Computer scientist, musician, traveller, polyglot, IR enthusiast. My 1st account, @Fabme (active since 2007), was hacked. Using this one to recover it.
My account @Fabme was hacked, someone managed to log in, change my email and phone number and now I can't access it again. That account was created in 2007 and I've never had this problem before. Now I'm trying to recover it and I created this account for this sole purpose.
@jaoguariba@prof_de_filo@WeiseFranklin E como eu disse antes: o que tenho para te dizer, muito provavelmente já ouviste e DECIDISTE não acreditar porque não é o que teus donos te mandaram acreditar. E por mim, tudo bem, não estou nem aí para o que pensas ou não. Só acho que é preciso confrontar essas mentiras aqui.
@jaoguariba@prof_de_filo@WeiseFranklin E adianta? Há vários explicando aqui, e você certamente já foi devidamente contestado várias vezes nesses últimos 6 anos, mas prefere continuar a seguir bovinamente o que o seu ídolo dita. Não estou aqui para ensinar marmanjo a pensar; o máximo que faço é contestar o que se deve.
@jaoguariba@prof_de_filo@WeiseFranklin Você não está questionando nada, está apenas seguindo cegamente afirmações mentirosas e burras que seus donos mandaram você apoiar, e você os obedece bovinamente. Ainda tem o desplante de falar em filosofia! Piada pronta.
🚨 Portugal launches AMALIA, the first open-source model developed in European Portuguese. Interesting legal features:
- From an intellectual property perspective, the model was trained using publicly available and legally accessible data, framed within EU law applicable to scientific research.
- The model will be made available under the Apache 2.0 license, and there is a mechanism to report concerns, including intellectual property ones.
- Under the EU AI Act, AMALIA is classified as a General-Purpose AI model, without systemic risk.
- According to the official press release, it was developed following "high standards of security, transparency, and regulatory compliance."
- Portugal aims to strengthen the national AI ecosystem, providing an open model that can be used by everyone, including the public administration, to develop solutions in European Portuguese.
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AMALIA is similar to Apertus, the Swiss AI model built around the idea of national AI development and prioritizing local languages, transparency, and legal compliance.
The new AI nationalism I've been writing about since last year is spreading, and it's great to see Portugal prioritizing its language and national development.
We'll likely see more countries following suit. I'll keep you posted.
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Seis Emblemas, Cento e Vinte Anos: a História Completa dos Símbolos do Sporting Clube de Portugal
Esta quarta-feira, dia 1 de julho de 2026, o Sporting Clube de Portugal completou 120 anos de existência, ou seja, 43 830 dias de história. E assinalou a data da forma mais simbólica possível, revelando, através de um vídeo nas redes sociais, o sexto emblema da sua história. Antes de o mostrar ao mundo, o clube enviou a novidade aos sócios por email, apresentando a nova identidade como uma celebração daquilo que descreveu como o "código" imutável do Sporting ao longo destas doze décadas.
O momento não podia ser mais oportuno para revisitar a história completa dos símbolos leoninos, uma história que atravessa a heráldica portuguesa do início do século XX, um anel de família, uma digressão ao Brasil e até uma cantora que emprestou a voz ao hino mais cantado de Alvalade.
O Leão Que Nasceu Num Anel
Tudo começou no verão de 1905, numa conversa em Cascais entre José Alvalade (na altura José Alfredo Holtreman Roquette), os seus primos José Roquette e António Rebelo de Andrade, e D. Fernando de Castelo Branco, Conde de Pombeiro. Foi a este último que os fundadores pediram autorização para usar, no futuro clube, o leão rampante gravado no anel com o brasão da sua família.
Pombeiro aceitou, mas pôs uma condição: o fundo do símbolo não podia ser azul, a cor original do brasão dos Castelo Branco. Os fundadores escolheram então o verde, uma cor que, segundo o próprio Visconde de Alvalade, avô de José Alvalade e primeiro financiador do clube, simbolizava a esperança depositada no sucesso do novo projeto.
Assim nasceu, em 1907, o primeiro emblema do Sporting, um círculo verde com um leão rampante sobre as iniciais "SCP", produzido pela Casa Anjos, em Lisboa.
Seis Emblemas em Cento e Vinte Anos
Ao contrário do que por vezes se pensa, o símbolo do Sporting já passou por várias transformações. Eis a linha cronológica completa, confirmada esta semana pelo próprio clube:
1907. Primeiro emblema, circular, leão rampante sobre as iniciais SCP, fundo verde.
1913. Segundo emblema, inspirado em modelos trazidos da Alemanha por Hugo Morais Sarmento. Um leão branco num escudo verde, com cercadura preta e o nome completo do clube.
1930. Terceiro emblema, mais simples, um leão de pé sobre fundo verde com as iniciais na base.
1945. Quarto emblema, um dos mais duradouros da história leonina, com a sigla SCP a coroar o escudo pela primeira vez.
2001. Quinto emblema, apresentado a 4 de julho, com o leão a ganhar a cor dourada e três listas brancas a evocar a camisola listada do clube.
2026. Sexto emblema, revelado esta quarta-feira. Inspirado deliberadamente na versão de 1945, devolve ao leão a cor branca, abandonando o dourado de 2001, e recupera contornos mais próximos dos usados durante a maior parte do século XX. O clube lançou ainda uma nova tipografia institucional, a "Sporting Sans", construída a partir das letras do próprio emblema, e um equipamento comemorativo em edição limitada de 1906 camisolas numeradas, uma referência direta ao ano da fundação.
As Camisolas: do Branco ao "Stromp", das Listas ao Brasil
O primeiro equipamento do Sporting, herdado do Campo Grande Football Club, era totalmente branco. A partir de 1908 passou a bipartido, metade verde metade branco, com calções também brancos, que só se tornariam pretos em 1915. Esta camisola só ficaria conhecida como "equipamento Stromp" décadas mais tarde, já nos anos 90, em homenagem a Francisco Stromp, o jogador que a vestiu de forma icónica ao longo de uma década, entre 1908 e 1924, tornando-se um dos grandes nomes fundadores do clube.
A transição para as riscas verticais verdes e brancas que hoje conhecemos aconteceu de forma quase acidental, em 1928, quando a equipa de râguebi já usava um modelo semelhante, inspirado no Racing de Paris. A camisola listada seguiu na bagagem da primeira digressão do Sporting ao Brasil, por ser mais fresca e leve para o clima tropical, e estreou-se nesse contexto a 15 de julho de 1928, em jogo contra o Fluminense, no Rio de Janeiro. Os jogadores gostaram tanto do modelo que este acabou por substituir definitivamente a camisola bipartida como equipamento principal.
"Leões" e "Lagartos"
A alcunha mais orgulhosa dos adeptos, "Leões", deriva diretamente do leão rampante do emblema e simboliza a força e a nobreza que os fundadores sempre quiseram para o clube. Já "Lagartos" é uma alcunha de origem rival, com duas explicações populares em disputa: uma associa-a à cor verde do equipamento, a outra recorda o primeiro campo do Sporting, cuja bancada de madeira pintada de verde lembrava, vista de longe, as costas de um lagarto ao sol. Hoje, muitos adeptos usam o termo com ironia e até orgulho.
As Canções Que Se Cantam Em Alvalade
O hino não oficial mas mais cantado do Sporting é a "Marcha do Sporting", composta por Eduardo Damas, autor da letra, e Manuel Paião, autor da música, e interpretada originalmente pela cantora Maria José Valério. É esta marcha que soa em Alvalade momentos antes do apito inicial, com os adeptos a estender os cachecóis e a cantar em uníssono.
Nos últimos anos, os adeptos adotaram ainda uma segunda canção, "O Mundo Sabe Que", tornada popular precisamente no momento em que os jogadores entram em campo. Trata-se de uma versão em português de "My Way", o clássico imortalizado por Frank Sinatra e originalmente uma canção francesa. A imprensa portuguesa tem descrito esta adoção como a tentativa do Sporting de criar o seu próprio equivalente ao "You'll Never Walk Alone" do Liverpool, e o momento em que soa em Alvalade, com milhares de vozes em uníssono, tornou-se um dos rituais mais emocionantes do estádio.
Jubas, o Leão Que Só Nasceu no Século XXI
Muita gente associa o Jubas, a mascote oficial do Sporting, aos anos 90, mas a verdade é mais recente. O concurso para a criar foi lançado em maio de 2003, dentro do projeto de modernização "Sporting 3ª Geração", com o objetivo de aproximar o clube dos adeptos mais jovens. O vencedor só ficou definido em dezembro de 2004, e o projeto ficou depois praticamente parado até ao final de 2010. Foi só em 2011, com direito a casting para escolher quem "daria vida" ao leão de peluche gigante, que o Jubas começou verdadeiramente a marcar presença nos jogos em Alvalade.
O Lema e as Honras de Estado
"Esforço, Dedicação, Devoção e Glória" é o lema oficial do clube, escrito nas paredes do túnel de acesso ao relvado de Alvalade e nas instalações da Academia de Alcochete. Ao longo da sua história, o Sporting recebeu também condecorações oficiais do Estado português, entre as quais se contam o título de Comendador da Ordem Militar de Cristo, atribuído a 20 de fevereiro de 1932, e o de Oficial da Ordem de Benemerência, a 5 de outubro de 1935, distinções que o clube ainda hoje exibe junto à sua designação oficial.
Uma Academia com o Nome de um Campeão
Inaugurada em 2002, em Alcochete, a academia de formação do Sporting foi rebatizada em 2020 como Academia Cristiano Ronaldo, em homenagem ao mais famoso produto de formação do clube. Foi também nesta academia que, por coincidência, a equipa principal orientada por Rui Borges regressou aos trabalhos precisamente no mesmo dia em que o novo emblema foi revelado, arrancando oficialmente a pré-temporada 2026/27.
Um Símbolo Que Nunca Parou de Mudar
Talvez a maior curiosidade sobre os símbolos do Sporting seja esta: o clube que os adeptos por vezes descrevem como "eterno" e "imutável" já mudou de emblema seis vezes em 120 anos. Cada geração de sportinguistas cresceu com uma versão ligeiramente diferente do mesmo leão, e cada mudança reacendeu o mesmo debate entre inovação e nostalgia que voltou a repetir-se esta semana. Não por acaso, a Torcida Verde vinha defendendo publicamente há tempos o regresso ao símbolo usado entre 1945 e 2001, e foi precisamente na versão de 1945 que o clube foi buscar a inspiração principal para o emblema de 2026.
Seis emblemas, cento e vinte anos, um único código genético: o leão que nunca se rende. Cada geração de sportinguistas herda o mesmo escudo e a mesma obrigação, a de o levar mais longe do que a geração anterior alguma vez imaginou. O contorno muda, a cor do leão oscila entre o branco e o dourado, mas o que nunca mudou, desde o anel de um conde em Cascais até ao vídeo publicado esta quarta-feira, foi a promessa fundadora de José Alvalade, a de fazer deste um clube tão grande como os maiores da Europa.
Essa promessa feita no passado faz a realidade do presente: o Sporting rivaliza em títulos com os maiores da Europa, poucos se podem dar ao luxo de ostentar tantos títulos como o Sporting Clube de Portugal.
Esforço, dedicação, devoção e glória não são apenas quatro palavras escritas num túnel de acesso ao relvado são o único emblema que o Sporting nunca precisou de redesenhar... Pois são o seu ADN
@SissyRibs@JFreiress_@ZabucaRodrigo Bem por aí. E muitos defendem pessoas e ações erradas (ou fingem não ver), mas pelo menos com pautas reais e importantes por trás. Continua sendo errado, mas há algum valor subjacente. Os valores bolsonaristas são apenas a família Bolsonaro, os EUA, armas e coisas assim.
Jamaica. Líbano. Bangladesh. Índia. Haiti. Palestina. Afeganistão.
Nunca vou deixar de me emocionar com a forma que amarelinha cativa corações pelo mundo. Pela beleza, sim. Também pelo sonho possível. Representatividade em alguma escala.
Quando torcer pelos seus não é uma opção, o Brasil é o amigo do mundo. A camisa que abre portas, recebe sorrisos.
Ninguém. Repito, ninguém. Pode mudar o significado dessa camisa. É do povo. Dos povos.
Que lindo é ser um pouco de lar pra tanta gente.
Matéria do New York Times com DADOS FÍSICOS e curiosidades do Pelé em 1975:
• Quando estava treinando, o coração de Pelé batia cerca de 56 a 58 vezes por minuto. Um atleta médio na época batia cerca de 90 a 95 vezes.
• A capacidade aeróbica do Pelé era tanta, que ele conseguia repetir um “grande esforço” em menos de UM MINUTO.
• Sua visão periférica era 30% maior que a de um atleta médio.
• Pés paralelos e ossos do calcanhar extremamente fortes e desenvolvidos.
• Pelé teve aulas de GEOMETRIA e aprendeu a jogar xadrez para aperfeiçoar seu jogo. Ele jogava futebol como se fosse uma partida de xadrez.
• Pelé corria 100 metros em 11 segundos.
• Pelé saltava cerca de 1,83m. Ele pulava mais cedo que os adversários pra cabecear a bola e tinha a capacidade de “pairar” no ar.
Algumas frases da matéria;
“Leonardo da Vinci uma vez esboçou um homem com os braços esticados em um círculo para mostrar as proporções perfeitas do corpo do homem. Pelé parece se encaixar no molde.”
“Há alguns anos, especialistas médicos examinaram a figura esbelta e atlética de Pelé por semanas em um laboratório universitário. Eles o cutucaram, mediram seus músculos e sua mente e, quando terminaram, disseram: “O que quer que este homem pudesse ter decidido fazer em qualquer empreendimento físico ou mental, ele teria sido um gênio.”
Sem comparações, por favor. 🐐🇧🇷