Lionel Messi na Copa do Mundo FIFA 2026:
1º em Nota Sofascore (9.01)
1º em gols (8)
1º em dribles certos (24)
1º em grandes chances criadas (8)
1º em passes decisivos (26)
2º em assistências (4)
2º em finalizações no gol (18)
2º em duelos ganhos (51)
🇦🇷🐐
Inclusive, pode se assumir que o próprio Cristo rezou ela na Santa Ceia.
Mas isso eles ignoram.
Pensam em uma liturgia estética ao invés de celebrativa.
Focam no rito tridentino, e esquecem de todos os outros missais que a Igreja já teve.
É cego. É burro. É ignorante demais.
O problema do tradicionalista é pensar que a Liturgia começou em Trento.
Ignora 15 séculos de Igreja, inclusive a forma de celebrar das primeiras comunidades cristãs.
A Sacrosanctum Conclium inicia justamente mencionando uma reforma baseada nas tradições primitivas.
O que hoje se observa em relação à Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) não é um fenômeno isolado, mas o desdobramento de um processo iniciado há várias décadas. A progressiva restrição à Missa Tradicional em latim representa o ponto culminante de uma estratégia que buscava, desde o pós-Concílio Vaticano II, redefinir profundamente a identidade litúrgica da Igreja. A recente orientação de algumas dioceses brasileiras para que os fiéis não participem das celebrações da FSSPX é vista, nesse contexto, como mais um passo dessa trajetória.
A liturgia nunca foi considerada uma questão meramente disciplinar, mas o coração da vida da Igreja. Alterar a forma como a Igreja reza significaria, inevitavelmente, influenciar a forma como ela crê e vive. Não por acaso, muitos citam o antigo princípio lex orandi, lex credendi: a lei da oração molda a lei da fé. Assim, modificar a liturgia seria também modificar a percepção do sagrado, da transcendência e do próprio sentido do sacrifício eucarístico.
O fato é que, desde o início do século XX, existia o propósito de adaptar o catolicismo às categorias culturais do mundo contemporâneo. Essa adaptação envolveria não apenas mudanças pastorais, mas também uma releitura da tradição, da autoridade e da própria compreensão da missão da Igreja. A reforma litúrgica seria, nessa perspectiva, um dos instrumentos mais eficazes para promover essa profunda e revolucionária mutação cultural.
Nesse sentido, a permanência da Missa Tradicional sempre representou um obstáculo. Sua linguagem, seu silêncio, sua orientação para Deus, o uso do latim e a continuidade orgânica com séculos de tradição eram vistos como um testemunho vivo daquilo que existia antes das reformas. Enquanto essa liturgia permanecesse acessível, haveria um referencial concreto para comparar as mudanças ocorridas.
É por isso que as restrições sucessivas impostas ao rito tradicional passaram a ser parte de um movimento "de cima para baixo". Em vez de surgir espontaneamente das comunidades, essas decisões seriam fruto de diretrizes administrativas e disciplinares provenientes da autoridade eclesiástica, buscando uniformizar a prática litúrgica e reduzir espaços de dissenso. Foi um processo que tratou-se menos de uma questão de comunhão e mais de uma disputa sobre a identidade da Igreja.
A Fraternidade Sacerdotal São Pio X ocupa um lugar singular. Embora sua situação canônica seja considerada irregular pela Santa Sé, seus membros afirmam preservar integralmente a doutrina, a liturgia e a disciplina anteriores às reformas conciliares. A FSSPX tornou-se um ponto de referência justamente porque continuou celebrando a liturgia tradicional quando ela praticamente desapareceu em grande parte do mundo católico.
Nas últimas décadas, houve um crescimento significativo do interesse pela Missa Tradicional entre jovens, seminaristas e famílias numerosas. Em diversos países, comunidades ligadas ao rito antigo apresentaram vocações abundantes e forte participação de fiéis. Esse fenômeno crescente é uma evidência de que a liturgia tradicional continua exercendo grande atração espiritual, contrariando a expectativa de que desapareceria naturalmente com o tempo. Nesse contexto, orientações episcopais desencorajando a participação em celebrações da Fraternidade são apenas uma medida disciplinar, como parte de um esforço mais amplo para limitar a expansão da tradição litúrgica. A preocupação não estaria restrita à questão canônica da FSSPX, mas visa alcançar toda manifestação de apego ao patrimônio litúrgico anterior à reforma de 1970. É o modus operandi implacável dos revolucionários modernistas, hoje triunfantes.
Os bispos que emitem orientações contra a Missa de Sempre costumam invocar a necessidade de preservar a unidade da Igreja, favorecer a plena comunhão com a Santa Sé e evitar que os fiéis frequentem comunidades cuja situação canônica permanece irregular. Eles se justificam dizendo que o objetivo declarado não é combater a tradição em si, mas orientar os fiéis quanto às implicações eclesiais de participar regularmente dessas celebrações.
Mas na realidade restringir a liturgia antiga significa enfraquecer um patrimônio espiritual que pertence a toda a Igreja e romper um elo visível com sua história. Tudo isso nos causa perplexidade, mas nada disso abala a nossa fé. Considero pertinente e convicente o "estado de necessidade". Rezamos para uma correção de rota e um caminho de volta que se faz necessário, pela revogação da Traditiones Custodes e pelo crescimento natural cada vez mais do sensus fidei pela restauração da verdadeira identidade católica.
A grande burrice dessa galera é, por exemplo, criticar a oração das oferendas.
Dizem que é "judaizante" (o que é um argumento de fezes por si só, mas beleza), mas não sabem onde a Igreja começou a usar.
A oração atual é mais próxima do que as comunidades primitivas rezavam.
@HermesNery2 O problema do tradicionalista é pensar que a Liturgia surgiu em Trento, e descarta 15 séculos de história litúrgica.
A Liturgia "de sempre" não tem nada de sempre. Muita coisa foi introduzida ao longo do tempo - inclusive sendo mais "modernas" do que ritos da missal romano.
Quando a oferta é melhor do que eu posso oferecer, eu até incentivo a ir mesmo.
Tem que escolher o que é melhor para a carreira.
Segurar funcionário por segurar acaba com qualquer time.
troquei de emprego, fui avisar meu ex chefe da minha demissão e a reação dele foi tipo
que legal 😁😁😁
eh isso ai mesmo 😃
tem que crescerrrrr 😄
evoluir 😃
top 👏👏👍
parabens 😁
vai pra cima 😉
da horaa 😁
fiquei ate com pena de sair, muito firmeza