomos, da Universidad Politécnica de Madrid. Agradeço ao Prof. Gustavo Morales-Alonso pelo convite.
No artigo explico como a função empresarial, força motriz dos processos de mercado, se materializa dentro da firma: a estratégia empresarial emerge como mecanismo de coordenação do poder de julgamento.
Compartilho o link para os interessados:
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