O PSOL cresceu, elegeu algumas das maiores expressões da esquerda brasileira e conquistou os votos para ultrapassar a cláusula de barreira. No Espírito Santo uma fraude na chapa eleitoral (com as chamadas candidatas laranjas) distorceu o resultado eleitoral. Vamos acionar a justiça para derrubar essa fraude armada contra as mulheres e contra o psol. Temos um papel importante na luta para derrotar a extrema direita e estamos prontos para arregaçar as mangas.
@DFDaDepre@maxmacieldf@kekabagno Eu vou de Keka Bagno 50123! Quero a primeira mulher negra de esquerda me representando na CLDF e fortalecendo a bancada do PSOL junto com o Max
@unbsincera Essa colinha tá quase igual a minha! Pra distrital não tenho dúvidas: é @kekabagno 50123 , que coordenou a Comissão de Direitos Humanos durante o último mandato do Fábio. É quem realmente pode fazer o Gabinete 24 continuar vivo enquanto o Fábio ocupa o Congresso Nacional
Não é bem isso o que está sendo noticiado pela imprensa, governadora. Relatos de vários veículos, inclusive da imprensa especializada em economia, apontam que o ministro consultou todas as partes sobre a continuidade das negociações. O impasse sobre os termos do acordo, no entanto, permanece. Nem sequer um novo prazo teria sido estabelecido.
Pelo que foi noticiado sobre a reunião, quem parece estar prejudicando o DF é a sua gestão, que distorce os fatos, inventa metodologias e insiste na falta de transparência para esconder da população a realidade sobre a crise do BRB.
MITADA HISTÓRICA!
Erika Hilton MASSACRA deputado espalha-lixo do Ceará: "humilhante é se tornar deputado ensinando depilação íntima na internet. Viva a classe trabalhadora brasileira e o presidente Lula!"
O que justifica um policial militar atingir uma pessoa com spray de pimenta diretamente nos olhos? Se defender de uma potencial agressão? Imobilizar um suspeito?
Ao defender a ação do PM que atingiu o deputado Fábio Félix com spray de pimenta, o GDF admite que policiais também podem usar o dispositivo, de forma gratuita, simplesmente por terem o trabalho questionado.
Se um parlamentar, presidente da comissão de direitos humanos, que tem entre as prerrogativas fiscalizar o trabalho da polícia, pode ser alvo desse tipo de ação, admite-se que a PM também pode usar spray de pimenta em qualquer caso em que se questione a conduta de um policial.
É um precedente perigoso.
A tarifa zero é possível no DF e eu sempre defendi essa medida desde o nosso primeiro mandato. Agora o governador Ibaneis anuncia a gratuidade do transporte público aos domingos e feriados, após um longo histórico da sua gestão em tentar restringir o direito ao Passe Livre.
Um claro sinal de que os coletivos por direito à cidade e nós, da esquerda, sempre tivemos razão ao defendermos esta luta.
Quem não se lembra quando, em 2019, Ibaneis queria acabar com o passe livre estudantil? Fizemos muito barulho e o governador teve que recuar.
Na mesma época, eu apresentei um projeto que ampliava o passe livre no DF. O texto foi construído em conjunto com o Movimento Passe Livre, estudantes, acadêmicos, professores e familiares de alunos.
A nossa proposta garantia a gratuidade também para estudantes do entorno matriculados no DF, estudantes que concluíram o ensino médio e se matricularam em cursinho, que estejam em estágio obrigatório, do CILs, de modalidades esportivas e para qualquer horário ou itinerário.
Aprovamos o projeto na CLDF, o governador Ibaneis VETOU. Conseguimos derrubar o veto, que virou a Lei nº 7422/2024. E o que Ibaneis fez? Recorreu à justiça e conseguiu anular a lei.
Faço essa retrospectiva para lembrar que essa medida que o governador anunciou hoje não veio de bom grado. Foi arrancada pela pressão social e como parte de uma crescente demanda nacional, que tem feito até políticos de direita recuarem na maneira que pensam a política de mobilidade urbana.
Garantir a gratuidade aos domingos e feriados é um primeiro passo importante rumo à tarifa zero total, mas é preciso avançar.
Se queremos começar a desafogar o trânsito caótico de Brasília, o governador precisa parar de priorizar políticas focadas no uso de transporte individual e estender a gratuidade no transporte público para todos os dias da semana.
@giugiutadini O PT está entregando tudo para as aves de rapina do mercado financeiro e como retorno vai receber uma derrota eleitoral. Não aprendeu nada com a história
Há mais de um ano, junto a outros colegas, estou produzindo estudos técnicos, escrevendo artigos acadêmicos, organizando atividades e denunciando incansavelmente o pacote fiscal de perversidades antipopular que agora vem à tona — um pacote que ataca saúde, educação, direitos trabalhalhistas e as pessoas idosas e com deficiência em situação de extrema pobreza. Todos que acompanham a política de perto sabiam que esse pacote estava sendo elaborado no Ministério da Fazenda desde o primeiro semestre de 2023 e que seria apresentado logo após as eleições municipais.
Infelizmente, organizações, partidos e políticos de esquerda optaram por um conveniente silêncio para proteger os interesses do Ministro Haddad e da Faria Lima, impedindo a reação popular a tempo de barrar o pacote. Na prática, alinharam-se a um modelo neoliberal autoritário, que silencia o debate democrático e ignora os interesses populares, negociando às portas fechadas com a FEBRABAN e bloqueando até mesmo os poucos instrumentos de participação democrática no parlamento, como os debates e audiências em comissões.
Nem mesmo a direção do PSOL, meu próprio partido, ou um dos nomes mais conhecidos da legenda, o deputado federal Guilherme Boulos, se pronunciaram. Esse silêncio, neste momento, soa como cumplicidade — por isso, um posicionamento imediato é fundamental.
Alguns ex-ministros do PT, como José Temporão, da Saúde, e Roberto Amaral, de Ciência e Tecnologia, já assinaram o manifesto contra esse pacote de perversidades. O Ministro do Trabalho, um petista histórico, declarou que pediria demissão caso o pacote avançasse; o Ministro da Educação afirmou que não aceitaria tais medidas. E a direção do PSOL? Silenciosa. Até mesmo figuras como o camarada Valério Arcary, da Resistência, parecem ter evitado expor essa batalha à militância, mantendo-a distante do necessário enfrentamento.
Confesso que a atitude da parte do meu partido que controla a burocracia (mas perdeu a direção moral e ideológica ao se afastar dos anseios da militância) é uma das maiores decepções políticas que já experimentei. Com todas as divergências internas que tenho com essa ala, não esperava por essa omissão. Afinal, o que unia o PSOL era o compromisso de defender a classe trabalhadora e os mais pobres, nunca de atacá-los.
É igualmente revoltante ver editoriais e colunas na Folha de SP, Globo, Estadão, Valor Econômico e outros veículos do mercado financeiro apoiando o pacote, enquanto alguns ainda tentam justificar que “não podem se posicionar” sobre algo que “não existe,” mesmo com setores contrários aos interesses populares se manifestando há mais de um ano. Os representantes do grande capital estão declarando guerra abertamente há muitos meses, e os nossos?
Aliás, será que muitos dos principais intelectuais e especialistas em orçamento, saúde, educação, direitos sociais, macroeconomia e áreas afins, que assinaram o manifesto contra o pacote antipopular ao lado de mais de 20 mil militantes, acadêmicos, comunicadores populares e sindicalistas, estão realmente lutando contra algo que “não existe” e estariam descolados da realidade? Seria a ampla mobilização da Febraban e de seus veículos, com uma verdadeira e custosa guerra ideológica, realizada pela aprovação de um pacote que simplesmente não existe?
Ainda assim, mantenho uma convicção sólida no PSOL, pois sei que nosso partido tem uma história e uma militância que não se dobrarão a uma omissão deste tipo. Me enche de orgulho ver dezenas de parlamentares, como as deputadas e deputados federais Luiza Erundina, Sâmia Bomfim, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Tarcísio Motta e Chico Alencar, e a deputada estadual e fundadora do partido Luciana Genro, além de muitos militantes históricos do PSOL, já assinando o manifesto contra esse pacote, posicionando-se com firmeza.
Minha confiança na capacidade do partido de superar momentos difíceis se fortalece ao lembrar que a organização liderada por Guilherme Boulos no PSOL, apesar de muito poderosa na burocracia do partido, já foi derrotada pela militância e pelas demais forças do PSOL quando ousou defender o voto favorável no Novo Arcabouço Fiscal — justamente o instrumento que agora conduz aos ataques que enfrentamos. Digo tudo isso com a tranquilidade de quem é militante em um partido que tem como princípio jamais perseguir alguém por divergências públicas, pois elas fazem parte do processo democrático.
Para aqueles que dizem que “é preciso esperar o anúncio formal para se posicionar,” não há outra palavra: hipocrisia. Vamos aos fatos. Um pacote como esse é impopular até entre os parlamentares do centrão, que, afinal, ainda dependem de votos do povo. Atacar idosos em extrema pobreza, saúde e educação não é algo que passe despercebido pela sociedade e tem enorme custo eleitoral. Claro, sabemos que o Centrão tem seu preço e, se bem pago — talvez com emendas parlamentares—, é capaz de qualquer ataque ao povo. Por isso, Haddad e sua equipe primeiro negociam com o parlamento e setores do governo, contando com o forte apoio da FEBRABAN e da imprensa, antes de apresentar o pacote oficialmente na forma de PEC e/ou Projetos de Lei.
Na política parlamentar, não se queimam etapas em algo tão grande: primeiro garantem os votos dos parlamentares, depois apresentam formalmente as medidas. O Ministro Haddad e o governo federal chegaram ao ponto de negociar apoio ao candidato de Lira à presidência da Câmara em troca de suporte para esse pacote, que impacta diretamente conquistas históricas da classe trabalhadora, conforme amplamente divulgado na imprensa.
Se esse pacote virar PEC ou projetos de lei e for enviado ao Congresso Nacional, o apoio institucional já estará garantido, e qualquer resistência estará seriamente comprometida. Vamos trabalhar incansavelmente para que o pacote jamais chegue a tramitar como PEC ou Projeto de Lei. E tenho convicção de que vamos vencer. A não apresentação desse pacote não será prova de que ele “não existia,” mas, sim, de que a classe trabalhadora o derrotou.
É uma conclusão amarga, mas precisa ser dita: parte da esquerda tem calado sua voz diante dos ataques do capital, esperando receber em troca o respaldo dos aparelhos ideológicos das classes dominantes numa tática puramente eleitoreira. Nessa troca, abdica de sua capacidade de influenciar e, pior, acaba desmobilizando e desarmando a classe trabalhadora diante dos ataques que sabemos que virão. Desarmar a classe trabalhadora para que ela seja atingida sem defesa na guerra contra o capital é uma omissão inaceitável. Eu gostaria de não precisar escrever isto, mas, neste momento, não me resta outra opção.
Noticia maravilhosa neste Dia do Orgulho LGBTQIAPN: depois de mais de duas décadas lutando por justiça, Maria Luiza da Silva conquistou o direito de se aposentar como suboficial da Aeronáutica ✊🏾🏳️⚧️
Em 2000, Maria Luiza foi afastada compulsoriamente para a reserva da FAB depois de afirmar sua identidade de gênero e ser considerada "incapaz para o serviço militar" por ser uma mulher trans.
Desde então ela vem buscando esse reconhecimento legal da patente que teria alcançado se a transfobia institucional não tivesse impedido que ela continuasse na ativa.
Uma vitória histórica para todos as pessoas trans e travestis que lutam por respeito e dignidade pelo Estado brasileiro.
Quem viu o #JN? 👀 Dei uma entrevista falando sobre os absurdos aprovados no #PPCUB e como isso afeta o direito à cidade, o meio ambiente e o título de patrimônio da humanidade.
Mais uma vez Ibaneis faz Brasília ganhar destaque nacional de forma negativa. Desta vez pela ameaça ao tombamento e à preservação da capital do Brasil.
Enquanto o governador se ocupa de atacar a oposição, a cidade vai sendo entregue aos interesses privados.
Brasília não está à venda, governador! E o @psol50df vai recorrer à justiça em defesa do interesse público.
O PSOL-DF está estudando medidas para judicializar o PPCUB. Entendemos que o texto que foi aprovado ontem não teve o debate adequado e seu resultado reforça uma concepção elitista e excludente da cidade, sem o devido cuidado com a preservação ambiental. Brasília não está a venda!
O senhor que está esquecendo que governa o DF há quase SEIS ANOS, que está no segundo mandato e não começou a governar ontem.
Quando o caos na saúde acontece por uma péssima gestão que está precarizando o SUS e o entregando para a terceirização, é também um problema político.
Um problema a ser tratado com prioridade e urgência por nós, deputados distritais, que fomos eleitos pela população para defender seus direitos.
Completamente absurdo o decreto assinado pelo governo do Peru que patologiza a identidade de gênero e trata as pessoas trans e travestis como doentes mentais.
Um grande retrocesso às vésperas do Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia.
Todo apoio e solidariedade aos ativistas LGBTQIA+ peruanos na luta para derrotar essa política discriminatória.
#NadaQueCurar
Escola não é prisão! O governo Ibaneis anunciou que vai colocar detectores de metais e reconhecimento facial em TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS do DF, incluindo as da educação infantil.
Mais uma vez o governo que odeia a educação mostra sua incapacidade de fazer uma gestação pedagógica eficiente. Além de ineficaz, essas medidas terceirizam a responsabilidade do combate ao bullying, ao racismo, à LGBTfobia e outras discriminações que levam à violência nas escolas.
Esse recrudescimento de vigilância já foi adotado em alguns municípios e levantou diversas críticas de especialistas em educação e em segurança pública.
Primeiro porque a violência é um fenômeno socioeconômico complexo e para o qual não há saída fácil. É preciso que haja a união da comunidade escolar, pais, professores e especialistas a fim de desenvolver programas de enfrentamento dessa violência, que não se restringe aos muros da escola.
Os impactos emocionais de um ambiente de vigília e punição, quando deveria ser de acolhimento, são imensuráveis. Em vez de detectores de metais, queremos a contratação de assistentes sociais e psicólogos para as escolas, conforme manda a Lei 13.935/2019.
Dados apontam que as escolas públicas do DF têm um psicólogo a cada 4.538 alunos, o que revela o total descaso com a saúde mental de alunos e profissionais da educação.
Em 30 anos, efetivo do Batalhão Escolar da PMDF sofreu redução de 81%, um projeto essencial para proteção de toda a comunidade, incluindo a escolar.
A secretária de Educação precisa abrir o diálogo com a sociedade e ouvir especialistas, não impor essas medidas polêmicas ouvindo apenas a secretaria de Segurança.
O nosso mandato vai atuar para impedir que esse absurdo seja implementado contra a liberdade das nossas crianças, adolescentes, pais, professores e toda a comunidade escolar.