this shit has been so fun. we've had days with 10+ people in a single lobby and have seen so many sick trickshots! here's one that I hit a couple of days ago.
we have some big updates planned, so be sure to check us out!
https://t.co/IrAF55rMJa
inacreditavel a gente ter que ler uma coisa dessas.
n sou fã desse tipo de edit, mas afirmar que "ficou mais foda que qualquer edit profissional" é puro desrespeito com pessoas que se matam pra fazer esses projetos acontecerem.
essa trend de edit com IA ta vergonhosa rapaziada!
Pra surpresa de absolutamente ninguém que faz parte da nossa comunidade: Aday Mara é bom mesmo.
Em tempos que todo mundo tá pronto pra criticar opinião alheia, vou sim, voltar pra defender as minhas.
São anos entendendo o prospecto pra ter uma opinião!
Se você é do basquete, leia isso.
No governo de Jair Bolsonaro, o investimento federal médio por ano no esporte foi de R$ 767,1 milhões. No de Lula, esse número explodiu para R$ 1,75 bilhão. Aumento de 128%, mais que o dobro.
Em infraestrutura, era R$ 254,9 milhões e foi para R$ 530,9 milhões, aumento real de 108%. De novo, mais que o dobro.
A lei de incentivo captou R$ 489,8 milhões com JB e R$ 1,15 bilhão com Lula. Mais um aumento acima do dobro. Agora, de 135%.
Eram 5.252 bolsas-atleta por ano; foram pra 9.699 bolsas. Aumento de 84%.
A CAIXA deixou de patrocinar o NBB e a LBF no governo Bolsonaro, seguindo o plano de tesourar os gastos públicos. No governo Lula, ela voltou e chegou junto pra quase R$ 50 milhões, somando ambas as ligas.
Flávio é Jair. É copia e cola. Mas, se você tem dúvidas, sabe o que ele fala sobre o esporte?
“Para chegar a mais gente, vamos romper com a dependência do dinheiro público centralizado, ampliando as parcerias com a iniciativa privada, os estados e os municípios.”
Sabe qual foi o maior investimento privado no esporte olímpico brasileiro, sem SAFs e patrocínios no futebol, durante o governo Bolsonaro? O Bradesco investiu R$ 9 milhões na Confederação Brasileira de Judô.
“No alto rendimento, vamos aperfeiçoar as bolsas esportivas e, sobretudo, trazer a iniciativa privada para o patrocínio.”
Nos Jogos de Tóquio, só 101 dos 309 atletas olímpicos tinham algum patrocinador privado. No mais alto nível, 68% não contava com incentivo privado. Aliás, 41 precisaram de vaquinhas para representar o Brasil.
“Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino, protegendo a mulher e a lisura da competição de agendas ideológicas.”
Dentre outras coisas, uma página. Mais se fala de parcerias privadas e de proteger mulheres. Resumindo, seu imposto não vai pro esporte, que vai depender do interesse privado para gerir o futuro.
Ser do esporte e votar em Flávio é não ser do esporte!