a palavra「caminho」é uma das dezenas de palavras nativas da ibéria antes do latim, e presentes na língua portuguesa, castelhano e outras línguas ibero-romances.
1) ou vem do Celtíbero: kamanom - registrado em Botorrita
2) ou vem do gaulês kamman
3) ou o gaulês só ajudou a selecionar o que já se falava
Os Celtiberos separavam as palavras por dois-pontos, então isso ajuda 😃.
Obs: o Celtíbero era falado em toda a península, além de outra línguas na mesma zona
Marquei a palavra no texto.
#paleohispanica
¿Qué ocurre cuando un país decide que su propia historia es demasiado "incómoda" para ser enseñada con rigor?
Lo que estamos viviendo con los sucesivos planes educativos en España no es un cambio metodológico inocente; es un vaciado identitario en toda regla.
Se ha impuesto una tendencia pedagógica que penaliza la memoria cronológica, sustituye los grandes hitos por conceptos abstractos y fragmenta el relato nacional en diecisiete versiones autonómicas irreconocibles entre sí.
El caso de la Reconquista es, probablemente, el síntoma más grave de esta amnesia inducida. Hablamos de un proceso político, militar y cultural de ocho siglos que define de manera inequívoca lo que hoy es España: sus fronteras, sus leyes, sus instituciones, su lengua y su carácter. Sin embargo, en los libros de texto actuales, este pilar fundacional apenas ocupa un espacio residual.
En el peor de los casos, se camufla bajo eufemismos políticamente correctos para evitar la palabra "Reconquista", reduciendo una epopeya de ochocientos años a una mera "coexistencia pacífica" o a una simple evolución económica medieval.
En lugar de explicar con orgullo cómo unos núcleos de resistencia en el norte lograron, a base de tesón, fe y estrategia, cohesionar una nación y frenar la expansión de los imperios almohade y almorávide, los nuevos currículos prefieren diluir el proceso. Se evita mencionar batallas clave como las Navas de Tolosa o figuras como Fernando III el Santo o los #ReyesCatólicos para no "herir sensibilidades" o no fomentar el "nacionalismo".
Para colmo, dividimos el relato en 17 versiones autonómicas.
El resultado es surrealista: un alumno de una comunidad estudia la Edad Media como si las fronteras de su autonomía hubieran existido siempre, ignorando por completo las gestas del reino vecino.
Nos da miedo la épica, nos asustan nuestros héroes y nos avergüenza nuestra propia bandera histórica.
El problema no es que los jóvenes de hoy no quieran saber de dónde vienen; el problema es que el sistema educativo les está enseñando que venir de donde vienen es algo que hay que pedir perdón por estudiar.
Hoy, los estudiantes memorizan conceptos sociológicos difusos, pero ignoran las figuras que forjaron su civilización como don Pelayo, reducido a un mito menor, olvidando que el núcleo de resistencia en Covadonga fue el germen institucional de los reinos cristianos, o el Cid Campeador, una de las figuras militares más brillantes de la Europa medieval, cuya realidad histórica supera a la leyenda, hoy es un absoluto desconocido para la mayoría de los adolescentes.
La gesta de las Navas de Tolosa (1212), el verdadero punto de inflexión que cambió el destino de Occidente frente al Imperio Almohade, se despacha a menudo en unas pocas líneas.
La Toma de Granada por los #ReyesCatólicos en 1492, el año en que España nace como Estado moderno y se proyecta hacia América, se estudia con complejos, minimizando el impacto global de la monarquía hispánica.
Esta marginación de nuestros héroes no es casual. Responde a un complejo profundamente español que asocia el orgullo por el pasado con el chovinismo o la ideología.
Mientras Francia ensalza a Napoleón o Juana de Arco y el mundo anglosajón mitifica a sus reyes y generales, en España se esconde a los nuestros para no "ofender" o para no generar tensiones políticas.
El resultado es una generación desconectada de sus raíces.
Un alumno actual puede terminar la educación obligatoria sabiendo analizar una gráfica de flujos migratorios medievales, pero siendo incapaz de ubicar cronológicamente a los personajes que defendieron y construyeron su tierra.
La historia de España es fascinante, compleja, llena de luces y sombras, pero sobre todo es nuestra.
Exigir que se enseñe con rigor, con su cronología correspondiente y devolviendo el honor a quienes la protagonizaron, no es una opción ideológica: es un deber cultural y un acto de respeto hacia el futuro de nuestro país.
Helen Vendler didn’t appreciate Wallace Stevens’ poetry until she listened to the recordings of his own recitations (“REEL TIME: Helen Vendler on the Recordings of Wallace Stevens - Woodberry Poetry Room”).
@Guzik_Paulina They are horrible and sinister - nothing but bloody metaphors with no trace of beauty, draped in the sacred mantle of the Mother, who will once again watch over them.
John Betjeman e Charles Cosac têm uma interessante semelhança fisiognômica, mas também de vida: dedicação à beleza. Num, o ego é centrípeto, no outro, centrífugo. Exalam uma certa oblação: em um, sangra; no outro, é espiritual, luminosa e heroica.
@ga_devitto Não pude ir à aula Metafísica da Infância, título que surpreende, pois Infância não é primeiridade desde os pré-socráticos. Em um ou mais posts de X, poderia explicar pfvr por que na Infância se dá a primeiridade, tal como no esse?
Estudar essa longa cadeia de influências desde as histórias do rei Artur e dos cavaleiros da Távola Redonda, passando pela Reconquista da Península Ibérica, a formação do reino de Portugal, as grandes navegações e descobertas, as novas terras, até a formação do Brasil é entender que o brasileiro que fala português não é herdeiro de uma história qualquer, distante e sem conexão com sua vida. Você, brasileiro, é herdeiro direto dessa linhagem inteira de histórias, valores e escolhas. Pense na língua que você fala, enriquecida pelos cancioneiros e pela poesia épica; pense na própria data simbólica de fundação do nosso país em 22 de abril de 1500, fruto do impulso cavaleiro e marítimo; pense no folclore do Bumba Meu Boi e nas Cavalhadas que animam nossas festas populares.
Para iniciar ou se aprofundar, sugiro as seguintes obras:
Para diversão e um pouco de “aprendizado informal”:
Bernard Cornwell – AS CRÔNICAS DE ARTUR:
Vol 1.: O rei do inverno: https://t.co/SbuqfQYX83
Vol 2.: O inimigo de Deus: https://t.co/qsbGxPk2lL
Vol. 3: Excalibur: https://t.co/b0sNBEgWrI
Iniciante:
Perceval ou o conto do Graal: https://t.co/6IfJE9Ma8U
Rei Artur e os cavaleiros da távola redonda: https://t.co/yqu2xWci6E
Segurant, o cavaleiro do dragão: https://t.co/xNkaU8lvXr
Rei Artur e seus cavaleiros (narrativa completa em edição robusta): https://t.co/RFR1pvDykn
Intermediário:
Perceval ou o romance do Graal: https://t.co/Qi5W1A1SRn
Rei Artur e seus cavaleiros (narrativa completa em edição robusta, que vale a pena comprar e cuidar): https://t.co/RFR1pvDykn
A demanda do santo Graal (o texto que Nuno Alvares lia e o inspirava): https://t.co/CnpKZaANjz
Fernando Pessoa, Mensagem e cancioneiro (fala de D. Sebastião, o Galaaz com pátria): https://t.co/lUEw6l92Ou
Thomas Malory, A morte de Artur (a fonte inglesa): https://t.co/TjHFU78504
As Crônicas Ancestrais do Rei Arthur - Tomo I: a História dos Reis da Britânia: https://t.co/N5nN0pXIMc
Leituras indicadas para desenvolvimento:
Nuno Álvares Pereira - Guerreiro, Senhor Feudal, Santo: https://t.co/9GHP6xyN5d
Dom Duarte: Leal Conselheiro: https://t.co/3Flhutbf3O
Crônica de D. João I - Parte I : Fernão Lopes: https://t.co/aTLzhxd25X
A demanda do Santo Graal: Das Origens ao Códice Português: https://t.co/GB9E9eBpwn
A lição mais bonita e duradoura que esta saga transmite é a de que a verdadeira cavalaria não pertence ao passado e nem está presa aos muros de castelos distantes. A Távola Redonda não era apenas uma mesa em Camelot, mas sim a promessa de que os seres humanos podem se unir em igualdade, respeitando-se como irmãos e lutando juntos pelo bem comum. A espada Excalibur representa a coragem e a liderança colocadas a serviço da justiça e da proteção dos vulneráveis. E o Santo Graal é a busca diária pela integridade moral, pela verdade e pela pureza de coração.
@velhoprofessor Ensino, primeiro, métrica e forma nos românticos. Em seguida, a Teogonia, de Hesíodo, todos anotando no papel a árvore de ramificações das gerações. Finalmente, os Lusíadas, revezando entre três edições diferentes de comentários - Epifânio, Lencastre e Paulo Ramos (Porto).
@galicianscion Estou lendo atualmente as edições bilingues brasileiras de Williams Carlos Williams e Wallace Stevens, e a tradução de José Paulo Paes é brilhante, em especial se comparada à de Paulo Henriques Britto, que eu não diria medíocre, mas padrão.
My current running list of what I consider the most groundbreaking research papers of last 10 years
ATP as a biological hydrotrope
https://t.co/MMJeQibfid
ATP Synthase K+- and H+-fluxes Drive ATP Synthesis and Enable Mitochondrial K+-“Uniporter” Function: II. Ion and ATP Synthase Flux Regulation
https://t.co/q0mMfLgaPB
‘Intelligent’ proteins
https://t.co/GHmaZ168uw
Technological Approach to Mind Everywhere: An Experimentally-Grounded Framework for Understanding Diverse Bodies and Minds
https://t.co/NfzYbOAlZG
Ingressing Minds: Causal, Non-Physical Patterns In-Form Natural, Synthetic, and Hybrid Embodiments
https://t.co/SgBYz7f2cM
Principles of Vasocomputation: A Unification of Buddhist Phenomenology, Active Inference, and Physical Reflex
https://t.co/f6zUhXrc1z
A biophysical basis for the emergence of the genetic code in protocells
https://t.co/ylPFtZ1Me8
My brother and his wife would never ask for help themselves, so... me and the rest of my family will ask for them.
https://t.co/YCcRBjc1N5
My sister-in-law, mother of ten, has been struggling with prolonged, severe health issues. She spent about a month in the hospital...
“Now, what is the illusion proper to Machiavellianism? It is the illusion of immediate success. The duration of the life of a man, or rather the duration of the activity of the prince, of the political man, circumscribes the maximum length of time required by what I call immediate success, for immediate success is a success that our eyes may see. And what we are speaking of, what Machiavelli is speaking of, in saying that evil and injustice succeed in politics, is in reality immediate success, as I have defined it. Yet immediate success is success for a man, it is not success for a state or a nation; it may be—it is, in the case of Machiavellian successes considered as to their inner causal law, a disaster according to the duration proper to state-vicissitudes and nation-vicissitudes. It is with regard to immediate success that that evil and injustice enjoy a seemingly infinite power, a power which can be met and overcome only by a heroic tension of the antagonistic powers. But the more dreadful in intensity such a power of evil appears, the weaker in historic duration are the internal improvements, and the vigor of life, which have been gained by a state using this power.”
– Jacques Maritain 1942: “The End of Machiavellianism”
Here it is - the official, revised, peer-reviewed version of my Platonic Space paper. https://t.co/PXNpx5FgFN Of all the many unpopular positions I’ve taken over the decades - bitter controversies around the origin of left-right asymmetry in embryogenesis, bioelectricity and genetics, diverse intelligence, etc., this one has by far generated the most pushback: serious (grateful for those!) and energetic attempts to move me to other views, pleas to just drop it and not talk about it (for several different reasons), nasty emails and accusations, impacts on reviews of papers that have nothing to do with this, etc. Kind of amazing to me how incendiary this is. What can I say... Our job is to call it as we see it, and right now for me, this is it. Apologies to collaborators and colleagues for any shrapnel! Time will tell if this pans out or not; I've placed my bets. And btw, if you think this stuff is weird and uncomfortable, just wait… There’s much more on the way. The knob turns slowly but as long as the data keep coming, I'm going to say what I think it all means and follow it to the next steps it enables. Buckle up!
“Cicero, … to my mind, is the greatest bore (except possibly Ben Jonson, Launcelot Andrewes, and Mrs Humphrey Ward) of all authors whether ancient or modern.”
—C.S. Lewis, Letter to Martin Kilmer Sept 29th 1958