O sujeito mora nos EUA há nove anos e não aprendeu absolutamente nada sobre liberdade de expressão.
Nos EUA, figuras públicas como Moura têm proteção muito menor contra críticas e insultos do que pessoas privadas.
Chamar alguém de "cretino" é considerado "pure opinion" ou "rhetorical hyperbole". A Suprema Corte americana já decidiu repetidamente que opiniões e exageros retóricos não são difamatórios.
Por isso, Moura pode continuar a xingar direitistas de fascistas sem sofrer processos, mesmo sabendo que esse tipo de ofensa tem levado a atentados contra a vida dessas pessoas.
Você pode tirar um esquerdista do Brasil, mas jamais conseguirá tirar a tirania de um esquerdista.
Um contrato de 129 milhões de reais entre o banqueiro responsável pela maior fraude bancária da história do país e a esposa de um ministro do STF é revelado, com fortes indícios de tratar-se de documento simulado para encobrir o que aparenta ser o real objeto da "transação": a "compra" de favores do próprio ministro do STF.
Extremamente alarmadas, e demonstrando grande preocupação, nossas diligentes Instituições Democráticas™ iniciam prontamente um rigoroso processo de apuração.
Para investigar os potenciais crimes revelados pelas informações divulgadas?
Que inocência... jamais.
Para apurar quem foi o "Golpista" que vazou esse contrato, que de outra forma teria sido devidamente abafado, para a imprensa, vindo a colocar em risco a credibilidade e a honorabilidade dos honorabilíssimos membros dessa tão nobre, distinta e inabalável instituição democrática que é o STF.
Gilmar Mendes me chamou de gangster, crápula, covarde, gentalha, fascista e torturador. A União Federal foi condenada a me indenizar por essas ofensas.
E agora ele me julga.
Imagine um juiz te atacar publicamente, ser condenado por isso e depois decidir sobre o seu caso como se nada tivesse acontecido. No Brasil de hoje, isso virou normal.
O mesmo Gilmar que disse que Sergio Moro era “parcial” para julgar Lula agora se considera imparcial para me julgar. O mesmo Gilmar que acionou a PGR contra piada de festa junina, vídeo satírico e críticas a ministros decidiu que mentiras dizendo mentiras e caluniando são apenas “liberdade de expressão”.
Quando criticam ministros: inquérito. Quando mentem sobre mim: liberdade.
A Justiça Eleitoral do Paraná mandou retirar as fake news do ar e multou o deputado por desinformação. Mas Gilmar, que publicamente me odeia, julgou contra mim.
Meus advogados pediram a suspeição de Gilmar. Ele ignorou. E julgou mesmo assim.
Esse vídeo não é sobre mim. É sobre um país onde alguns homens passaram a agir como se fossem maiores que a própria Constituição.
Porque quando as regras só valem para os outros, isso deixa de ser democracia. Vira absolutismo de toga. E eu vou continuar lutando contra isso.
Não por vingança. Por princípio.
Porque o dia em que a voz de um ministro valer mais do que a voz da lei será o dia em que o cidadão brasileiro deixará de ser livre.
Compartilhe esse vídeo antes que decidam que questionar poder virou crime.
Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção. Se realmente fosse isento, o pesquisador e seu instituto já teriam questionado o eleitor sobre o envolvimento de Lula e do PT com o Master.
Afinal, a imprensa já revelou encontros secretos e conselhos de Lula ao banqueiro, além de seu apoio financeiro e institucional à farmacêutica que tinha Vorcaro como principal acionista; fora a contratação de Guido Mantega e de Ricardo Lewandowski, e a relação de Rui Costa e Jaques Wagner com Augusto Lima e Daniel Monteiro, sócio e advogado de Vorcaro. Dava para fazer uma pesquisa inteira só com perguntas sobre essas e outras evidências.
Desde que o escândalo veio à tona, porém, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o escândalo só foi tratado numa outra pesquisa de março sobre a confiança do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. E mesmo nessa, foram feitas apenas 6 perguntas, a maioria genérica, sem menções ao contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci ou da compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá.
No caso de Flávio, porém, há expressões e gatilhos emocionais evidentes. O instituto de Andrei pergunta qual grupo político estaria “mais envolvido” no escândalo, sem apresentar o que pesa contra os demais; se o áudio de Flávio surpreendeu, se evidencia seu envolvimento direto no escândalo e até se ele deveria desistir de concorrer à Presidência. Entendeu?
Alerta: Atlas explora Flávio e STF, mas poupa Lula no Master https://t.co/133haTe1nG
Dona Ivone postou isso no grupo de zapzap de segurança do bairro. Detalhe: ela é protetora de animais abandonados e votou 13 em 2022.
O estrago está feito...
Excelente levantamento. Obrigado.
Ambientalistas formam um culto suicida, contrário à humanidade. São os novos cátaros. Tenho dito isso há muitos anos. Todos estão pagando o preço agora, principalmente os menos favorecidos, para quem o custo da energia pesa mais.
Lembrei desse texto da Economist publicado pelo Estadão:
"Mesmo que Trump queira encerrar a guerra, o Irã poderia continuar a disparar contra os navios. Se a via navegável permanecer fechada até o final de abril, o preço do petróleo poderá chegar a US$ 150 por barril. Dada essa vantagem, o Irã pode exigir mais do que apenas o retorno ao status quo anterior à guerra. Pode pedir o levantamento das sanções, ou um compromisso americano de abandonar algumas bases no Oriente Médio ou de conter Israel."
Outros casos que comentei recentemente:
“Trump, sem grande surpresa, dá sinais de recuo nessa guerra desnecessária aos interesses americanos.”
Zeina Latif, O Globo, 11/mar/26.
"O estreito de Ormuz, gente, tá fechado. E o Irã, evidentemente, pretende manter isso assim, e tem condições de fazer isso. E não existe maneira dos Estados Unidos reivindicarem uma vitória a menos que eles reabram, consigam reabrir o estreito, o que é uma coisa complicadíssima. Porque toda aquela curva ali é Irã."
Fernão Lara Mesquita, Youtube, 16/mar/26.
Essa é a elite intelectual brasileira.
Aprendam com a Folha de S. Paulo como se escrevem editoriais que apodrecem mais rápido que carne de morto-vivo.
Distância do Irã para Diego Garcia: 3.795 km.
Distâncias de Teerã para algumas capitais europeias:
Atenas: 2.500 km
Viena: 3.100 km
Varsóvia: 3.300 km
Berlim: 3.400 km
Praga: 3.200 km
Roma: 3.400 km
Paris: 4.200 km
Bruxelas: 4.100 km
Amsterdã: 4.200 km
Madri: 4.900 km
Lisboa: 5.200 km
Londres: 4.400 km
Dublin: 4.900 km
Copenhague: 3.600 km
Estocolmo: 3.800 km
Oslo: 4.000 km
Helsinque: 3.500 km
Berna: 3.700 km
A taxa de homicídios em El Salvador caiu de mais de 100 por 100 mil habitantes em 2015 para 1,3 por 100 mil em 2025. Com isso, o país se tornou o mais seguro do hemisfério ocidental. Esse resultado foi alcançado pelo encarceramento em massa de criminosos. Agora, com essa aprovação da prisão perpétua para estupradores, homicidas e terroristas, a expectativa é de segurança ainda maior para o cidadão de bem. Imagine o benefício de medidas como essas para países com alta taxa de estupros como o Reino Unido e o Brasil.
Abaixo, minha reflexão sobre esse ponto.
Para Thomas Jefferson, se o poder econômico for concentrado em poucos indivíduos, eles acabam concentrando também o poder político, levando a uma oligarquia ou tirania:
“When economic power became concentrated in a few hands, then political power flowed to those possessors and away from the citizens, ultimately resulting in an oligarchy or tyranny.”
No caso brasileiro, porém, a concentração de poder seguiu o caminho soviético. Primeiro, ocorreu a concentração do poder político nas mãos de uma nomenklatura jurídica. Em seguida, usaram esse controle para concentrar poder econômico.
Esse processo foi documentado por Michael Voslensky em "Nomenklatura: The Soviet Ruling Class" (1984):
“In a socialist (communist) society, the ruling class's ultimate goal is not wealth but power. Each member of the nomenklatura seeks power and, once in power, enjoys privileges not only economically but also socially, psychologically (through the pleasure of wielding power), and legally.”
Olavo de Carvalho apresentou os insights de Voslensky aos brasileiros da seguinte forma:
“O ideal socialista é, em essência, a atenuação ou eliminação das diferenças de poder econômico por meio do poder político. [...] o socialismo tem de concentrar um poder capaz não apenas de se impor aos pobres, mas de enfrentar vitoriosamente o conjunto dos ricos. Daí que no socialismo, exatamente ao contrário do que se passa no capitalismo, não haja diferença entre o poder político e o domínio sobre as riquezas: quanto mais alta a posição de um indivíduo e de um grupo na hierarquia política, mais riqueza estará à sua inteira e direta mercê: não haverá classe mais rica do que os governantes. [...] E mesmo esta destruição já não resolverá o problema, porque, não havendo classe rica fora da nomenklatura, esta última conservará o poder econômico em suas mãos, simplesmente trocando de legitimação jurídica e autodenominando-se, agora, classe burguesa.”
Agora, como chegamos a essa situação?
Ora, o contrato social vigente, a Constituição Brasileira de 1988, foi escrito, influenciado e aprovado majoritariamente por bacharéis em Direito. Segundo Alexandre Carvalho, em “Juscorporativismo: os juízes e o judiciário na Assembleia Nacional Constituinte” (2017), houve “ampla participação da magistratura nos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte (ANC)”, resultando em “prevalência de posturas corporativistas contra algumas das iniciativas de alteração normativa, em especial a da criação de um controle externo à atividade da magistratura...”.
Além disso, vários dos principais nomes da ANC eram advogados: Ulysses Guimarães (presidente da Assembleia), Afonso Arinos (presidente da Comissão de Sistematização), Nelson Jobim (relator da Comissão de Sistematização), José Fogaça (relator adjunto), Bernardo Cabral (relator-geral).
Portanto, não é surpresa que, em apenas uma geração, o Brasil tenha se tornado uma tirania do Judiciário, governado por magistrados não eleitos. Também era previsível que, após concentrar poder político, conseguissem concentrar poder econômico.
Agora, com tanta concentração de poder, alterar esse contrato em benefício dos cidadãos torna-se imensamente difícil.
Vejamos, sobre os mais pobres pagarem a conta, isso se deve ao sistema tributário regressivo brasileiro. Segundo Palomo et al., em “Progressividade Tributária e Desigualdade no Brasil: Evidências a partir de Dados Administrativos Integrados” (2025), o Brasil arrecadou cerca de 33% do PIB em tributos em 2019 (com carga efetiva média de 42,5% considerando todos os tributos). Os impostos indiretos sobre o consumo foram o maior componente (14% do PIB). Esses tributos oneram mais os indivíduos de menor renda: a alíquota efetiva de tributos indiretos varia de 35% para grupos da base a apenas 6% para o 1% mais rico.
O resultado é a regressividade: a maioria dos adultos paga alíquotas efetivas de 50%, ao passo que o 1% mais rico tem alíquota efetiva de 21%, e os super-ricos (milionários em dólar, 0,01% do topo) pagam apenas 20% de sua renda em tributos totais.
A revolta da maioria desfavorecida contra esse sistema não acontece porque a mesma magistratura que concentrou poder político e econômico colabora ativamente para a eleição de governos de esquerda, como testemunhamos em 2022. Por sua vez, a esquerda distribui benesses aos mais pobres via programas sociais como Bolsa Família (cerca de 50 milhões de pessoas), BPC, aposentadoria rural, vale-gás etc. Isso cria a dependência necessária para a perpetuação do esquema.
Como mudar? Talvez, rezando pela chegada do CVN-78.
Em 2016, Obama enviou US$ 1,7 bilhão em dinheiro vivo para Khamenei.
Em 2023, Biden enviou US$ 6 bilhões para Khamenei.
Em 2024, Biden enviou US$ 10 bilhões para Khamenei.
Em 2026, Trump enviou Khamenei para o inferno.
Não esquecer.