URGENTE - Mooska.
A PROFECIA DO CARTÓRIO
"Produtora registrou em documento juramentado que a PF bateria à sua porta se ela não aceitasse delatar Flávio Bolsonaro. Hoje a polícia cumpriu a ameaça."
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão nesta manhã e acabou apreendendo a certidão de óbito do próprio método inquisitorial de Brasília.
Dentro da casa de Karina Gama, produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, os agentes recolheram um documento de quatro páginas.
Não é uma anotação clandestina.
É uma declaração juramentada, redigida e datada antes da operação acontecer, que descreve com precisão de minutos e nomes o roteiro da coação política no Brasil.
A empresária deixou registrado:
Disseram a ela que, se não aceitasse forjar uma delação premiada contra Flávio Bolsonaro, viraria alvo de uma operação policial cinematográfica por pura retaliação política.
Hoje, os camburões bateram à porta dela.
Não foi a polícia que desvendou um crime.
Foi o Estado que cumpriu, com atraso de semanas, a ameaça que ela havia registrado em cartório.
O documento detalha a anatomia dos três emissários do poder:
Primeiro contato: 22 de maio de 2026, às 9h07.
O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, ofereceu apoio jurídico e afirmou possuir grande proximidade com o ministro Flávio Dino, colocando-se à disposição caso a produtora quisesse fazer uma delação premiada.
A empresária recusou por não ter o que delatar.
Segundo contato: 27 de agosto de 2026, às 11h22.
Um líder religioso com trânsito no governo federal e no Supremo Tribunal Federal procurou a empresária a pedido de interlocutores dessas autoridades.
O recado foi explícito: se ela fizesse a delação, nada aconteceria com ela e ela não seria alvo de nenhuma operação policial.
Ela recusou novamente.
Terceiro contato:
Um jornalista de imprensa tradicional entrou em cena para pressionar, afirmando que ela estaria servindo de bucha de canhão para o candidato e que a recusa em colaborar resultaria em medidas judiciais imediatas.
O desfecho do documento redigido por Karina antes de sofrer a busca é devastador:
"Como não cometi nenhuma irregularidade e como não fiz nenhuma delação premiada, tenho receio de que alguma operação policial possa ser realizada contra a minha pessoa por retaliação política e não porque cometi algum ilícito."
Está tudo aí, em preto no branco.
A delação premiada em Brasília deixou de ser meio de obtenção de prova para se tornar instrumento de extorsão estatal.
Aperta-se o elo mais fraco da corrente, manda-se o recado pelo filho do oligarca, pelo pastor e pelo repórter amestrado.
Se o alvo se recusar a mentir contra o adversário político da vez, o aparato repressivo do Estado é acionado para fabricar a culpa na marreta.
E por que o desespero em caçar Flávio Bolsonaro a qualquer custo?
Basta olhar a pesquisa do PoderData divulgada hoje: Flávio lidera no segundo turno contra o presidente da República.
Quando o sistema percebe que as urnas estão escapando do controle, o tribunal e a polícia entram em campo como linha de montagem eleitoral.
O documento apreendido pela Polícia Federal nesta manhã não incrimina a produtora.
Ele incrimina a República.
Zumm...
#Brasil
#DARKEHORSE
#STF
#Eleições2026
Fiquem atentos: a recorrente expressão “crise no STF” é parte de uma operação de desinformação, cujo objetivo é nivelar a lei (representada por André Mendonça) e o crime (representado por Moraes e seus comparsas). Denunciem toda vez que toparem com essa expressão.
E, se você é de direita – seja político, jornalista, influenciador etc. – JAMAIS reforce o uso dessa expressão. André Mendonça não faz parte da “crise do STF”. Ele é a solução para a “crise”, ao procurar identificar e responsabilizar a banda podre do STF (bem como da PGR e da PF) por seus laços com Daniel Vorcaro.
🚨 OUÇAM O MEU APELO, BRASIL — CADÊ OS SENADORES DA REPÚBLICA?
Estamos chegando a um ponto gravíssimo. André Mendonça não pode ficar sozinho enquanto enfrenta uma crise dessa dimensão institucional. Não sabemos qual será o próximo golpe que o ministro André poderá sofrer a qualquer momento.
Neste país, quem faz o certo é julgado como errado. Não é de hoje que vemos isso!
CADÊ OS SENADORES? CADÊ A SESSÃO PARA FAZERMOS O NOSSO PAPEL?
Precisamos pressionar Davi Alcolumbre a enfrentar o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes e as demais medidas que estão sobre a mesa. E, se a Presidência continuar paralisando o Senado, vamos buscar o seu afastamento.
Senadores: VOLTEM PARA BRASÍLIA.
Ao povo brasileiro: COBRE AGORA O SENADOR DO SEU ESTADO.
Quem está tentando cumprir seu dever institucional não pode ser abandonado justamente na hora em que mais precisa das instituições funcionando.
É HORA DE UNIÃO. É HORA DE SENADO. É HORA DE CADA SENADOR MOSTRAR DE QUE LADO ESTÁ.
Senador que só vai para o microfone ou para as redes reclamar do Presidente do Senado por não pautar impeachment de ministro do STF está apenas fazendo teatro para a sua base.
O Regimento Interno é claro: o Presidente não tem poder absoluto nem irrecorrível. Se a denúncia fica na gaveta, qualquer senador pode levantar Questão de Ordem e recorrer ao Plenário (arts. 48, 403 e 405 do RISF). O Plenário é soberano e decide por maioria.
Se ninguém protocola o recurso e não força a votação, a conclusão é óbvia: não falta instrumento regimental, falta coragem e voto.
O Presidente serve de escudo conveniente: ele assume o desgaste de engavetar, enquanto os parlamentares fingem indignação sem ter de arcar com o ônus político de abrir o processo. Queixa em rede social sem ação no plenário é aceitação tácita.
🚨Urgente: Ala do STF já quer anular provas contra Alexandre de Moraes. ME AJUDE A COMBATER ESSA NARRATIVA!
Compartilhe este vídeo para combatermos essa tese fake que querem criar para blindar Moraes‼️