Die globale Elite in New York bekommt gerade kollektive Schnappatmung – und es ist ein schlichtweg herrliches Schauspiel. Die Vereinten Nationen haben sich mal wieder bis zur absoluten Handlungsunfähigkeit blockiert.
Nach sechs geheimen Wahlgängen und endlosen Veto-Drohungen geht nichts mehr.
Costa Ricas Kandidatin Rebeca Grynspan scheitert krachend am Veto zweier ständiger Mitglieder, und auch Lana Nusseibeh aus den Emiraten wird den Karren nicht aus dem Dreck ziehen.
Die festgefahrene UN-Bürokratie braucht offensichtlich einen harten Weckruf.
Der kommt nun direkt aus dem Weißen Haus.
Da Viktor Orbán nach seiner Wahlniederlage gegen Péter Magyar im April ohnehin überraschend freie Kapazitäten hat, bringt ihn die Trump-Administration eiskalt als neuen UN-Generalsekretär in Position.
Ein diplomatischer Geniestreich, der die Richtigen in den Wahnsinn treibt.
Das Beste daran?
Washington hat Moskau und Peking direkt mit ins Boot geholt.
US-Vertreter suchten "someone like Orbán" und bekamen aus China und Russland sofortige Zustimmung.
Ein Regierungsvertreter nannte ihn dazu völlig ungeniert "the dream MAGA-conservative candidate".
Während die üblichen Verdächtigen nun hysterisch den Untergang der freien Welt heraufbeschwören, zeigt dieser Schachzug, wie gnadenlose Realpolitik heute funktioniert.
Wenn Washington, Moskau und Peking sich auf eine gemeinsame Kandidatur einigen, können London und Paris nur noch hilflos zuschauen.
Wie Elliot Kaufman völlig richtig schreibt:
"Neu: Quellen aus drei Ländern bestätigen, dass die Trump-Regierung sich für Viktor Orbán als UN-Generalsekretär eingesetzt hat. Die USA haben Orbán dazu ermutigt, in das Rennen einzusteigen, und brachten sogar die ursprüngliche Idee einer gemeinsamen Kandidatur – getragen von den USA, Russland und China – ins Spiel."
Die UN könnte bald tatsächlich wieder unterhaltsam werden. Schnallt euch an!
#Orbán #Trump #UN
A reviravolta de Lula no segundo turno das presidenciais brasileiras pede um olhar estatístico e uma boa dose de fé na aritmética eleitoral. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro liderou com cerca de 56,1 milhões de votos contra 53,9 milhões do petista. Três semanas depois, Lula saltou para cerca de 64,3 milhões (+10,4 milhões) e Flávio para 59,8 milhões (+3,7 milhões). Os candidatos eliminados somavam apenas 9,3 milhões, a abstenção caiu modestamente e o número de brancos e nulos também desceu.
Para o resultado oficial fazer sentido, Lula teria de ter mantido a totalidade dos seus votos iniciais, absorvido praticamente todos os cerca de 3 milhões de eleitores que deixaram de se abster, a maior parte dos nulos anteriores e uma fatia desproporcionada dos votos de candidatos de direita que, em muitos casos, apoiaram Bolsonaro. Um conjunto de transferências sem precedentes que a explicação convencional atribui a maior mobilização da base petista e a conversões pontuais. É possível, é também estatisticamente generoso.
A generosidade teve ajuda processual. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, confirmou que não existia qualquer norma que autorizasse prolongar a votação por duas horas e que 'nunca, em toda a história do TSE, houve uma prorrogação'. A decisão cautelar partiu de Cristiano Zanin, do STF, depois do fecho previsto das 17h, quando uma parte substancial das secções já estava encerrada. Nunes Marques reconheceu as dificuldades operacionais e tecnológicas de uma medida inédita tomada em poucas horas e recordou que a Constituição atribui a direcção do processo eleitoral ao Tribunal Eleitoral, não ao Supremo. Ainda assim, garantiu que o resultado não foi alterado.
Resta a pergunta prática que as urnas electrónicas colocam, às 17h entra um código que as fecha e bloqueia de forma irreversível. A ordem de prorrogação chegou minutos depois. Quais máquinas permaneceram abertas, em que áreas, e por que não foram travadas no horário regulamentar? Com 213 cidades a inverter o sentido do voto entre turnos e com o próprio presidente do TSE a sublinhar o carácter inusitado da medida, a conta final parece mais um acto de confiança institucional do que uma demonstração clara de regularidade. Bolsonaro já pediu a anulação. Os números, por agora, pedem sobretudo uma explicação mais convincente do que a que foi oferecida.
🇫🇷 A French politician poses for photos with MASKED RIOTERS just minutes before they TRASH a bank in Grenoble.
And the man in the pictures? He's in charge of the city's FINANCE commission.
Allan Brunon, an elected official from the far-left LFI party, smiles for the camera alongside black bloc-style protesters.
Just minutes later, some of those demonstrators allegedly ransacked a Crédit Agricole branch.
Seriously, a city finance official posing with masked protesters while banks are getting smashed up?
You couldn't write a more ridiculous set of circumstances.
Writer: Oliver
Os partidos de esquerda portuguesa ajudaram a comprar os fósforos e agora aparecem com a farda de bombeiros .
Não se tenha ilusões esta crise ( real ) e as reivindicações por habitação a preços comportáveis ( legítima e não apenas para os jovens ) estão a ser usados para a esquerda e ultra-esquerda conseguirem o que não tiveram nas unas.
Dito isto vivemos num Estado de Direito onde o direito à manifestação está consagrado na CRP e como todos os direitos não é ilimitado. Quando uma força policial da ordem de desocupação de um espaço - o acampamento em via pública é ilegal - a ordem é para ser acatada. Não o sendo há consequências ou seria a anarquia ( que interessa a alguns ).
Então a manfia da senhora presidente da câmara de Coimbra entregou casas pagas pelo Estado a ciganos, que as destruíram em meses e agora ainda quer que o Estado as vá reparar e que ainda pague acções de sensibilização para ensinar ciganos a viver em apartamentos?
Isto é motivo para uma bela acampada!
Ou são só os senhorios que são uns bandidos da pior espécie?
Este @psocialista não existe!
Inacreditavelmente, depois de já ter sido desmontada a historieta da viúva ‘despejada’ pela Gebalis, decidiram manter a manifestação em Marvila.
É o grau zero da propaganda e hipocrisia.
"Gente, o NIKOLAS não dá UM MINUTO de paz para o LULA e o PT. É INCRÍVEL!
E o pior, é que tudo que ele fala acaba machucando. Ele não erra um tiro sequer.
INIMIGO NÚMERO 1! KKK
Um brasileiro atacado e insultado por anti-semitas por levar a bandeira de Israel. Isto não é sobre habitação, é sobre promover uma agenda ideológica.
O espaço público não pertence à extrema-esquerda!
Que vergonha!
Rui Tavares, o direito à habitação e ao disparate:
Para não ficar atrás dos comunistas do BE (e do PCP), o comunista Rui Tavares aliviou-se dos habituais delírios, no caso sobre campismo, a “direita”, a polícia e a Constituição, que o dr. Tavares julga, ou finge julgar, prometer uma casa impecável e baratíssima a cada cidadão, na cidade e avenida que o cidadão escolher. Em suma, o dr. Tavares jura que, cito, “quem estava acampado no Porto e em Lisboa pedia uma casa”. Ora o dr. Rui Tavares sabe bem melhor que eu que o objectivo da esmagadora maioria daqueles campistas está longe de se saciar na habitação. Basta olhar para boa parte da Europa para perceber o que aqueles delinquentes querem: querem exactamente o que o dr. Rui Tavares sempre quis.
https://t.co/kbnRZgIwDk via @observadorpt
Os petistas desafiaram Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. Apostavam que ele não aceitaria. Pois bem: Flávio respondeu, foi além e protocolou no Tribunal Superior Eleitoral uma petição oferecendo a abertura de 20 anos de seus sigilos, enquanto Lula havia proposto apenas oito.
Mas Flávio estabeleceu condições para que a transparência seja recíproca e alcance não apenas os protagonistas do debate, mas também pessoas, empresas e documentos relacionados a Lula.
Entre as exigências estão a abertura dos sigilos de Lulinha, de empresas ligadas à família Lula, do Instituto Lula, do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto e de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, apontado pela campanha como um dos auxiliares cujos telefones seriam utilizados pelo presidente.
Flávio também exige acesso aos sigilos de Roberta Luchsinger, Edson Claro, Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, nomes relacionados às investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS.
A lista inclui ainda a divulgação integral dos gastos dos cartões corporativos da Presidência desde 2023, despesas relacionadas a Janja, sua agenda de compromissos e registros de entrada e saída dos filhos de Lula e de pessoas ligadas às investigações no Palácio da Alvorada.
No caso Banco Master, Flávio cobra registros de reuniões de Lula com Daniel Vorcaro, informações sobre voos, visitantes e movimentações relacionadas ao banqueiro.
A defesa também solicitou ao TSE que Lula seja formalmente intimado a responder às condições apresentadas.
A diferença é que Flávio não se limitou a aceitar o desafio: ampliou o período de oito para vinte anos e exigiu que a abertura alcance também a estrutura de relações pessoais, empresariais e institucionais do presidente.
Era transparência que os petistas exigiam? Pois bem, Flávio apresentou sua proposta à Justiça Eleitoral.
Agora cabe a Lula responder se aceita as condições e apresentar os documentos exigidos. Veremos.
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme).
Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident.
Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité.
Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison.
Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme.
Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable.
Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion.
C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part.
Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes.
Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre.
Alors pardon. Et au travail.
Nikolas Ferreira acaba de publicar o vídeo mais importante desta reta final das eleições, expondo diante do Brasil uma realidade escondida pelos discursos políticos de Lula da Silva: a vida de nordestinos que envelheceram ouvindo promessas de prosperidade, mas continuam enfrentando a pobreza e a falta de serviços básicos.
Nascido em Pernambuco, Lula construiu parte de sua identidade pública em torno da origem nordestina, do combate à fome e da promessa de melhorar a vida dos brasileiros mais pobres.
Mas o discurso político e as narrativas de Lula encontram a dura realidade. Mulheres e homens relatam suas dificuldades e trazem nos olhos a verdade de uma vida que passou, enquanto tudo continua do mesmo jeito, no chão de terra. Histórias de sofrimento, doenças e dificuldades que atravessam gerações.
As promessas de Lula em 2002 continuam as mesmas em 2026. Vinte e quatro anos separam esses dois momentos, mas só restaram palavras ao vento e a sensação de um futuro roubado.
O Nordeste não pode ser lembrado e usado apenas nas eleições; a dignidade de seu povo precisa ser restaurada. O Nordeste é Brasil! E nenhuma nação pode falar em progresso enquanto milhões de seus cidadãos ainda esperam por direitos básicos.
O futuro do Nordeste não pode ser apenas mais uma promessa. Precisa se tornar realidade! E somente o próprio povo nordestino poderá ser protagonista dessa mudança!