Contexto:
Um imigrante ilegal apanhado no Vaticano é imediatamente detido pela Gendarmaria do Vaticano e julgado sob o Decreto n.º DCCX de dezembro de 2024, podendo receber multa de 10.000 a 25.000 euros, prisão de 1 a 4 anos (se entrada com violência, ameaça ou engano) e proibição de acesso ao território por até 15 anos.
Após o processo, é expulso do Vaticano e entregue às autoridades italianas, que o tratam como estrangeiro em situação irregular, podendo resultar em detenção e deportação para o país de origem.
Uma noite de verdadeiro terrorismo russo em Kiev!
Ataques aleatórios sobre a população civil.
É impressionante a resiliência e a coragem dos ucranianos.
Se os americanos fizessem o mesmo no Irão os israelitas no Líbano ou em Gaza…imagino o ruído mediático.
Tornámo-nos um país tão ChatGPT que a afirmação de Marco Rubio “Portugal ajudou-nos sem perguntas” foi entendida no sentido literal em vez do que efectivamente tem: “sem criar dificuldades”, “foram cooperativos”.
De facto, nunca entendi as notas baixas em português dos meus colegas; a interpretação de texto sempre me pareceu básica. Agora andam por aí como jornalistas e políticos…
Today’s front page.
The evidence Hamas filmed itself.
A 300-page report, two and a half years in the making, documents the systematic sexual violence of Oct. 7 — much of it broadcast by the terrorists. The deniers have nowhere left to stand.
@Jerusalem_Post
https://t.co/wZisEkBZor
'Aqui está a verdadeira face do fascismo em exibição – não a retórica caricatural “tudo o que não gosto é fascismo”, tão comum na esquerda, mas a essência clássica: unidade de opinião forçada sem espaço para diversidade, a marcação clara dos inimigos (“quem está connosco e quem está contra nós”) e a supressão de qualquer voz que desafie a narrativa dominante. O fascismo não é simplesmente oposição ao socialismo; é a exigência de uma monocultura ideológica.
(...) A administração e os estudantes activistas parecem cegos ao seu próprio papel como fascistas aos quais afirmam se opor. Permitiram que uma instituição respeitada – outrora um farol da vida intelectual portuguesa – fosse arrastada para se tornar um de fato enclave do anti-semitismo. As suásticas e a retórica contra judeus e sionistas são toleradas sob a bandeira da “liberdade de expressão” ou da “solidariedade palestina”, enquanto um estudante judeu que documenta o ódio é considerado instável.
(...) Isto não é liberalismo; é uma conformidade autoritária vestida com vestes académicas.'
Fragen an einen pro-palästinensischen Aktivisten:
Erkläre mir bitte, warum du der Meinung bist, dass Israel den Palästinensern das Land weggenommen hat, obwohl Jordanien 80 % des historischen Palästina besetzt hält?
Erkläre mir, warum du es für selbstverständlich hältst, dass Palästina den Palästinensern gehören soll, dir aber nie der Gedanke gekommen ist, dass Judäa eigentlich den Judäern – also den Juden – gehören könnte?
Erkläre mir, warum du Israel als Apartheidstaat bezeichnest, obwohl ein Araber völlig unbehelligt durch Tel Aviv oder Haifa spazieren kann, während ein Jude, der sich versehentlich nach Ramallah oder Shechem (Nablus) verirrt, Gefahr läuft, gelyncht zu werden?
Erkläre mir, warum du es völlig normal findest, dass Araber in Israel leben, dir aber undenkbar erscheint, dass auch nur ein einziger Jude in einem zukünftigen palästinensischen Staat leben dürfte?
Erkläre mir, warum du die Gebiete erst dann als „palästinensische Territorien“ bezeichnet hast, nachdem Israel sie 1967 von Ägypten (Gaza) und Jordanien (Judäa und Samaria) übernommen hatte?
Erkläre mir, warum die Palästinenser in all den Jahren, in denen diese Gebiete unter arabischer (jordanischer bzw. ägyptischer) Herrschaft standen, nie versucht haben, dort einen eigenen Staat zu gründen?
Und erkläre mir schließlich, warum du diesen Fragen ausweichst – aus Angst, erkennen zu müssen, dass deine unerschütterliche Unterstützung der palästinensischen Sache gegen Israel letztlich nichts anderes ist als der humanitär verbrämte Ausdruck deines Antisemitismus?