Amanhã é dia 7 de setembro, Independência do Brasil.
Um dia fundamental para a gente lembrar que esse ano o seu voto define se teremos um Brasil que se levanta para proteger a nação ou um país que se apequena para outros países.
É um escárnio um juiz eleitoral censurar uma reportagem a pedido do agente público que é constrangido por ela porque fez o que não devia.
Nikolas não ficou incomodado só com o “lindão”, mas com todas as verdades que lá estão:
✅pedido de favor cheio de motivações suspeitas;
✅voos de jatinho;
✅ constrangimento com pastor por falar o que não devia;
💰ativo minerário sob suspeita.
Censura é coisa de ditadura! O Brasil tem o direito de saber quem é o Nikolas e o ICL cumpriu seu papel de lançar luz nisso!
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A imprensa hereditária brasileira é uma piada. Estão noticiando a eleição de um candidato da extrema-direita alemã como algo perigoso e aqui no Brasil tratam o Flávio Bolsonaro como se ele fosse um democrata. 🤡
Atos da classe trabalhadora no 7 de setembro:
- Defesa da soberania nacional
- Fim da escala 6x1
Atos bolsonaristas no 7 de setembro:
- Homenagem a Trump
- Anistia pra Jair Bolsonaro
Quem são os patriotas mesmo?
Hoje estivemos nas ruas do Recife no ato do Grito dos Excluídos, junto aos movimentos populares e à classe trabalhadora, lutando por terra, moradia, soberania, direitos e pelo fim da escala 6x1 já!
Não existe independência enquanto nosso povo segue sem direitos e submetido aos interesses do capital. A verdadeira independência será construída nas ruas, com organização e luta popular!
Rumo a verdadeira revolução brasileira!
Fotos: Túlio Seabra
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
Os ventos definitivamente mudaram.
Hoje, andando pela cidade e sem ver UM ÚNICO ADESIVO ou BANDEIRA DO BRASIL nos prédios, me deparo com uma quantidade ENORME de pessoas se opondo à extrema direita.
Isso era inimaginável quatro anos atrás, quando a mídia dizia que o movimento deles era muito forte e praticamente não tinha oposição.
Hoje tem. E, sem grandes puxadores de votos, as chances reais de uma grande bancada bolsonarista diminuem bastante.
Glenn Greenwald escreve artigo na Folha em que acusa ilegalidades em decisões do STF. Não há argumentos jurídicos. Só o chorume que escorre do monturo bolsonarista.
Por que ele faz isso? Não especularei a respeito agora. Apego-me a outra questão.
Glenn acusa a esquerda de ser servil a Alexandre, ignorando divergências do passado. Pois é…
Tudo tem de ser visto no seu tempo. Se o ministro, dentro das regras do jogo, enfrenta os fascistoides e golpistas, nada há de estranho em tal apoio.
Se Glenn vê nisso uma incoerência, ele próprio é personagem de uma contradição que lhe parece condenável.
Quando o bolsonarismo tentou chutá-lo do Brasil — numa mistura de autoritarismo, ilegalidade, xenofobia e homofobia —, Glenn recebeu o apoio unânime das esquerdas, que ele agora ataca.
Parece um empate de contradições, mas não é. Explico:
1: a esquerda era, sim, hostil a Alexandre e hoje apoia muitas de suas decisões pq ele enfrenta os neofascistas;
2: Glenn, antes apoiado pelas esquerdas contra as ameaças neofascistas, hoje está em campo oposto e alinha suas posições com os que queriam expulsá-lo ou prendê-lo.
Como se nota, nos dois casos, há, na verdade, coerência dos progressistas. Quem precisa explicar suas novas e más companhias é Glenn, não a esquerda.
A propósito: Glenn revela uma alma, digamos, algo colonialista em relação ao Brasil: toma as leis de seu país de origem como universais.
E, também no seu caso, é uma sorte que não seja. Nos EUA, um episódio como o dos hackers poderia lhe render cadeia por “contempt of court”.
No Brasil, tentar golpe de estado pode render processo e cadeia — para jornalista ou não.
Mas jamais um jornalista será ameaçado por não revelar sua fonte. Moro, hoje aliado de Glenn, bem que tentou. Mas as esquerdas, hoje inimigas do buliçoso e belicoso jornalista americano, denunciaram a ameaça ilegal.
Glenn precisa parar com essa mania de achar que está aqui para “civilizar” os nativos.
No que respeita à defesa da democracia, os EUA têm muito a aprender com o Brasil contemporâneo, não o contrário.
Desde que saiu do Intercept, Glenn tenta encontrar por aqui um lugar no mercado das ideias. Até agora não conseguiu nada além de ser linha auxiliar do bolsonarismo, que queria expulsá-lo do Brasil e chegou a acusá-lo de fazer parte, com o então marido, de um complô para conseguir uma vaga na Câmara.
A esquerda é coerente quando apoia hoje um Alexandre que esquerdista nunca foi. Incompreensível é que Glenn tenha encontrado um abrigo no peito daqueles que essencialmente o odeiam.
Mas aí, na hipótese benevolente, é com Freud, não comigo.
E na hipótese “não benevolente”? Aí é matéria para o jornalismo investigativo.
A mídia hegemônica do Brasil fala com espanto da vitória da extrema direita na Alemanha, mas trata a turma equivalente daqui com "simpatia, quase amor". Dá pra entender?