🚨 ‼️ O BRASIL ODEIA, ABOMINA A CIÊNCIA ‼️ 🚨
Um país que não entende que para se tornar uma potência mundial tem que é investir em ciência e tecnologia, não tem a menor chance de dar certo!! E esse é o retrato do Brasil, que investe muito mais em políticos, para sustentar todo o sistema podre que toma conta disso aqui do que na ciência e na tecnologia ! Esse gráfico resume a minha frase, O BRASIL ODEIA A CIÊNCIA!!!!
@RenanSantosMBL Não precisa acabar com as bets. Precisa endurecer a regulação: proibição de propagandas, proibição de uso de cartão de crédito, exigência de comprovação de renda mínima...
NOTA INSTITUCIONAL ASCGU/001/2026
Ao Estado Brasileiro, às Instituições da República e à Sociedade Civil
A Associação dos Servidores da Controladoria-Geral da União – CGU (ASCGU) dirige-se ao Estado brasileiro, às instituições republicanas e à sociedade civil para apresentar visão distinta daquela recentemente divulgada em artigo de autoria do Ministro da CGU publicado na imprensa nacional, bem como expor preocupações institucionais profundas acerca do progressivo enfraquecimento estrutural da Controladoria-Geral da União (CGU).
A presente manifestação não possui natureza político-partidária. Trata-se de manifestação institucional de membros da carreira de Finanças e Controle em atuação na CGU, servidores concursados e permanentes do Estado brasileiro, cuja atuação transcende governos, administrações e conjunturas políticas.
A CGU não se confunde com a gestão circunstancial de um governo. A verdadeira CGU do Estado brasileiro é composta por milhares de servidores efetivos que, ao longo de décadas, permaneceram exercendo suas atribuições constitucionais e legais de auditoria, fiscalização, correição, transparência, ouvidoria e combate à corrupção com independência técnica, continuidade institucional e compromisso republicano.
Nesse sentido, causa preocupação a narrativa constante do artigo “Um país que voltou a investigar”, publicado na Folha de S. Paulo em 20/05/2026, segundo a qual o Brasil teria retomado sua capacidade investigativa apenas a partir de 2023. Tal leitura desconsidera que a capacidade de investigação, fiscalização e controle da CGU jamais deixou de existir, justamente porque é exercida por um corpo funcional permanente de Estado, composto por servidores concursados que permaneceram atuando em todos os governos da República.
As operações especiais realizadas pela CGU ao longo das últimas décadas – inclusive as mais recentes – não decorrem de rupturas políticas ocasionais, mas da continuidade técnica e institucional proporcionada pela carreira de Finanças e Controle em atuação no órgão. A expertise acumulada pelos servidores da CGU permitiu que a instituição permanecesse produzindo resultados relevantes independentemente das alternâncias político-partidárias.
Ao associar o fortalecimento do combate à corrupção exclusivamente a determinado ciclo político-administrativo, a narrativa oficial acaba por invisibilizar o papel desempenhado pelos servidores efetivos da instituição e reduzir a complexidade histórica do controle interno brasileiro a uma leitura conjuntural e governamental.
Mais grave: tal narrativa é apresentada em um contexto de evidente deterioração estrutural da própria CGU.
Os dados institucionais demonstram quadro alarmante de fragilização:
•A força de trabalho da CGU caiu de aproximadamente 2.700 servidores, em 2008, para cerca de 1.672 servidores em 2021, representando redução próxima de 38%;
•A média de servidores da última década permaneceu substancialmente inferior à observada na década anterior, configurando déficit estrutural de centenas de cargos efetivos;
•Cerca de 10% da força de trabalho finalística encontra-se atualmente em abono de permanência, evidenciando iminente agravamento do quadro de aposentadorias;
•Desde 2021, não houve autorização de novo concurso público para recomposição adequada da força de trabalho da instituição;
•Dos 375 servidores empossados em 2022, 189 solicitaram exoneração até fevereiro de 2026, índice de evasão superior a 50% em pouco mais de três anos;
•A participação orçamentária da CGU no Orçamento Geral da União sofreu deterioração significativa na última década, acompanhada de redução contínua dos valores reais disponíveis para o exercício das atividades finalísticas; e
•Persistem profundas distorções remuneratórias em comparação com carreiras congêneres do Poder Executivo Federal, cenário que compromete severamente a retenção de talentos e a atratividade institucional.
Não há fortalecimento efetivo do controle interno (SEGUE...)
O Brasil pode perder a capacidade de controlar o uso do dinheiro público. Carta de servidores da @CGUonline aponta declínio estrutural no órgão: menos servidores, evasão acelerada, 5 anos sem concurso público e redução do orçamento.
O enfraquecimento do controle interno compromete diretamente a fiscalização e amplia riscos de corrupção e desperdício.
#EDITORIAL
O que a Folha pensa | República do Supremo que pode tudo. Regime em que ministros atingem qualquer tema sem provocação nem distanciamento precisa de correção.
https://t.co/FZvAYtdCri
EDITORIAL | O Supremo debochou do Brasil – “O efeito é a corrosão ainda maior da credibilidade da Corte, vista como uma ermida para o corporativismo”. Leia o texto completo em https://t.co/wNsszn5GP6 (@opiniao_estadao)
EDITORIAL | A reputação de Dias Toffoli – “A palavra de um juiz, para ser digna de confiança, precisa ser respaldada por uma biografia imaculada – o que, como resta evidente, não é o caso”. Leia o texto completo em https://t.co/gDSshyDIKZ (via @opiniao_estadao)
EDITORIAL | ‘Operação abafa’ em ação – “A CPI do Master continua parada, e uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin contribuiu para mantê-la nesse limbo”. Leia o texto completo em @opiniao_estadao → https://t.co/nhmUmkmoYo
O ministro Flávio Dino é líder de um grupo político no Maranhão; e usa o poder do STF para acertar contas e se impor no Estado. O inquérito xandônico agora a serviço de descobrir as fontes de jornalista. https://t.co/4kaz2FAlBu
#EDITORIAL
O que a Folha pensa | Moraes usa o arbítrio para proteger o colega Dino. Operação policial contra jornalista determinada pelo ministro afronta a liberdade de expressão.
https://t.co/5v6AY6kGXi
Estou curioso em relação a esse novo conceito de “perseguir”.
Querendo saber se o jornalista está proibido de perseguir a notícia, caso ela comprometa quem pode persegui-lo judicialmente.
A corrupção da linguagem está na raiz do autoritarismo.
EDITORIAL | Escárnio – “Quando autoridades acreditam poder oferecer versões que desafiam a aritmética e o senso comum sem sequer enfrentar uma investigação, algo está profundamente pervertido na ordem republicana”. Leia o texto completo em https://t.co/kX5nf2ATfN (@opiniao_estadao)
Lista dos 35 senadores que assinaram o requerimento de criação da CPI para apurar as relações de Toffoli e Moraes com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Na ordem de assinaturas:
1. Sen. Alessandro Vieira (MDB/SE)
2. Sen. Astronauta Marcos Pontes (PL/SP)
3. Sen. Eduardo Girão (Novo/CE)
4. Sen. Magno Malta (PL/ES)
5. Sen. Luis Carlos Heinze (PP/RS)
6. Sen. Sergio Moro (União/PR)
7. Sen. Esperidião Amin (PP/SC)
8. Sen. Carlos Portinho (PL/RJ)
9. Sen. Styvenson Valentim (PSDB/RN)
10. Sen. Marcio Bittar (PL/AC)
11. Sen. Plínio Valério (PSDB/AM)
12. Sen. Sen. Jaime Bagattoli (PL/RO)
13. Sen. Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
14. Sen. Damares Alves (Republicanos/DF)
15. Sen. Cleitinho (Republicanos/MG)
16. Sen. Hamilton Mourão (Republicanos/RS)
17. Sen. Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
18. Sen. Jorge Kajuru (PSB/GO)
19. Sen. Margareth Buzetti (PP/MT)
20. Sen. Alan Rick (Republicanos/AC)
21. Sen. Wilder Morais (PL/GO)
22. Sen. Izalci Lucas (PL/DF)
23. Sen. Mara Gabrilli (PSD/SP)
24. Sen. Marcos do Val (Podemos/ES)
25. Sen. Rogério Marinho (PL/RN)
26. Sen. Flávio Arns (PSB/PR)
27. Sen. Laércio Oliveira (PP/SE)
28. Sen. Dr. Hiran (PP/RR)
29. Sen. Flávio Bolsonaro (PL/RJ)
30. Sen. Nelsinho Trad (PSD/MS)
31. Sen. Marcos Rogério (PL/RO)
32. Sen. Wellington Fagundes (PL/MT)
33. Sen. Carlos Viana (Podemos/MG)
34. Sen. Efraim Filho (União/PB)
35. Sen. Tereza Cristina (PP/MS).
O requerimento foi protocolado pelo senador Alessandro Vieira nesta segunda-feira, 9 de março.
Era necessário o mínimo de 27 assinaturas.