Hundreds of Jewish students at @Columbia just published one of the most incredible student letters I have ever read.
It's not only magnificently written, but it also clearly articulates their experiences on campus for the past six months.
Their letter tells the story of what's it like being a Jewish student right now better than any professor like myself could ever do.
Please take 4-5 minutes to read their letter.
Give Jewish students a voice.
https://t.co/nsWNScaoZS
In a few years, I don't think you will need an army of developers to build products. Orgs will be flat and everyone will be mostly spending their time in coding activities again. This is a huge milestone for the industry because the majority of the big orgs are dysfunctional and burning money.
LULA NÃO ENTENDEU QUEM FOI HITLER
Venha entender com Pedro Doria .
Existe um motivo pelo qual nunca nenhum político responsável, nenhum diplomata, jamais compara qualquer ato que esteja ocorrendo com o Holocausto. É porque nada se compara com o Holocausto. Nem genocídios unanimamente considerados genocídios por todos os lados, como o do Camboja durante o governo Pol Pot, nem estes são comparados com o Holocausto.
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O problema, aqui, não é apenas que Lula tenha perdido por completo o senso de proporção. O problema aqui é que alguém tem de ter a frieza de olhar para o discurso de Lula na política externa e dizer que não há qualquer coerência interna por nenhum critério objetivo. Nem a estratégia Sul-Sul explica como Lula vê o mundo. Na mesma entrevista coletiva na qual comparou a Guerra de Gaza com o Holocausto, saiu em defesa do governo russo a respeito da morte do líder de oposição Alexey Nalvany.
Lula, nisto, é que nem Bolsonaro. É incrível. Sempre defende Vladimir Putin. No caso de Bolsonaro a gente compreende, é por irmandade ideológica. No caso de Lula? Compreende-se alguma cautela em acusar um governo. Tudo bem. Mas frases como “para que essa pressa de acusar”? O presidente parecia tão indignado com a acusação contra a Rússia quando estava com as mortes em Gaza. A ditadura russa mata jornalistas, mata líderes de oposição, mata traidores. Ou, então, somos obrigados a acreditar que há uma imensa coincidência no fato de que as vozes mais altas contra Putin tendem a ter misteriosas mortes violentas.
Nós não sabemos quantas pessoas morreram durante a Guerra da Chechênia. A Anistia Internacional coloca em 30 mil civis. Pelo menos dez mil civis morreram diretamente ligados à intervenção russa na Síria. O número de mortes na Guerra da Ucrânia já passa dos 100 mil com facilidade. Dependendo de quem conta, passa dos 300 mil. Putin é o ditador mais sangrento do mundo, neste momento. Para ele, Lula guarda toda cautela. Israel é comparada com a Alemanha Nazista.
Números da ONU. Já morreram 150 mil pessoas na Guerra do Iêmen. Ela está ocrrendo neste momento. Há estimativas de mais de 200 mil mortos. Ao fim de 2023, o Sudão acumulava quase seis milhões de pessoas deslocadas de suas casas por conta da guerra civil. Estão ocorrendo neste momento, em todo o mundo, mais de 30 conflitos, a maioria deles em países africanos. Em Myanmar morreram quase 15 mil pessoas no ano passado, mais vinte mil no ano anterior.
Estes números são todos estimados. ONGs, Cruz Vermelha, Anistia Internacional, imprensa. É difícil contabilizar. De acordo com o Hamas, o total de mortos hoje, 19 de fevereiro, chegou a 29 mil pessoas. É mais de 1,5% da população de Gaza. É muito, tá? Muita gente. Israel tem um governo de extrema direita exatamente igual a Trump, a Orbán, a Putin. Ao nosso Bolsonaro. Por uma década as eleições terminaram com a população rachada em dois dando para a coligação de Benjamin Netanyahu aquela fração mínima a mais para formar governo. É o primeiro governo israelense que abandonou por completo negociações de paz desde que Yitzhak Rabin apertou a mão de Yasser Arafat, em 1993. É também um governo profundamente impopular, desde o momento em que não foi capaz de evitar o pogrom de 7 de outubro do ano passado.
Governos populistas de extrema direita são um problema, são um problema grande. São uma ameaça à própria população e aos vizinhos. Nós tivemos o nosso. Imagina Bolsonaro presidente e Nicolás Maduro ameaçando invadir a Guiana? Vocês imaginam? A gente viu o que ele fez durante a pandemia.
Tem algumas conversas que a gente precisa ter. Mas a primeira de todas é entender o que o Holocausto foi. Porque o Holocausto foi grande demais para usarmos seu exemplo como quem compara dois times de futebol.
Adolf Hitler baseou o movimento que o levou ao poder, na Alemanha, na ideia de que houve uma facada pelas costas. Segundo ele, que era do baixo oficialato do Exército alemão durante a Primeira Guerra, o país estava vencendo o conflito, em 1918. Mas um grupo de pessoas muito poderosas convenceu o governo do contrário e, assim, a Alemanha se entregou. Sim, a história é absurda. Mas numa Alemanha aos frangalhos da virada dos anos vinte para os trinta, colou com gente o suficiente. Este grupo de pessoas misteriosas era formado por gente muito poderosa, muito distante, que toma decisões sobre os destinos de sociedades inteiras com o objetivo de fazer dinheiro. Judeus.
O antissemitismo já existia na Europa antes de Hitler. Sempre existiu contando essa história mesmo: o judeu é o estrangeiro em sua própria terra, é o que nunca tem em vista os interesses de seu país, é ganancioso, articula por fora. E, naquela época, muitos governos levavam como se fossem verdade científica ideias ligadas a eugenia. Isso é o contexto. Mas o Partido Nazista era algo especial, era diferente até naquele contexto. Hitler chegou ao poder em 1933 e a expressão “o problema judaico” se estabeleceu no vernáculo alemão. Em 1934, ataques frequentes a sinagogas, lojas cujos donos eram judeus, ações de boicote, já eram comuns. Mais de uma fogueira de livros escritos por judeus foi armada.
O ponto fundamental aqui é o seguinte. O Nazismo é um tipo muito particular de fascismo. Ele tem o nacionalismo, aquele bando de gente uniformizada, o líder carismático, o populismo, a defesa de um passado heróico da nação, a ação violenta, tem tudo isso. A ideia de uma sociedade pesadamente hierarquizada, Estado centralizador. Um fascismo como os outros fascismos. Mas o nazismo se organiza pelo antissemitismo. Nenhum outro era assim. O nazismo existe porque há um inimigo interno por derrotar na Alemanha e este inimigo são os judeus. Todos os judeus. E, se possível, todos os judeus da Europa. Eles são os inimigos alemães antes de qualquer outro grupo. Antes de quaisquer outras nações. Essa convicção orientou as decisões militares alemãs.
No início de 1935, saiu a primeira orientação do governo contra judeus. Era uma recomendação aos cartórios para que não emitissem licença para casamentos entre judeus e não-judeus. Aí, em setembro daquele ano, houve a grande manifestação de Nurenberg. Milhares de afiliados do partido, suásticas por toda parte, Leni Riefenstahl filmando O Triunfo da Vontade. É o filme que inventou a propaganda política moderna. Hitler anunciou as Leis de Nuremberg ali. Casamentos terminantemente proibidos, mas não só. Relações sexuais entre qualquer não-judeu com judeu foram proibidas também. Mulheres alemãs com menos de 45 foram proibidas de trabalhar em casas de famílias judias. Sabe como é. O que poderia acontecer com uma moça jovem numa casa de judeus. Judeus foram proibidos de usas símbolos que representassem a Alemanha, pois afinal não eram cidadãos plenos.
Veja, estamos em 1935. Cinco anos antes da guerra. No ano seguinte, médicos judeus foram proibidos de trabalhar nos hospitais e clínicas públicos. O direito de votar foi cassado para todos os judeus.
A gente não chegou ao Holocausto ainda. Mas Lula não falou em Holocausto, não é? Falou, essas são as palavras dele, “O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino, não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus.” Bem, esta é a história de como Hitler começou a construir o Holocausto e já é radicalmente diferente da relação entre Israel e Palestina. Israel se ergueu com uma ideologia, o Sionismo, que pretende criar uma terra para os judeus viverem e terem autonomia para se defender. Hitler criou uma ideologia baseada no extermínio de um grupo de pessoas. Israel existe como existe porque o Holocausto aconteceu.
As estrelas amarelas com identificação obrigatória na roupa vieram só em 1941. A quantidade de leis, vocês não têm ideia. Judeus foram proibidos de ter acesso a telefones, de ter animais de estimação, de ter rádios. Judeus cegos foram proibidos de andar com sinais que os identificassem como cegos. E a gente não chegou no Holocausto ainda.
Durante nove anos, entre 1933 e 42, lentamente o cerco foi fechando. Os guetos, bairros fechados nos quais todos judeus eram obrigados a viver em condições subhumanas, dos quais nunca podiam sair, foram estabelecidos entre 1941 e 42. Hitler já vinha falando em eliminação total dos judeus da face da Europa desde um discurso em 1939. Mas era no discurso, não havia nada organizado. Até o ano de 42, um milhão de pessoas morreram por serem judias. Mas é porque podia matar. Não estava organizado ainda. Não era eficiente. Não se entende o Holocausto sem compreender que o Holocausto foi eficiente.
É importante a gente botar isso aqui em números. Em 1933, ano no qual Hitler foi eleito, 9,5 milhões de judeus viviam na Europa. Correspondiam a mais da metade dos judeus do mundo, o resto espalhado principalmente pelo Oriente Médio e Norte da África, mas em crescente imigração para as Américas. Uma população total de pouco mais de 15 milhões de pessoas. Até 1941, por conta do cerco nazista se fechando, já haviam morrido um milhão. Em 1942 a Solução Final foi implementada. Os guetos onde todo mundo estava essencialmente preso foram esvaziados e as pessoas transferidas para os campos de extermínio. Precisaram inventar soluções tecnológicas para matar uma quantidade grande de pessoas ao mesmo tempo. As câmaras de gás foram isso. Uma máquina eficiente, documentada, projetada com o único propósito de exterminar gente em quantidade na menor quantidade de tempo possível. E não basta matar rápido. É preciso se livrar dos corpos rápido. Não é fácil matar milhões de pessoas em três anos. Ao todo, morreram seis milhões de judeus.
Vale assistir As 200 Crianças do doutor Korczak, do cineasta polonês Andrzej Wajda, sobre como era viver no gueto imediatamente antes da Solução Final. O Ovo da Serpente, do sueco Ingmar Bergman, é sobre esse lento crescimento do nazismo. Como a coisa foi engolfando todo mundo. Tem um filme recente, está na HBO Max, se chama Conspiração. Com Kenneth Branagh, Stanley Tucci, Colin Firth. Sobre como se organizou a Solução Final. Nenhum destes é filme sobre os campos de concentração e extermínio. É sobre como se chegou aos campos.
É possível argumentar que os nazistas só perderam a guerra porque investiram tanto esforço em um único propósito inútil para a vitória militar. A Solução Final. Eliminar todos os judeus da Europa. Olhs, só nesta década em que entramos, a de 2020, a população de judeus do mundo voltou ao seu número pré-Hitler. 80 anos depois. Só agora cruzou-se a marca dos 15 milhões no mundo. Isto é um genocídio. Isto foi o Holocausto.
Segundo números oficiais da Autoridade Palestina, a população palestina era de 1,7 milhões de pessoas em 1948. São, hoje, 14 milhões de palestinos. Isto não é um genocídio. Essas pessoas precisam do seu país.
Benjamin Netanyahu, o premiê de Israel, é um Jair Bolsonaro. É também o primeiro-ministro mais impopular da história de Israel. Por quê? Porque não foi capaz de cumprir com sua obrigação mais básica: proteger de uma chacina de grandes proporções a sociedade. Sim, Israel é um país que nasceu de um trauma profundo. É um país obcecado com sua segurança. E cercado por muitos vizinhos que incentivam ou diretamente defendem seu extermínio. Netanyahu boicotou o que pôde, durante dez anos, um acordo de paz. Mas, agora, um acordo de paz será preciso. A sobrevivência de Israel depende do nascimento do país Palestina. E este é um direito de todos os palestinos. Direito à sua própria terra.
Guerras são brutais. Guerras matam. Guerras são tragédias. Durante guerras sempre ocorrem crimes de guerra. Sempre. Em 2003, a ONU declarou Grozny, capital da Chechênia, a cidade mais destruída do mundo. Foi praticamente posta abaixo pelo governo Putin. Século 21. Aleppo, a cidade mais populosa da Síria, foi posta no chão. Pelos russos, tá? Ao final de 2016, não havia mais nenhum hospital funcionando. Aliás, a tática dos sírios e dos russos foi a de atacar hospitais primeiro. Bombas de gás letal foram jogadas sobre a população. Morreram entre 30 e 50 mil pessoas só lá. Em Aleppo. Sempre depende de quem faz a conta. Essas contas em guerra nunca são precisas.
Lula está errado. O que está acontecendo na Faixa de Gaza já aconteceu antes, não é muito raro. Ele devia saber disso. Nós humanos fazemos essas coisas. O que só aconteceu uma vez foi o Holocausto. Daquele jeito, daquele jeito precisou de um governo muito específico que era simultaneamente muito tecnicamente capaz, de um nível de ódio racista abissal e de uma burrice estratégica sem tamanho.
O que, na boa, a gente precisa se perguntar não é quem se parece com Hitler. Ninguém se parece com Hitler. O que a gente precisa é parar com indignação seletiva a respeito de que guerras nos doem, que mortes choramos e quais ignoramos.
Secrecy is so detrimental to the AI field and to the world right now. It fuels misinformation, sends tons of researchers and ressources to the wrong directions and leads to dangerous mistakes like bad regulation because of public opinion fears. I wish leaders of the field would take this issue more seriously and foster more transparency and openness!
🧵The ‘settler colonialism’ paradigm erases everything one needs to know to properly understand the I-P conflict. It misses everything that distinguishes the Jewish return to Palestine from White European Settler Colonialism. Here are the four key differences. (1/10)
You can be amazed at Generative AI (and LLMs), while still recognizing their limitations.
You can be concerned about Generative AI (and LLMs) opening up new attack surfaces, while still not stressing about fake threats.
You can resist both hype and doom.
Imagine!
I agree with Yann on this.
The risk of human extinction within 30 years is extremely low -- it likely requires making Earth inhospitable to human life, so that it’s not possible even for small pockets of humans to survive. This could happen from global thermonuclear war, pandemic, or (much less likely) asteroid strike. Over very long timescales (hundreds of years), low birth rates/population collapse leading to a long, slow decline of humanity is also possible. In comparison to these risks, the idea of rogue AGI killing off 8 billion people seems much less tangible and much more remote.
Having more intelligence available to humanity -- including both human intelligence and artificial intelligence -- arms us better to tackle many problems, including existential ones like the ones mentioned above. So I believe AI will reduce the all-cause extinction risk for humans.
If we want humanity to survive and thrive for the next 1,000 years, rather than slowing AI down with burdensome regulations, I would rather make it go faster.
Altman, Hassabis, and Amodei are the ones doing massive corporate lobbying at the moment.
They are the ones who are attempting to perform a regulatory capture of the AI industry.
You, Geoff, and Yoshua are giving ammunition to those who are lobbying for a ban on open AI R&D.
If your fear-mongering campaigns succeed, they will *inevitably* result in what you and I would identify as a catastrophe: a small number of companies will control AI.
The vast majority of our academic colleagues are massively in favor of open AI R&D. Very few believe in the doomsday scenarios you have promoted.
You, Yoshua, Geoff, and Stuart are the singular-but-vocal exceptions.
like many, I very much support open AI platforms because I believe in a combination of forces: people's creativity, democracy, market forces, and product regulations.
I also know that producing AI systems that are safe and under our control is possible. I've made concrete proposals to that effect.
This will all drive people to do the Right Thing.
You write as if AI is just happening, as if it were some natural phenomenon beyond our control.
But it's not. It's making progress because of individual people that you and I know. We, and they, have agency in building the Right Things.
Asking for regulation of R&D (as opposed to product deployment) implicitly assumes that these people and the organization they work for are incompetent, reckless, self-destructive, or evil. They are not.
I have made lots of arguments that the doomsday scenarios you are so afraid of are preposterous. I'm not going to repeat them here. But the main point is that if powerful AI systems are driven by objectives (which include guardrails) they will be safe and controllable because *e* set those guardrails and objectives.
(Current Auto-Regressive LLMs are not driven by objectives, so let's not extrapolate from their current weaknesses).
Now about open source: your campaign is going to have the exact opposite effect of what you seek.
In a future where AI systems are poised to constitute the repository of all human knowledge and culture, we *need* the platforms to be open source and freely available so that everyone can contribute to them.
Openness is the only way to make AI platforms reflect the entirety of human knowledge and culture.
This requires that contributions to those platforms be crowd-sourced, a bit like Wikipedia.
That won't work unless the platforms are open.
The alternative, which will *inevitably* happen if open source AI is regulated out of existence, is that a small number of companies from the West Coast of the US and China will control AI platform and hence control people's entire digital diet.
What does that mean for democracy?
What does that mean for cultural diversity?
*THIS* is what keeps me up at night.
“Hey I invented fire”
“Are you serious right now? Fire burns you, and it’s a threat to everyone’s livelihood”
Cue fire getting canceled and legally restricted to governments and approved researchers
@lak_luster That's exactly what ActivityPub and Mastodon do, and it's a very lively community. Unfortunately, seems to be more complex to sign up than most people are willing to accept
FWIW, if you prefer a corporate-backed system, Meta has promised to federate Threads
For any product problem, small or large, start with the goals & motivations of your users and then explore the creative space of how you can address those goals & motivations in ways that will also meet your business goals & metrics, and then within that region of the solution space, creatively mix-and-match to further optimize your business goals & metrics.
Most people take the reverse approach, starting with business goals & metrics, then fitting in users’ goals & motivations, which often leads to predictably similar and undifferentiated features & products. Paradoxically, an excessive fixation on business goals & metrics during the conception of solutions can lead to worse outcomes on those very goals & metrics.
All 7 women in this survey said "no" to "Is an AGI likely to cause civilizational disaster if we do nothing?".
6/7 warned of that narrative distracting from corporate power grabbing and other immediate risks.
Only 5/15 men said "no" to this question.
(p-value for χ² = 0.014)
@DynamicWebPaige English for me personally, but I know there are many in my country who don't speak it.
I suppose it's a moot point, though, since you can just get the LLM to translate it.
A tragedy of product work everywhere is that too many teams are actively anti-creative, and when they have to re-evaluate why their product is not winning, they excitedly come up with efficiency ideas rather than questioning the mindset that led to this plight in the first place.