Depois da eleição de Bolsonaro, vimos um movimento crescente de pessoas orando em manifestações, muitas vezes ajoelhadas e enroladas em bandeiras do Brasil.
Sempre comentei com minha esposa que Bolsonaro é uma pessoa que tem uma multidão orando por sua saúde; por isso, ele tem tantos livramentos. Esta música fala justamente disso: de termos alguém orando por nós!
Tirei um tempo para gravar e dividir com vocês!
Continuemos essa corrente, uns pelos outros, meus amigos.
DEUS os abençoe!
@PauloCostaOfic2@CaravanaMccoy@ale_sblack@MafinhaBarba@andre_emb@Klecart85@AmaroSullivan@94tome14@FlavioBolsonaro@CarlosBolsonaro@BolsonaroSP@carmelonetobr @andrefernandes @mfriasoficial
Ela foi tão ou mais vilipendiada que Bolsonaro e Trump, caçada com o mesmo furor inquisitorial que a esquerda reserva aos seus hereges preferidos, e eis que agora se prepara para ascender à Presidência da República do Peru. Aqui se vê o que o destino reserva aos que sobrevivem ao linchamento progressista: não a ruína, mas o troféu. A perseguição, em vez de sepultá-la, forjou-a. O que era para ser o seu cadafalso tornou-se trampolim. Ironia refinada da História, essa senhora que nunca leu o manual do politicamente correto, há de se divertir, impiedosa, à custa dos que o escrevem. Isso sim, meus amigos, É DO PERU!
Ele está certo .
Ninguém precisa de nenhum FDP ditando como vc vai criar seus filhos não.
Tá cheio de marginal desgraçando a vida dos filhos deles e dos outros e ninguém diz nada.
Obrigado, Flávio Bolsonaro. Suas articulações em prol do cidadão de bem e do Brasil, principalmente no quesito da segurança pública, já fizeram bastante efeito. Imagina quando começar a governar a partir do dia 1º de janeiro!
Quanto tempo levará para @FlavioBolsonaro e o @plnacional_ entenderem que não dá pra fazer aliança com quem não quer?
Esse aí seria muito piorndomq8en9 Mourão de vice.
Imagina o cara ter que explicar pros gringo que, Bolsonaro é processado por defender a autonomia dos médicos na pandemia, "importunar" uma BALEIA, vender presentes que, por lei, são dele, se reunir com embaixadores (nossa, nenhum presidente fez isso até hj), tramar um golpe que não aconteceu pq os caras perderam o táxi (detalhe que os acusados são tudo forças especiais)...
Isso é digno da história mais sem noção que nem o Borat seria capaz de imaginar.
Flávio Bolsonaro teve que mostrar o verdadeiro suco de Brasil que vivemos hoje, com a chancela da ditadura de toga liderada por Moraes.
Teve que mostrar ao público da PragerU, e aí passa do ridículo para o cômico, o nível a que chegaram para manter a censura e o autoritarismo no país, tudo isso sendo mostrado ao mundo livre.
Flávio Bolsonaro mostrou o nível ao qual o sistema teve que se submeter, chegando a investigar um suposto "assédio a uma baleia" para tentar construir argumentos contra Jair Bolsonaro.
É surreal e vergonhoso para todos nós.
O nível que as instituições brasileiras agem para silenciar opositores está sendo exposta internacionalmente.
Parabéns, mais uma vez, ao Flávio Bolsonaro por mostrar o nível da perseguição política dentro do país.
MENOS UMA NARRATIVA
Obrigado às tias do zap e tios do churrasco. Aos demais resta o reconhecimento da sociedade como aproveitadores.
Esta não foi a 1ª e nem será a última tentativa de derrubar a única alternativa a Lula. Sigamos fortes com @FlavioBolsonaro, vai dar certo👊
A direita brasileira tem, convenhamos, um panteão de canalhas ilustres, onde a mediocridade se pavoneia com ares de virtude e, de tão virtuosos, não postam uma linha sequer em defesa de Flávio Bolsonaro. Preferem, com a finura de quem lambe as botas do inimigo, espalhar as imundícies daqueles que odeiam os Bolsonaros por princípio, por inveja ou por mera subserviência ao zeitgeist "nikolaíta" ou até mesmo petista. “Estamos nos guardando para o segundo turno. Lá chegando, apoiaremos o Flávio”, repetem eles, como se a prudência fosse a última máscara do covarde. Pois bem, ó canalhas de fraqueza moral e de espinha dorsal gelatinosa: olhai o que se passa no Peru e tomai vergonha na cara, se é que vos resta algum resquício dela. TOMAI VERGONHA NA CARA! Repito, em letras maiúsculas, para que o eco atravesse os salões refrigerados de Brasília e os grupinhos de WhatsApp onde a direita finge que pensa: tomai vergonha na cara, antes que a História vos reduza a uma nota de rodapé: a dos traidores elegantes que, por medo de sujar o verniz, deixaram o país escorregar novamente para o abismo.
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Fui surpreendido, confesso, pela indicação ao prêmio iBest de Influenciador de Política. Encontro-me, neste instante, em décimo quarto lugar: posição que me parece quase obscena de tão improvável. Pergunto-me, com genuína perplexidade: como pode um sujeito nascido numa cidadezinha esquecida do interior do Paraná, sem padrinho ilustre, sem parentes importantes, sem sequer o verniz obrigatório das boas famílias, ser alçado à condição de “influenciador” em escala nacional? Como pode alguém situado fora dos eixos sagrados de Rio-São Paulo, ou o mais moderno, Miami-Washington, possuir alcance superior ao de um torneio de cuspe à distância?
São indagações que só o milagre das redes sociais consegue responder. Elas, e somente elas, romperam o monopólio que as grandes redes midiáticas exerciam outrora sobre o imaginário coletivo. Um milagre, sem dúvida. Um milagre que explica, por exemplo, a liderança de uma dona de casa como Bárbara sobre os figurões encanecidos da velha televisão, aqueles que ainda julgam reinar por direito divino de antena. Contudo, todo milagre carrega em si a semente da própria finitude. Não é difícil imaginar o desassossego que toma conta das grandes corporações. Basta olhar os prêmios iBest para constatar que perderam o protagonismo; o centro do palco já não lhes pertence. E não é preciso ser gênio, nem mesmo analista de terceira categoria, para perceber a inquietação que assola os grandes magistrados diante da “liberdade nas redes”. Dia sim, dia não, entoam o mantra da “regulação”, como se a palavra fosse neutra e desinteressada. A censura, aliás, já se exerce com desenvoltura acaciana no YouTube: invocam, com solenidade professoral, os algoritmos, as diretrizes comunitárias, o bem comum digital. Todo mundo sabe, no entanto, do que se trata: canais que ousam dizer a verdade são discretamente enviados para a geladeira, como o meu, por exemplo.
Simples assim.
Seja como for, o fato bruto permanece: ainda estamos vivos. Ainda estamos aqui, para usar a fórmula que a esquerda tanto aprecia. Muitos repetem que o essencial, agora, é sobreviver a 2026. Se chegarmos inteiros a janeiro de 2027, poderemos nos declarar ressuscitados. Antes de tudo, trata-se de uma questão de fé. E o iBest aí está, modesto e obstinado, para provar que milagres, ainda que provisórios, continuam a acontecer.
Dito isso, Flávio 22.
A marca d’água na camisa azul da Seleção é, de facto, um escândalo de mau gosto. Tão escandalosa que alguns, com olhos ainda não de todo embotados pelo cinismo oficial, julgaram ver nela a silhueta inconfundível de Baphomet. As explicações que vieram, desmentem as “teorias conspiratórias” com gravidade burocrática: trata-se, dizem, de um conceito gráfico interno chamado “Joga Sinistro”, releitura mais feroz do antigo “Joga Bonito”. Os designers, segundo a cartilha autorizada, queriam algo “tão bonito quanto ameaçador”, capaz de sugerir que enfrentar o Brasil seria empresa arriscada. Daí a inspiração num animal venenoso: o sapo-dardo, flecha da floresta, ou algo assim.
Entramos, pois, no terreno perigoso da galhofa. E aqui volta a ecoar, mais oportuna do que nunca, a pergunta célebre de Groucho Marx: “Em quem você vai acreditar, em mim ou nos seus próprios olhos?” Porque, se o cidadão comum ousar confessar que enxerga na estampa uma figura cornuda, vagamente demoníaca, dir-lhe-ão, com ar de superioridade clínica, que sofre de pareidolia, essa patologia moderna que transforma inocentes manchas em monstros. Ora, não ver o sapo geométrico e simétrico, aplicado com rigor de tapeçaria para dar “profundidade”, é que seria o verdadeiro distúrbio. A Seleção, afinal, jamais sonharia em transmitir mensagem esotérica. É apenas um design esportivo abstrato, inspirado na fauna nacional, que, por acaso, ficou agressivo, intimidador, perfeito para que a imaginação popular o transformasse em tela de projeções satânicas, etc, etc, etc.
Está bem. Admitamos, por caridade, que a camisa não seja satânica. Mas e os “Satan Shoes”, aqueles tênis Nike customizados que fizeram escândalo mundial? Não eram da Nike, protestam os defensores da ordem. De facto, não eram. Ou melhor, eram um Air Max 97 profanado por agência de moda ao serviço de um rapper chamado Lil Nas X. Nikes oficiais ou não, os precedentes existem e oferecem flanco largo às suspeitas. O caso da Seleção, porém, é mais sutil e mais grave: o chifre está lá, visível, ostensivo. É preciso um esforço hercúleo, quase ascético, para não ver o que os olhos teimam em mostrar.
No final, resta um sentimento entre o cómico, o ridículo e o humilhante. Ver um jogador da Seleção persignar-se, devoto, com aquela estampa de Baphomet no peito, fazendo sinal da cruz, é espetáculo de fazer corar o mais empedernido dos cínicos. Constrangedor, no mínimo. Quem sabe um dia nos devolvam a elegância discreta de outrora, quando o menos era mais e a camisa da Seleção não precisava de veneno de sapo, ou de outra coisa qualquer, para intimidar o adversário.
Quem sabe.