o uso não irônico de "theyfab" em discussões lusófonas é muito engraçado, por que a gente sequer tem um pronome neutro reconhecido na nossa língua e ninguém faz uso de terminologia sobre "assigned gender at birth" aqui
this can be rephrased in a gentler way by saying “if you go outside you realise people come in many many many varying shapes and sizes and the differences between trans and cis people are way smaller than people who don’t go outside think”
eu na internet: não-binário, qualquer pronome, panromantico e assexual
eu quando preciso de emprego: HOMEM, CIS e HETERO. Pronomes? HO/MEM. Tipo? Mulheres góticas baixinhas. Altura? 1,90cm. Uma banda? Deftones.
Maria Rita revelou que não consegue ouvir músicas de sua mãe, Elis Regina:
“Não ouço porque dói. É um trauma, grosseiramente falando. ‘Com quatro anos de idade, sua mãe te botou para dormir e quando você acordou, ela sumiu.’”
a lot of the recycled trans discourse on here boils down to "i see trans men as women and trans women as men, and if you disagree with me you're the REAL transphobe"
engraçado que os relacionamentos lésbicos são o tipo de amor que foge das normas sociais e do patriarcado mas isso não impediu os movimentos e os espaços de socialização lésbicos de serem extremamente excludentes e racistas com lésbicos negras e indígenas né kkkkkk ai ai
Assim, eu to num relacionamento n��o mono fechado enquanto meu namorado é extremamente ciumento
A questão de ser não mono não é não ter ciúmes é só lidar de forma saudável com ele
theyfabs: "i constantly identify myself by my birth sex (AFAB) and my they/them pronouns"
trans people: "you are a theyfab"
theyfabs: Nooooo this is so hecking problematic and misogynistic and etc