PALANTIR CTO:
“FOR $10 BILLION, ELON MUSK PUT 300 ROCKETS IN ORBIT.”
“FOR $11 BILLION, THE STATE OF CALIFORNIA HAS BUILT 1,600 FEET OF ELEVATED RAIL...
WITH NO RAIL.”
Volto a colocar isto do DN para que fique na memória.
Foram 2 aviões charters diários carregados de imigrantes a entrar no país durante 5 anos. Afinal, o diabo anunciado por PPC não era algo que estivesse para vir, já cá estava e, azar dos azares, chefiava o governo.
Aqui está o pensamento que nos torna pobres!!! É cultural!
Qualificar pessoas num país onde o sistema de ensino é estruturalmente anti-capital não resolve nada... multiplica o problema. Portugal forma década após década uma classe formada com pouca ou nenhuma literacia financeira, avessa ao risco, desconfiante do lucro e convicta de que o Estado é a solução para tudo. Isso não é um acidente, é o produto de universidades, media e cultura política que tratam o capital como suspeito e a redistribuição como virtude.
Portanto quando se diz que para qualificar é preciso mais impostos, a pergunta é: qualificar para quê? Para produzir mais técnicos do Estado? Mais consultores de fundos europeus? Mais pessoas convencidas de que a riqueza se distribui antes de ser criada?
Os países que ultrapassaram Portugal - Irlanda, Polónia, Roménia - não o fizeram com mais impostos e mais Estado. Fizeram-no com menos burocracia, mais abertura ao capital e incentivos reais ao investimento privado.
O problema de Portugal é cultural e político muito antes de ser educacional. E mais formação do mesmo tipo não cura uma cultura que desconfia de quem cria riqueza.
A Roménia já ultrapassou Portugal em produtividade por hora trabalhada.
Repito: a Roménia.
Talvez esteja na altura de percebermos que riqueza não se cria com mais redistribuição, mais impostos ou mais intervenção do Estado. Cria-se com investimento, capital, inovação, concorrência e incentivos ao mérito.
Os países de Leste perceberam isto. Portugal continua preso às mesmas ideias que o mantêm estagnado há décadas.
O Salário Mínimo Nacional deixou de ser um piso, em Portugal, passou a ser a bitola….
O salário mínimo como bitola é a compressão silenciosa da economia portuguesa…
Dados recentes do Banco de Portugal mostram um índice de Kaitz próximo dos 90%: o salário mediano está encostado ao mínimo. Isto significa que o mínimo já não protege apenas a base da distribuição salarial, define-a.
Cada aumento deixa de afetar apenas os mais vulneráveis e passa a arrastar o centro, por via administrativa e não por criação de valor.
O efeito mais imediato é a compressão. A diferença entre quem entra no mercado e quem investiu em qualificação ou experiência torna-se residual. O prémio pelo esforço desaparece, trabalhar mais, saber mais ou produzir mais passa a valer quase o mesmo.
A fiscalidade agrava o problema, pequenos aumentos salariais são rapidamente absorvidos por impostos e contribuições, tornando a progressão ainda menos visível no rendimento líquido, a compressão não é apenas salarial, é também fiscal.
Do lado das empresas, o impacto é desigual. As grandes estruturas absorvem, as PME ajustam: menos horas, menos contratação, mais precariedade, o emprego não desaparece necessariamente das estatísticas, mas degrada-se.
O próprio Estado reforça este mecanismo,como grande empregador e financiador da economia, difunde o salário mínimo como referência implícita, estendendo a compressão a vários setores.
O resultado aparece como uma melhoria estatística da desigualdade, mas é uma igualdade achatada, quando os salários se colam, as carreiras deixam de progredir, e quando não há progressão, o talento sai. A emigração qualificada é, em parte, um reflexo desta ausência de diferenciação.
Nada disto implica que o salário mínimo não deva crescer, implica, sim, que não pode substituir a produtividade como motor da evolução salarial, quando isso acontece, deixa de ser proteção e passa a ser distorção.
Portugal não tem apenas salários baixos, tem salários comprimidos e enquanto o mínimo for a bitola de todo o sistema, continuará a ter mais igualdade nos números e menos mobilidade na vida.
https://t.co/qRX2RbGouS
What just happened?
The S&P 500 just erased nearly -$2 TRILLION of market cap just hours after 3rd strongest US jobs report in 18 months.
Meanwhile, Bitcoin is officially down over -50% from its record high in October 2025.
What's happening? Let us explain.
(a thread)
🚨 THE ENTIRE AI BOOM MIGHT BE BUILT ON FAKE REVENUE.
Latest corporate filings show that OpenAI and Anthropic alone make up over half of the entire $2 trillion future cloud backlog held by Microsoft, Oracle, Google, and Amazon.
This massive pipeline is actually being created through a circular accounting trick called a round trip revenue loop.
But how it works ?
A tech giant gives billions of dollars to an AI startup as an "investment". But hidden in the contract is a strict rule forcing the startup to hand that exact same money straight back to the tech giant to rent their computer servers.
Look at the documented case of Microsoft and OpenAI.
When Microsoft invested $13 billion into OpenAI, it didn't just give them cash; it gave them "cloud credits" to use Microsoft servers. OpenAI used those exact credits to train its AI models, and Microsoft then turned around and recorded that server usage as brand new "cloud revenue" from a customer.
The tech giant is literally paying itself with its own money and calling it a sale.
This is why OpenAI’s annual cloud bill has ballooned to over $60 billion, double its actual revenue of $25 billion, kept alive solely by this recycled funding loop.
Anthropic runs the exact same play, spending $2.66 billion on Amazon Web Services in just nine months, which was basically 100% of all the money it earned at the time.
This manufactured demand triggers a second accounting trick where tech giants book massive paper profits. Every time a startup gets a higher value from a new funding round, the tech giant updates the value of its investment on its books and counts that unearned paper gain as direct profit.
In Q1 2026, Alphabet reported a record $62.6 billion profit, but $28.7 billion nearly half, was just a paper markup on its Anthropic investment. In the same quarter, Amazon reported $30.3 billion in profit, but $16.8 billion of it was just an Anthropic paper gain.
While Amazon reported record profits, its actual free cash flow collapsed 95% to just $1.2 billion because it had to spend $44.2 billion in real cash to build physical data centers.
This has created a massive danger where these giant companies rely heavily on just one or two unstable startups. Microsoft has 49% of its $627 billion future backlog tied to OpenAI, while Oracle has an incredible 54% of its entire $553 billion pipeline relying on OpenAI alone.
This perfectly mirrors the 2001 dot-com crash when Global Crossing and Qwest Communications swapped identical fiber-optic network capacity with each other just to book fake sales.
Qwest had to erase $1.4 billion in fake income, and Global Crossing went completely bankrupt.
The only difference is that the dot-com swaps were illegal, but today's AI loop is fully legal under current accounting rules.
This legal loop inflates tech company stock prices, forcing automatic retirement accounts and index funds to buy even more of these tech stocks. It is a self feeding loop where investments, sales, and stock prices all go up on paper without the AI technology ever making real cash profits.
Elon Musk avait dit un truc qui m'avait marqué sur l'allocation de ressources. En substance : passé un certain niveau de richesse, l'argent n'est plus de la consommation, c'est de l'allocation de capital.
Cette phrase change tout.
L'économie, dans le fond, c'est juste un problème d'allocation. Tu as des ressources finies et des usages infinis. Qui décide où va quoi ?
Imagine une cour de récré. 100 enfants, des paquets de cartes Pokémon distribués au hasard. Tu laisses faire. Très vite, un ordre émerge. Les bons joueurs accumulent les cartes rares, les collectionneurs trient, les négociateurs trouvent des deals. Personne n'a planifié. Et pourtant chaque carte finit dans les mains de celui qui en tire le plus de valeur. Le système maximise le bonheur total de la cour. C'est ça, la main invisible.
Maintenant fais entrer la maîtresse. Elle trouve ça injuste. Léo a 50 cartes, Tom en a 3. Elle confisque, redistribue, impose l'égalité. Trois effets immédiats. Les bons joueurs arrêtent de jouer, à quoi bon. Les mauvais n'ont plus de raison de progresser, ils auront leur part. Les échanges s'effondrent. La cour est égale, et morte. Elle a maximisé l'égalité, elle a détruit le bonheur.
Le problème de la maîtresse, c'est qu'elle ne peut pas avoir l'information que la cour avait collectivement. C'est le problème du calcul économique de Mises, formulé en 1920. L'URSS a essayé de le résoudre pendant 70 ans avec le Gosplan. Résultat : pénuries, queues, effondrement. Pas parce que les Soviétiques étaient bêtes, parce que le problème est mathématiquement insoluble en mode centralisé.
Quand Musk a 200 milliards, il ne les consomme pas, il les alloue. SpaceX, Starlink, Neuralink, xAI. Chaque dollar est un pari sur le futur. Et lui a un track record. PayPal, Tesla, SpaceX. Il a démontré qu'il sait identifier des problèmes immenses et y allouer des ressources avec un rendement spectaculaire.
L'État aussi a un track record. Hôpitaux qui s'effondrent, éducation qui décline, dette qui explose, services publics qui se dégradent malgré des budgets en hausse constante. Le marché identifie les bons allocateurs, la politique identifie les bons communicants.
Le profit n'est pas une finalité, c'est un signal. Il dit : tu as alloué des ressources rares vers un usage que les gens valorisent suffisamment pour payer. Plus le profit est gros, plus la création de valeur est grande. Quand Starlink est rentable, ça veut dire que des millions de gens dans des zones rurales ont enfin internet. Quand un ministère est en déficit, ça veut dire qu'il consomme plus qu'il ne produit. L'un crée, l'autre détruit, et on appelle ça redistribution.
Dans nos sociétés il y a deux catégories d'acteurs. Les entrepreneurs et les bureaucrates. L'entrepreneur prend un risque personnel pour identifier un problème, mobiliser des ressources, créer une solution. S'il se trompe il perd. S'il a raison, ses clients gagnent, ses employés gagnent, ses fournisseurs gagnent, l'État collecte des impôts. Il est la cellule de base du progrès humain.
Le bureaucrate ne prend aucun risque personnel. Son salaire est garanti. Au mieux il maintient une rente existante. Au pire il la détruit par excès de réglementation, mauvaise allocation forcée, incitations perverses qui découragent ceux qui produisent. Mais dans aucun cas il ne crée.
Regarde les 50 dernières années. iPhone, internet civil, SpaceX, Tesla, Google, Amazon, Stripe, mRNA, ChatGPT. Toutes des inventions privées, portées par des entrepreneurs, financées par du capital risque. Pas un seul ministère n'a inventé quoi que ce soit qui ait changé ta vie au quotidien.
La France est devenue le laboratoire mondial de la dérive bureaucratique. 57% du PIB en dépenses publiques, record absolu. Une administration tentaculaire, une fiscalité qui pénalise la création de richesse. Résultat : décrochage face aux États-Unis, à l'Allemagne, à la Suisse. Fuite des cerveaux. Désindustrialisation. Dette qui explose.
Et le pire c'est que la mauvaise allocation s'auto-renforce. Plus l'État prélève, moins les entrepreneurs créent. Moins ils créent, moins il y a de base fiscale. Plus l'État s'endette et taxe. Boucle de rétroaction négative parfaite. La maîtresse pense qu'elle aide, et chaque année la cour produit moins.
Dans nos sociétés, ce sont les entrepreneurs, toujours, qui font avancer la civilisation. Les bureaucrates au mieux maintiennent une rente, au pire la détruisent. Aucune société n'a jamais progressé en taxant ses créateurs pour subventionner ses gestionnaires.
La question n'est jamais qui a combien. C'est qui alloue le mieux la prochaine unité de ressource pour maximiser le futur de l'humanité. La réponse depuis 200 ans n'a jamais changé. Ce ne sont pas les fonctionnaires.
Não basta ser um adversário, tem de ser um inimigo. Não basta ter ideias diferentes, tem de ser uma ameaça. Até admito que estas estratégias mobilizem e possam dar retornos eleitorais no curto prazo, mas é como andar a apanhar trocos na linha do comboio. Um dia o comboio passa-nos mesmo por cima e de pouco servirão os trocos que andámos a apanhar.
Anda tudo distraído com as burkas enquanto o país arde em silêncio.
Enquanto se discute o acessório, o essencial escapa-nos entre os dedos. A carga fiscal volta a subir neste Orçamento de Estado, sobe a despesa, sobe a receita, sobe tudo, menos a esperança.
O número de pobres em idade de reforma cresce novamente: um em cada cinco vive com menos de 632 euros por mês, contando trocos para escolher entre o pão e os medicamentos.
Mas o debate nacional centra-se nas burkas, nas polémicas estéreis, no ruído fácil que distrai. O povo entretido, dividido e cansado. É a velha receita: pão e vinho para adormecer consciências, enquanto o país se afunda em burocracia, impostos e desigualdade.
Por vezes, começo a achar que temos mesmo o que merecemos, ou pior ainda, o que aceitamos calados.
Porque enquanto discutimos símbolos, esquecemos valores.
Enquanto nos distraem com cortinas de fumo, o Estado engorda, a classe média definha e os que trabalham continuam a pagar a conta de todos os outros…
E no fim, o povo suspira… mas não reage….
É o que é…
Bom fim de semana 😘
O Japão é hoje o ponto de compressão do sistema financeiro global — um verdadeiro funil de liquidez onde se acumulam as tensões de três décadas de política monetária expansionista.
Com uma dívida pública superior a 260% do PIB, o país sobrevive através da monetização da dívida: o Banco do Japão (BoJ) detém já mais de metade dos títulos públicos emitidos, transformando-se simultaneamente em financiador e estabilizador do Estado.
Esta arquitetura criou uma estabilidade artificial, sustentada por:
•juros controlados de forma administrativa (YCC – Yield Curve Control),
•um iene estruturalmente desvalorizado,
•e a saída de capitais domésticos à procura de melhores retornos.
⚖️ A Armadilha
O BoJ encontra-se num dilema insolúvel:
•Se deixar as yields subirem, o custo da dívida torna-se explosivo e o sistema colapsa;
•Se continuar a imprimir moeda, o iene desvaloriza ainda mais e a inflação importada aumenta.
Trata-se de um equilíbrio precário, em que qualquer decisão agrava o risco de rutura.
O Japão é o terceiro maior mercado obrigacionista do mundo e uma das principais fontes de liquidez internacional.
Um choque na dívida japonesa pode provocar:
•valorização súbita do dólar,
•fuga de capitais dos mercados emergentes,
•queda de colateral nos derivados europeus,
•e contração generalizada da liquidez global.
O Japão é, por isso, o funil da liquidez mundial — se o fluxo deixar de passar, todo o sistema financeiro sente o aperto.
O desfecho mais provável é uma intervenção coordenada entre bancos centrais, com:
•novos programas de liquidez massiva,
•taxas de juro próximas de zero,
•e aceleração das moedas digitais de banco central (CBDCs),
num esforço de “reinício controlado” do sistema monetário.
A euforia recente nos mercados japoneses não traduz força, mas sim pressão estrutural acumulada.
O BoJ pode continuar a comprar tempo, mas fá-lo à custa da credibilidade — e a confiança é o único ativo que não se imprime.
O Japão é o espelho do modelo global: o limite entre dívida, moeda e confiança.
Até amanhã… 🤷♂️
Sou sportinguista, mas acima de tudo gosto de futebol e não consigo ficar calado com o que anda a acontecer no Benfica SAD — porque, se calha a eles, qualquer dia calha-nos a todos. Andam distraídos? Olhem que o filme que está a passar em Lisboa é o mesmo que já vimos em Inglaterra, França e Itália.
A história é simples: um fundo americano, chamado Lenore Sports Partners, apareceu aí e num instante comprou mais de 5% da SAD do Benfica. O pacote maior era do Vieira, foi vendido em leilão por 7 euros e picos cada ação, mais outro tanto comprado no mercado. Tudo isto feito à americana, rápido, dinheiro vivo, sem espinhas nem sentimentalismos. Os americanos dizem que não querem mandar em nada, que só querem ser “parceiros produtivos” e meter dinheiro. Pois, já vi este filme.
Os benfiquistas foram apanhados de surpresa, porque o clube diz que não foi avisado nem pôde exercer o direito de preferência. Agora querem impugnar a venda. Mas o que é certo é que os americanos já lá estão sentados à mesa e o mercado ficou maluco, as ações dispararam, especulação total.
E agora pergunto: será que sabem como é que estes fundos trabalham? Não entram logo a matar. Compram um pacote, esperam pela próxima oportunidade, tentam ir buscar mais uns percentinhos aqui e ali, usam sempre dinheiro fresco, depois dizem que são só parceiros e, quando damos por ela, têm peso para influenciar as decisões todas. Prometem investimento, exigem resultados, pressionam na imprensa, e quando têm percentagem suficiente… ou lançam uma OPA ou simplesmente tomam conta do clube porque os sócios e pequenos acionistas adormeceram. Basta ver o que se passou no Manchester United, no Lyon, até no Chelsea depois do Abramovich. Quem manda é quem tem o cash e a paciência para ir comprando aos bocadinhos.
No Benfica, ainda há maioria do clube. Mas basta mais uns pacotes irem à vida e eles ficam a mandar no futebol português. Acham mesmo que isto é só problema dos outros? No dia em que um grande perder o controlo, os outros vão atrás. E quando a gestão sai das mãos dos sócios, acabou-se a identidade, a ligação à cidade, a cultura do clube. Passa a ser só mais um ativo no portefólio de alguém em Nova Iorque.
Tudo isto porque é fácil cair na tentação do dinheiro fácil. Resolve problemas agora, mas vende o futuro por um prato de lentilhas. E depois não vale a pena chorar quando já cá não mandamos nada.
Por isso, benfiquistas, mexam-se. Abram os olhos. Fiscalizem, perguntem, informem-se. E aos sportinguistas e portistas: não pensem que estamos a salvo. A próxima vez pode ser no nosso clube. O futebol português merece mais do que isto.
#DefendamOClube #AcordaBenfica #FutebolParaOsAdepts
O que é que sentem quando ouvem a palavra "estratega"?
Eu cuspi-me logo 😂 quando li a primeira frase:
"Em 2025 cumpre-se um quarto do primeiro século XXI"
Vai haver um segundo século XXI? 🤣😅
@PNSpedronuno... Escreves com os pés!
Notícias que não vão passar em Portugal: Taxa de pobreza na Argentina desce para 37%. Tirou cerca de 8.000.000 de argentinos da pobreza no seu primeiro ano de mandato.
Derreteu uma fortuna na TAP.
Foi min. das infraestruturas e habitação com os resultados que conhecemos.
Mentiu sobre a demissão milionária da Alexandra Reis.
Agiu nas costas do PM a armar-se em pistoleiro com o aeroporto e teve que se demitir.
Quer ser grande estratega do Estado.
On December 30th $USDT will be delisted in EU on most Central Exchanges.
The MICAr regulations will come into full effect in Europe, and USA will soon follow! This will change #Crypto forever
Here is everything that you need to know and my recommended workarounds👇🧵
Que tareia épica o Miguel deu à Catarina e a todos os que andam a fazer figuras tristes nos últimos dias.
Este vídeo devia ser mostrado nas próximas univ de verao do psd sobre como dar tau tau num esquerdalho.
Duas semanas para mais de 250 funcionários… e isto é só um caso.
E depois ainda há deputados que se exaltam muito quando eu digo que há muitos serviços com funcionários públicos a mais!
Boa gestão precisa-se. Porque o dinheiro dos portugueses custa muito a ganhar.