🚨🗣️New: Zlatan Ibrahimovic on Vinicius Junior refusing the mandatory halftime interview with FIFA at the World Cup:
“People are shocked that Vinícius walked away from a halftime interview. I am shocked that anyone thinks he should have stopped in the first place.
Halftime is not a television studio. Halftime is not a podcast. Halftime is not a red carpet. Halftime is the heartbeat of a football match.
For 45 minutes, players are warriors in a storm. They run, they fight, they suffer, they bleed. Then they get 15 precious minutes to recover, to breathe, to listen, to think. And FIFA wants to spend part of that time chasing soundbites? That is like pulling a Formula 1 driver out of his car during a pit stop and asking him how the race is going.
And FIFA’s idea is to shove a microphone in the player’s face and ask, ‘How do you feel?’
How do you think he feels? He’s exhausted.
This is modern football’s biggest disease. Everything is content. Everything is sponsorship. Everything is television. The match hasn’t even finished and they’re already trying to manufacture headlines.
They tell us they care about player welfare. Really? Then why are players playing more games than ever? Why are tournaments expanding? Why are injuries increasing? And now they want halftime interviews too? The hypocrisy is unbelievable.
Halftime is sacred. It belongs to the players and the coaches. That’s where games are won. That’s where tactics change. That’s where injuries get treated. That’s where leaders speak. It is not a media circus.
And don’t tell me this is for the fans. Fans want better football, not a tired player giving a robotic 20-second answer because somebody sold another broadcast package.
Vinícius understood that. He chose football over public relations.
The funniest part? They threaten him with a fine. A fine. As if that changes the principle. If I were there, I’d pay it too. Because some things are worth more than money.
If FIFA really had their way, they’d put microphones in the dressing room and call it innovation.
Football should come first. Not content. Not commercials. Not corporate greed.
For once, a player pushed back. And that’s exactly why so many people are angry.”
Guillem Balague, da BBC, revela que o filho de Carlo Ancelotti, Davide Ancelotti, auxiliar técnico da Seleção Brasileira, garantia, dias antes da convocação, que nem pensavam em levar Neymar para a Copa.
Depois da convocação do jogador do Santos, Guillem perguntou para Davide o porquê da mudança. O ex-técnico do Botafogo disse que, para o pai, seria melhor ter alguém como Neymar por perto que longe, afinal, a ausência dele, com tantos amigos na mídia e idolatrado por outros jogadores, seria apontada como razão de qualquer mau resultado e a responsabilidade cairia sobre o italiano.
Davide ainda disse que o pai deu três condições para a convocação de Neymar: não seria um dos capitães; seria reserva; deixaria de postar tanto nas redes sociais durante a Copa.
o vídeo dessa mulher me irritou tanto. mas o que realmente dói é que nada vai acontecer. NADA. porque o racismo no Brasil é o crime perfeito, a ponto de ser postado e as vítimas ainda serem acusadas de doidas. tomara que o negão se ligue depois dessa.
Tem uns 16 anos que Neymar sequestrou a seleção pra ser palco desse sonho que nunca vem, dessa eterna promessa de menino prodígio. Sequestrou a seleção, a imprensa, os jogadores iguais a ele e até uns veteranos como Romário.
É um retumbante sucesso como business, mas um projeto falido e triste como atleta e homem público. Um sujeito que não amadureceu e o que o dinheiro transformou em um pária quando poderia ter se tornado um grande herói dessa geração. Não conseguiu, nem conseguirá. Não importa se for ou não pra Copa.
E tomara que vá, pra encerrar essa carreira de forma melancólica, agarrado a seleção que ele ajudou a desmoralizar nesses últimos anos, enterrando mais ainda o que já foi uma delírio e paixão nacional.
O governo Lula anunciou, com pompa, que está construindo uma proposta para liberar a realização de exames, cirurgias e mutirões da fila do SUS em clínicas e hospitais privados. Pelo que foi divulgado, parte dos atendimentos seria paga diretamente com recursos públicos. Outra parte poderia ser “compensada” com o abatimento de dívidas tributárias dessas instituições com a União. A medida vem sendo apresentada como um avanço inteligente: utilizar a estrutura já instalada no setor privado, acelerar os atendimentos e reduzir o sofrimento de quem aguarda há meses. Parece simples. Parece eficaz. Parece justo.
Mas é preciso olhar com mais atenção.
O que está sendo vendido como solução pragmática é, na prática, um passo concreto na consolidação de um modelo em que o setor privado se torna peça central — e privilegiada — na política pública de saúde. Em vez de fortalecer o SUS com investimentos duradouros, ampliar sua capacidade de resposta, contratar mais profissionais, modernizar instalações e garantir autonomia de funcionamento, o governo opta por transferir recursos e renunciar a receitas em nome da suposta “celeridade”. Hospitais privados lucram duas vezes: prestam os serviços e, em alguns casos, ainda se livram das dívidas com o Estado. Enquanto isso, a rede pública segue sendo tratada como secundária — como se fosse um quebra-galho, e não o eixo estruturante do direito à saúde no país.
E o contexto torna tudo ainda mais grave. Com o Novo Arcabouço Fiscal impondo travas crescentes aos investimentos sociais, medidas como essa — apresentadas agora como emergenciais — tendem a se tornar permanentes. Quando os limites orçamentários apertarem de fato, a justificativa já estará pronta: “não há espaço fiscal”, “o SUS não dá conta sozinho”, “é preciso buscar parcerias”. O que deveria ser exceção vira regra. E o Estado abandona seu papel de garantidor de direitos para se limitar à função de contratante de serviços privados.
Não se trata de ignorar o drama das filas. Mas sim de entender como esse drama está sendo instrumentalizado para justificar um projeto de reconfiguração do sistema de saúde. Em vez de resolver o problema pela raiz — com expansão e fortalecimento do SUS — opta-se por um atalho que, no médio prazo, fragiliza ainda mais a rede pública e consolida a lógica da mercantilização. O resultado é previsível: um SUS cada vez mais esvaziado, mais dependente, mais simbólico. E uma saúde cada vez mais orientada pelo lucro — sustentada com dinheiro público.
Parece avanço. Mas é retrocesso com selo técnico. Um desmonte em suaves parcelas, apresentado como modernização, que enfraquece o público e fortalece interesses privados. Se essa rota não for interrompida agora, ela se tornará irreversível. E quando nos dermos conta, o que restará do SUS será apenas a memória de um projeto que um dia ousou ser universal.
A Economia das TARIFAS DE IMPORTAÇÃO.
A política de tarifas de Trump já é uma das decisões mais destrutivas da história recente. Vem comigo entender:
1 O que ele fez
2 Por que é uma péssima ideia
3 Se é uma ideia ruim, por que ele fez?
4 O que pode acontecer agora
Segue o fio 👇
nego acha q realmente ofende a gente falando mal dos jogadores do Flamengo na seleção kkkkkkkkkkkkk
onde o Wesley e o Ortiz tem que jogar mesmo eles jogam, aliás por mim jogador nenhum do Flamengo seria convocado
"ain esse jogador do flamengo é ruim" aí vai ver o time q torce: tomou pirocada do Mengo recentemente
A taça foi pro BOPE, mas não veio pro Maracanã. O atacante titular (e cobrador de pênaltis) foi retirado de um jogo com 14 desfalques.
Mais uma vez, o Flamengo é a última das prioridades desses merdas.
Mas faltam apenas 40 dias pra serem enxotados do clube.
Seremos! ❤️🖤
Após hat-trick nesta terça (22), Vini Júnior mandou recado para a torcida do Flamengo:
“Sempre de olho no meu Mengão, meu time do coração. Estamos em mais uma final (Copa do Brasil). Quero desejar boa sorte a todos os jogadores e torcedores. Que possamos ganhar mais uma vez”, disse o Cria do Ninho, em entrevista à TNT. #colunadofla
Uganda acaba de descobrir reservas de ouro no valor de mais de 10 trilhões de dólares.
Quanto tempo para que Uganda precise "urgente" de uma "intervenção" pela "democracia" ou "direitos humanos"? Tudo em inglês, claro.