Quem aquele alemão pensa que é para falar mal de Belém? Espero que seja declarado inelegível e incluído no inquérito das fake news para aprender a nunca mais ameaçar nossa SOBERANIA.
Hey Chancellor @_FriedrichMerz, far be it from me to spread gossip, but the mayor of Rio de Janeiro called you a son of Hitler, a bum, and a Nazi.
Harsh, right?
Gestão de indicado de Bolsonaro e Guedes nos Correios deixa rombo de 10 bilhões e demissão de 10 mil funcionários. Isso é um atentado ao Estado de Direito! Escândalo! Impeachment já! CPI! Intervenção do STF imediata! Corruptos!!! Genocidas!!! Estão destruindo o Brasil!!! 🤡
COP30: World Shame / Vergüenza Mundial
The COP30 climate summit in Belém bordering the Amazon rainforest has turned into fossil-fueled chaos. Indigenous activists stormed the entrance two nights ago—protesting oil drilling and land grabs as world leaders, entourages, and billionaires jet in: 'Our forests are not for sale' and 'We can't eat money.'
Brazilian President Luiz Inacio Lula said, 'The UN has lost effective global governance. It’s stopped functioning—this cannot continue. The UN fired back: 'Precarious infrastructure, poor security, flooded tents, no water or food on Day 1.' Power for the venue comes from 160 diesel generators & protesters call it vergonha mundial—a world embarrassment. The global pinnacle of climate talks… now literally fossil-fueled. #COP30Vergonha
Há muito se sabe que Noam Chomsky tinha uma amizade com Jeffrey Epstein — Chomsky admitiu e defendeu essa relação.
O que não sabíamos era que, quando Chomsky visitou Lula na prisão em 2018, ele ligou para Epstein para que Epstein e Lula pudessem conversar. Epstein afirmou isso.
CHEGA AQUI, BETA LINDINHA… @roberta_bastoss
VC DISSE: “Quando uma religião domina o plenário, o Estado laico deixa de existir na prática. E quem perde não é a política nem a fé, é a democracia.”
👉 MAS NÃO RECLAMOU DISSO AQUI 👇👇👇👇
Carta Aberta ao Presidente Donald J. Trump
Presidente dos Estados Unidos da América
Excelentíssimo Senhor Presidente Donald J. Trump,
Dirijo-me a Vossa Excelência com o mais profundo respeito, em nome de milhões de brasileiros que ainda acreditam na liberdade, na verdade e na soberania dos povos.
Sou Allan dos Santos, analista político da Revista Timeline, e escrevo-lhe esta carta aberta em solidariedade e esperança.
Senhor Presidente, assim como o senhor enfrentou uma batalha injusta contra aqueles que negavam a fraude eleitoral de 2020 e buscaram destruir o movimento Make America Great Again, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro vive hoje no Brasil uma perseguição política e judicial de natureza semelhante — talvez ainda mais brutal.
Após uma eleição marcada por irregularidades, Bolsonaro vem sendo atacado por um sistema que deseja arrancar dele o poder simbólico e político que conquistou junto ao povo. Pseudoapoiadores, que nada seriam sem ele, hoje vivem de explorar o espólio do movimento que ele construiu, negando sua importância e alimentando calúnias para se manter próximos ao poder.
O senhor, mais do que ninguém, compreende essa realidade. Sua vitória em 2024 foi fruto da perseverança e da fé de milhões que entenderam sua mensagem — uma mensagem que em 2020 foi abafada pela manipulação e pela censura. O mesmo ocorre hoje no Brasil.
Não escrevo para tratar apenas do sistema eleitoral brasileiro, mas para fazer um apelo urgente e direto:
Presidente Trump, ouça Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) — e somente Eduardo Bolsonaro — quando o assunto for o destino das vítimas do ministro Alexandre de Moraes e da ditadura judicial que domina o Brasil.
O senhor já tem dialogado com Eduardo Bolsonaro, e sei que compreende o que está em jogo. Mas é vital que nenhuma outra voz, por mais próxima que pareça, interfira nesse canal de confiança. Somente Eduardo conhece a dor real de seu pai, o sofrimento psicológico e moral que ele vive como preso político, condenado sem crime, sem foro competente e sem o devido processo legal.
Querem lançar Jair Messias Bolsonaro a uma prisão comum, junto a membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) — o maior grupo criminoso do país. Trata-se de uma tentativa clara de intimidação, de destruição pessoal e simbólica. O mesmo tipo de tática usada contra o senhor: destruir um líder para aterrorizar um povo.
Mas o Brasil não é inimigo dos Estados Unidos. Pelo contrário — o povo brasileiro vê em sua liderança a esperança de um mundo livre da tirania globalista, que hoje se expressa no controle ideológico, na censura digital e nas alianças espúrias entre governos corruptos e o Partido Comunista Chinês.
Vivemos sob a influência direta de uma rede que une narcotráfico, terrorismo e socialismo revolucionário: o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro. Essa organização criminosa sustenta regimes autoritários em toda a América Latina e tenta agora sufocar o último bastião conservador do continente.
Por isso, recorremos ao senhor — não como “xerife do mundo”, mas como guardião da liberdade ocidental. Pedimos apenas que os Estados Unidos olhem para o Brasil com benevolência e senso de justiça, ajudando-nos a resistir a esse avanço do totalitarismo.
Com a ajuda da nação mais livre e poderosa da Terra, poderemos libertar Jair Messias Bolsonaro, restaurar o Estado de Direito e reerguer a bandeira verde e amarela como símbolo de fé, ordem e liberdade.
O povo brasileiro jamais esquecerá o apoio dos Estados Unidos — e especialmente de Vossa Excelência — nessa luta por nossa sobrevivência espiritual e política.
Deus abençoe os Estados Unidos da América.
Deus abençoe o Brasil.
Deus abençoe Donald J. Trump.
Com respeito e gratidão,
Allan dos Santos
Analista Político – Revista Timeline
Estados Unidos da América