Com o caso do Lito, outras pessoas que também convivem com doenças raras passaram a ganhar mais visibilidade. É o caso da Alice, que tem a Doença de Alexander.
A Doença de Alexander é uma condição neurológica extremamente rara, pertencente ao grupo das leucodistrofias. O número exato de pessoas afetadas no mundo, incluindo no Brasil, é desconhecido.
Uma pesquisa de base populacional realizada no Japão estimou uma frequência de aproximadamente 1 caso a cada 2,7 milhões de pessoas. Na literatura médica mundial, existem apenas algumas centenas de casos diagnosticados e formalmente descritos.
A história da Alice também ajuda a dar rosto e visibilidade a pessoas que enfrentam doenças raras e que, muitas vezes, permanecem praticamente desconhecidas do público.
Créditos do vídeo: IG / alicinhasantos100
Quem puder ajudar nosso querido “história sem fim”, ajude!
Apesar da brincadeira no título do vídeo, ele está passando por uma doença séria.
Resumindo, a garganta dele está se fechando por doença, e não está mais nem conseguindo comer comida batida no liquidificador.
E sim, ele pode morrer.
Ele cria a filha sozinha desde criancinha, e é um verdadeiro guerreiro.
Qualquer valor ajuda, e eu já fiz minha parte!
PIX: [email protected]
Ou
49203605000179
O Luiz cuida da esposa, Rose, diagnosticada com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Neste vídeo, ele compartilha um pouco da rotina e dos desafios envolvidos nos cuidados diários com ela.
Também existe uma vaquinha para ajudar Rose e sua família. Para saber mais e contribuir, acesse o IG: ajudearo
Créditos do vídeo: IG / paulomathias
Tenho que expor essa loja falcatrua que é a @kabumcombr. Dia 26/07 eu comprei 2x16GB de memória RAM DDR5 por R$ 3.372 e só me mandaram 1 memória RAM DDR4 de notebook. Já completou 1 mês e estou esse tempo todo tentando resolver. Já mandei o vídeo de eu abrindo a caixa, já mandei reclamação no https://t.co/KIv9XeoP4h, já coloquei o caso no Procon e os caras vêm por e-mail dizer que não vão resolver.
Paguei tudo à vista via Pix e, mesmo com todas as provas que mandei, simplesmente decidiram não resolver o problema.
Não recomendo comprar nessa loja.
I would say that if you're a man and your wife attended this event, you need to immediately fight to remove your children from her custody. She is a threat to them and to you. And I don't say that lightly. The problem is that every court in the country will side with her, not you. Because women actually have the exact sort of unfair institutional advantage that feminists say men possess.
O seu cérebro é o único amaldiçoado.
É uma falsa equivalência grosseira e, para quem tem capacidade de raciocínio básico, desonestidade intelectual pura.
Colocar no msm patamar “abortar a criança” e “deixar a criança morrer por falta de vacina” é o tipo de espantalho que só funciona em quem já decidiu que o Estado e a indústria farmacêutica são infallíveis. Não são.
A diferença moral é abissal
Abortar é deliberadamente, de forma direta, matar um ser humano inocente. Não existe “efeito colateral”. O objetivo é terminar a vida. Ponto.
Já recusar certas vacinas (ou um esquema obrigatório) não é matar. É ser prudente sobre um tratamento médico. A morte por doença, se ocorrer, não foi intencionada; foi um risco avaliado em meio a outros riscos (efeitos adversos, miocardite, contaminação de lotes, eficácia real contra transmissão etc.). Confundir os dois é o msm que dizer que um médico que não opera um paciente de alto risco “matou” o paciente. Seria um absurdo.
O direito à vida é sagrado, é o primeiro e mais fundamental direito da lei natural. Esse direito começa na concepção, não no nascimento e muito menos no cartório de vacinas do MS. Quem defende o direito à vida desde o útero não está obrigado a entregar a criança, sem questionamento, a qualquer intervenção que o poder público rotule de “segura”. Segurança é uma categoria científica e contingente, não um dogma revelado.
A vida é dom de Deus. Nós não somos seus senhores. Matar deliberadamente um inocente é rejeitar essa soberania. Já decidir, com cautela e responsabilidade, se uma intervenção médica específica é o melhor caminho para uma criança, neste momento, com estas evidências, é precisamente o exercício da liberdade e da prudência que a ordem divina confia aos pais. Não é “deixar morrer”. É recusar a idolatria do protocolo estatal.
Os pais são os primeiros e principais responsáveis pela criança. Não o CDC, não a Anviz, não a OMS e nem qualquer outro palpiteiro. Fora que a história recente mostra:
>pressões políticas sobre agências reguladoras,
>dados incompletos ou ocultados,
>efeitos adversos reais e mensuráveis,
>mudança constante das “certezas científicas”.
Exigir que uma família ignore tudo isso e aceite um calendário obrigatório sob pena de ser chamada de “aborteira de direita” é autoritarismo disfarçado de empatia. Cautela não "negacionismo", ao contrário, é reponsabilidade por quem se ama. É o mínimo que se espera de quem realmente não negligencia a criação dos filhos.
Quem faz essa equivalência não está defendendo crianças. Está defendendo o monopólio da autoridade sobre o corpo alheio, ironicamente, o mesmo espírito que, em outra chave, justifica o aborto.
Essa história ela me lembra a urna eletrônica
Quando algo se torna inquestionável, censurado e seguido de prisões..
Pode saber que te contaram uma grande mentira.
O CARA FEZ BUSCA E APREENSÃO NUMA FONTE JORNALISTICA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
É PRA SALVAR A DEMOCRACIA
Se você tenta descrever que existe uma lógica no voto familiar, você é associado a um defensor da escravidão.
Se você questiona vacinas, você é associado a um aborteiro.
Verdade e justiça importam, inclusive para lidar com aqueles de quem discorda.