Yesterday, Claude Code launched /goal.
Two weeks ago, Codex shipped the same feature.
This is not a coincidence. It is the industry productizing a pattern that has been emerging in agentic engineering: using AI for computational exploration.
Imagine the task:
“Reduce checkout P95 latency by 25%.”
In the usual workflow, you investigate bottlenecks, form hypotheses, run tests, and use AI as an assistant.
With /goal, the workflow inverts: you define a measurable target and let the agent work.
It maps the repo, generates hypotheses, changes code, runs tests, measures, and iterates until the needle moves.
This is solving in computational mode: metric-guided search, in a loop, until a viable solution appears.
But here is the important part: the agent’s output should not be treated as final code.
An agent exploring autonomously tends to leave traces: hacks, debug prints, failed hypothesis logic.
Merging that directly pollutes the codebase.
The ideal flow:
1. Treat /goal as a scrappy branch.
2. When it reaches the target, inspect what it discovered.
3. Distill the learning: real bottleneck, working approach, right path.
4. Then write a clean, well-architected PR.
The point is not to merge the exploration. It is to learn from it.
Levei a Teller para Buenos Aires e ela resolveu nossa viagem.
No feriado da Páscoa, fui com minha esposa e nossas famílias para a Argentina.
9 pessoas, 4 dias.
Em 2024, esse mesmo grupo viajou pela Califórnia. Na época, usamos Splitwise Inc. para registrar e dividir as despesas da viagem.
Ajudou? Sim. Mas irritou na mesma proporção.
Todo mundo odiou ter que registrar os gastos manualmente - descrever a despesa, incluir o valor, a data. Como o processo era burocrático, os lançamentos acumulavam e, na hora de atualizar, ainda esbarrávamos no limite de três transações por dia.
Em vários momentos, estávamos mais preocupados em não perder o controle das contas do que em aproveitar o passeio.
Dessa vez, a Teller cuidou de tudo.
O primeiro teste foi antes mesmo do embarque. Comprei os ingressos de um show de tango para todos. Em 5 minutos, a transação já estava dividida no grupo.
E o melhor: a Teller ajustou automaticamente minhas finanças para refletir essa divisão. Ao invés de mostrar uma despesa de R$ 3.000 - valor total dos 9 ingressos - ela considerou no meu resumo apenas a minha parcela de R$ 300 e pouco.
Não fosse isso, a análise ficaria completamente prejudicada - qualquer outro app alertaria de forma equivocada que torrei R$ 3 mil em lazer, quando na verdade gastei uma fração disso.
Isso sem falar na montoeira de Pix que eu receberia de reembolso - e que a Teller identifica e abate do gasto automaticamente.
Foram 71 transações compartilhadas. E apenas 4 Pix para acertar as contas no final.
Com a Teller, bastou cada um abrir o próprio extrato no app, selecionar as transações e, com um clique, enviar para divisão.
Sem digitar o nome da transação, o valor ou a data. Sem abrir o app do banco para conferir o que gastou. E sem limitação de lançamentos.
Divisão de despesas entre família ou amigos sempre cria uma tensão silenciosa. Quem pagou o quê, quem tá devendo, quem vai cobrar.
Nessa viagem, isso não existiu. A conta chegava, alguém pagava, e o assunto morria ali. Zero atrito, zero constrangimento. O acerto ficava para a Teller resolver depois.
Quer usar a Teller na sua próxima viagem?
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"Quanto preciso juntar para me aposentar daqui 30 anos e manter meu padrão de vida?"
Essa é uma pergunta real que um usuário fez para o agente da Teller.
Em segundos, a Teller analisou o custo de vida e as economias dele em todos os bancos, simulou a evolução desse dinheiro pelas próximas três décadas e devolveu não só o número final, mas também a meta de quanto ele precisa guardar por mês para chegar lá.
As dúvidas que recebemos variam de:
"Estou gastando demais?"
"Como posso economizar mais?"
Até coisas como:
"Quanto preciso dar de entrada num apartamento para a parcela ficar mais ou menos igual ao meu aluguel?"
"Estou gastando demais?" parece simples. Mas para responder de verdade, é preciso considerar quanto você ganha, quanto gasta, em quê, como isso se compara com o seu padrão de vida e se sobra alguma coisa no final.
A do apartamento é ainda mais complexa — exige identificar o aluguel atual e simular cenários de financiamento, taxa de juros e prazos para estimar a entrada necessária.
Até hoje, a alternativa real para responder essas perguntas era um consultor financeiro. Custa caro, leva tempo — e ninguém faz isso toda vez que bate uma dúvida.
Então a pergunta ficava sem resposta, e as pessoas tomavam decisões no escuro.
A Teller muda isso. Nosso agente já conhece a sua vida financeira e consegue te entregar, na mesma hora, uma resposta personalizada, calculada em cima dos seus dados reais.
Quer testar e fazer suas perguntas?
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É hoje! Enfim saímos de stealth para apresentar a Teller. 🚀
A Teller surgiu da nossa obsessão em resolver um problema fundamental: como fazer com que qualquer pessoa — independente de conhecimento, tempo ou dinheiro — tenha a melhor vida financeira que poderia ter?
Eu fui usuário assíduo de aplicativos financeiros no passado. Na prática, nenhum resolve a dor, porque a proposta deles é te dar uma ferramenta para que você possa ter mais "controle financeiro".
Eu não quero mais controle financeiro. Eu quero poder ter MENOS controle financeiro.
A maioria de nós não tem tempo para ficar acompanhando, organizando e tomando decisão o tempo todo.
A gente quer simplesmente deitar a cabeça no travesseiro tranquilo, sabendo que está tudo certo com nosso dinheiro.
"Controle financeiro" é apenas um meio para o que realmente nós valorizamos:
Ter clareza do que está acontecendo com o dinheiro.
Ter confiança de que estamos tomando as melhores decisões.
Ter a paz de ver nosso patrimônio evoluindo e nos aproximando dos nossos objetivos.
O dinheiro deveria nos comprar tempo, não nos exigir mais.
Ainda assim, o caminho que nos ensinam é sempre o mesmo:
Monitorar gastos. Categorizar despesas. Fazer planejamento. Estudar finanças.
A verdade é que fazer tudo isso exige uma quantidade de tempo, conhecimento, disciplina e disposição que nenhum ser humano tem.
Mas a Teller tem.
A Teller é um agente de IA que faz esse trabalho por você — automaticamente.
Ela conecta suas contas, entende sua vida financeira e age por você, garantindo que as decisões certas aconteçam ao longo do tempo.
Nós criamos a Teller porque acreditamos que a tecnologia deve tirar peso das costas das pessoas — e não dar mais tarefas a elas.
A nossa missão é garantir que qualquer pessoa tenha o mesmo cuidado com o dinheiro que, antes, era privilégio de quem podia pagar por esse tipo de serviço.
Nosso objetivo é que ninguém mais precise lidar com apps de banco, aplicativos financeiros ou planilhas para ter o melhor resultado possível com o seu dinheiro.
Você segue com a sua vida. A Teller resolve o resto.
Nossa ambição começa aqui, com você, e não para enquanto não chegarmos a 200M de brasileiros.
Se você também quer viver com a tranquilidade de saber que seu dinheiro está sendo bem cuidado, cadastre-se na nossa waitlist.
Link nos comentários.
🎁 As primeiras 100 pessoas terão 1 ano de uso gratuito, acesso prioritário a funcionalidades e a oportunidade de construir o futuro das finanças com a gente desde o começo.
Vamos juntos!
"Fintech B2C no Brasil? Desista, ache outra coisa para construir."
Ouvi isso de dezenas de pessoas da indústria.
Por que eu discordo delas e por que esse é o melhor momento da história para construir fintech B2C 👇
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Fui para Stanford porque queria criar uma fintech B2C no Brasil. Depois de 4 anos advogando para algumas das maiores fintechs do país, eu vi de perto o impacto que elas causavam - e também a quantidade de problemas que ainda seguiam sem solução.
Desde o início do MBA até hoje, conversei com centenas de pessoas da indústria. E muitas - talvez a maioria - delas me disseram:
"Fintech B2C no Brasil já foi resolvido. Se eu fosse você, acharia outra coisa para construir."
Os argumentos eram que “quase 100% dos brasileiros já estão bancarizados, o Nubank levou crédito a mais de 100 milhões de clientes, o Pix resolveu os pagamentos… para que mais uma fintech consumer?”
Eu nunca acreditei nisso.
Toda vez que ouço esse conselho, me pergunto se eu e o interlocutor vivemos no mesmo Brasil.
67% dos brasileiros não economizaram nada no ano passado.
52% não têm nenhuma reserva financeira.
23 milhões pagam mais juros do que deveriam.
51 milhões têm dinheiro parado em conta corrente sem render nada.
Mais de 80 milhões estão inadimplentes.
Para além dos dados, nosso dinheiro está espalhado em 5 apps diferentes e não temos nenhuma clareza do todo.
Evitamos lidar com finanças porque gera ansiedade (para 49% dos brasileiros, esse é o motivo #1 de ansiedade).
Convivemos com diversas dúvidas diariamente, sem ter com quem tirá-las ou obter aconselhamento adequado.
Vemos uma infinidade de produtos financeiros à disposição, mas nenhum jeito fácil de compará-los ou entender as nuances de cada um.
Temos cada vez mais decisões a tomar, e parece que precisamos ser experts em finanças para dar conta de tudo.
Isso, para mim, está longe de ser um mercado resolvido.
Inclusão financeira foi apenas o início. Mas há muito ainda o que se fazer para garantir uma vida financeiramente saudável a todos os brasileiros.
E esse é o melhor momento da história para solucionar esses problemas.
A IA agêntica trouxe possibilidades infinitas a um custo marginal baixíssimo. O Open Finance e a iniciação de pagamento tiraram dos bancos o monopólio sobre nossos dados e movimentações financeiras.
Para quem enxerga fintech B2C como “oferecer mais uma conta ou cartão”, realmente o mercado está para além de saturado.
Mas para quem olha com mais atenção, a próxima onda não será empurrar mais produtos. Será resolver o caos financeiro, trazer clareza e orientação, reduzir a carga mental e aumentar a prosperidade e segurança das pessoas. Aí, sim, há um oceano azul inteiro a ser explorado.
A bancarização foi o capítulo 1. Nós estamos na primeira página do capítulo 2.
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