A conta das térmicas vai além da tarifa. 🌎⚡
O leilão de reserva de capacidade de 18 de março de 2026 contratou quase 19 GW, sendo cerca de 16,5 GW a gás e carvão. A receita contratual soma R$ 515,7 bilhões pela disponibilidade de potência. Quando as térmicas geram, entram também os custos variáveis.
Num cenário hipotético com toda essa potência fóssil disponível, operando a plena carga durante 24 horas por dia, seriam aproximadamente 78 milhões de toneladas de CO₂ por ano. Com quatro horas diárias, cerca de 13 milhões.
🌳 Para visualizar: os 78 milhões de toneladas equivalem à absorção anual média de aproximadamente 1,3 bilhão de árvores, usando a referência da agência ambiental americana, EPA, para árvores urbanas em crescimento. Plantar mudas não neutralizaria imediatamente essas emissões.
O Acordo de Paris prevê manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C e buscar limitá-lo a 1,5°C em relação ao período pré-industrial. Com uma matriz elétrica predominantemente renovável, o Brasil tem condições de liderar essa transição e responsabilidade de avançar.
Isso também exige transparência. A fiscalização do TCU apontou potencial prejuízo de R$ 138 bilhões a R$ 214 bilhões no leilão, conforme o cálculo adotado. São valores que exigem esclarecimento e apuração.
Reconhecer o papel das térmicas na segurança energética exige comparar alternativas. Baterias carregadas com renováveis podem atender parte da rampa do fim do dia, quando a geração solar cai, reduzindo a queima de combustíveis.
Precisamos de neutralidade tecnológica, comparando segurança, flexibilidade, duração, custo total e emissões. Em paridade de custo e desempenho, a solução menos emissora deve ter prioridade.
🔋 Adiar o armazenamento também tem um preço.
Estimativas ilustrativas: gás a 0,5 tCO₂/MWh e carvão a 1 tCO₂/MWh, por 365 dias; árvores a 60 kgCO₂/ano, média em dez anos de crescimento. Não constituem previsão de despacho nem plano de compensação. Excluem emissões da cadeia dos combustíveis.
Imagem ilustrativa: composição artística sobre emissões e impactos climáticos.
#INEL #Baterias #TransiçãoEnergética #LRCAP #Sustentabilidade
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O “Inverno” de Vivaldi, visualizado de uma forma fascinante:
Uma experiência auditiva e visual mais intensa; podemos literalmente “ver” a música….. concordam? 🎻🎼
🔋 A Europa deve instalar 57 GWh em sistemas de armazenamento por baterias em 2026, segundo projeção da EUPD Research. O volume representa crescimento de 78% em relação aos 32 GWh registrados em 2025.
O segmento residencial deve passar de 11 GWh para 15 GWh, enquanto projetos de grande escala também ganham espaço. Alemanha, Bulgária, Itália, Reino Unido e Espanha aparecem entre os mercados em destaque.
Com a expansão, as baterias assumem um papel cada vez maior na integração das fontes renováveis e na flexibilidade das redes elétricas. A conexão à rede e o licenciamento, porém, seguem como desafios para o setor.
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Nos EUA, baterias de grande porte já não servem só para dar segurança: viraram forma de ganhar com a variação horária do preço da energia. Fazem arbitragem: compram quando o preço está baixo e vendem quando está alto.
#baterias#EnergyStorage
A transmissão é um dos principais gargalos da transição energética.
Mais de 2.500 GW em renováveis, armazenamento e grandes cargas estão em filas de conexão.
A próxima fase não será apenas expandir a rede. Será conectar, flexibilizar e usar melhor a infraestrutura existente.
Perguntar não ofende; a quem interessa?
Pois está muito claro que no País do Sol, baterias para armazenar energia limpa e renovável, deveriam ser inclusive incentivadas, como já ocorre em outros Países…
@valoreconomico@JornalOGlobo@GloboNews@folha
Cigarro, no Brasil, paga menos imposto do que bateria | Enquanto tal distorção persistir, a sociedade seguirá exposta a riscos operacionais e custos desnecessários https://t.co/ppxkTYuCwE
Graças às baterias, muitas das objeções tradicionais à energia solar foram resolvidas.
Como @TimPawlenty explica a @hughhewitt, a energia solar e o armazenamento são uma "parte crescente, importante e cada vez mais confiável dessa equação".
Thanks to batteries, many of the traditional objections to solar have been solved.
As @TimPawlenty explains to @hughhewitt, solar and storage are a "growing, important, and increasingly reliable part of that equation."
“Entender e participar da construção da regulação também é cuidar da sustentabilidade do próprio negócio.” ⚡
No artigo “MMGD diante de uma nova prova de fogo”, Wladimir Janousek, secretário de Indústria e Comércio do INEL, alerta para mudanças regulatórias que podem reduzir a economia dos consumidores, alongar o retorno dos projetos e pressionar a rentabilidade das empresas da cadeia solar.
O setor precisa se preparar, revisar propostas comerciais e participar das decisões que definirão o futuro da geração distribuída.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/TQHpXO456z
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Negative electricity prices have become a common occurrence in many markets.
Their rising frequency highlights the need for greater system flexibility – including battery storage and demand response – to support reliable, efficient power systems 👉 https://t.co/KMI6mfYlAH
E-trucks are booming in China. That's helping the country cut emissions, strengthen energy security and dominate another green transition sector. https://t.co/63aRKInEUF
📷️: Gilles Sabrié/Bloomberg
🚗⚡ O Brasil chegou à marca de 1 milhão de veículos leves eletrificados. O número reúne carros 100% elétricos e diferentes tipos de híbridos e mostra como essa tecnologia vem ganhando espaço nas ruas.
Mas o que muda na prática? Em uma comparação com duas picapes da tabela do Inmetro, a elétrica consome cerca de 20,8 kWh para percorrer 100 km. A picape a diesel usa cerca de 10,5 litros na mesma distância.
Se a eletricidade custar R$ 1/kWh e o diesel, R$ 6/litro, isso representa aproximadamente R$ 21 contra R$ 63 por 100 km. São preços ilustrativos: o gasto real depende da tarifa, do combustível e das condições de uso.
A diferença também aparece no escapamento. Segundo a tabela do Inmetro, a picape elétrica registra zero emissão de CO₂ pelo escapamento, enquanto a versão a diesel usada no exemplo registra 22,6 kg a cada 100 km. A produção da eletricidade e a fabricação dos veículos também geram emissões e não entram nessa medida.
A eletromobilidade avança. Ampliar o acesso à recarga e à energia limpa ajuda a levar seus benefícios a mais pessoas.
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"Não faz sentido contratar capacidade cara por décadas enquanto energia limpa já disponível é desperdiçada." ⚡
No Estadão, Heber Galarce, presidente do INEL, cobra planejamento, transparência nos leilões e uma meta anual de redução dos cortes de energia renovável. Só em 2025, foram cerca de 35 TWh cortados, com perdas estimadas em R$ 6,5 bilhões.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/0rbYtW6WeV
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TotalEnergies CEO Patrick Pouyanne says that "high oil prices [are] accelerating electrification," adding: "We have seen a huge surge in EV sales," mentioning not just China, but also India, Latam and Europe.
"EV roll-out re-accelerating in various regions," $TTE says.
A Romênia integra "nativamente" o armazenamento ao implantação de novas usinas solares. O país beneficia-se assim do solar controlável, que fortalece sua segurança energética e reduz os custos de seu sistema elétrico.
🇷🇴 campeã da 🇪🇺 para o ☀️⚡️+🔋, 👍
La Roumanie intègre "nativement" le stockage au déploiement de nouvelles centrales solaires. Le pays bénéficie ainsi du solaire pilotable, qui renforce sa sécurité énergétique et réduit les coûts de son système électrique.
🇷🇴 championne d'🇪🇺 pour l'☀️⚡️+🔋, 👍
The dangers of the climate crisis are real.
But so is the hope & rise of clean energy:
The sun belongs to no one.
The wind cannot be embargoed.
Innovation can come from everywhere.
Renewables are now the cheapest source of new electricity in most of the world. And the most viable path to energy security, independence & sustainable growth.
🎥 ENERGIA EM FOCO #26 | O que movimentou o setor elétrico nesta semana?
A semana foi marcada por novas possibilidades para a micro e minigeração distribuída, investimentos bilionários em transmissão, movimentações envolvendo os data centers e discussões importantes sobre a operação e a regulação do setor elétrico.
Nesta edição, destacamos:
⚡ A aprovação, pela ANEEL, do Leilão de Transmissão previsto para 30 de outubro, com investimentos estimados em quase R$ 9 bilhões para a expansão da infraestrutura elétrica brasileira;
🔥 A definição, pelo Ministério de Minas e Energia, das cotas setoriais de gás natural e a realização do leilão da União prevista para 22 de outubro;
📑 A rejeição, pela ANEEL, das alterações contratuais propostas pela Eneva, trazendo novos desdobramentos para o acordo discutido no TCU, além da negativa de pedidos cautelares relacionados aos cortes de geração;
🏢 A movimentação dos data centers em busca de conexão diretamente nas redes das distribuidoras, enquanto a ANEEL avalia uma regra de transição para o acesso desses empreendimentos ao sistema de transmissão;
⚖️ A determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que o governo e a ANEEL apresentem uma análise detalhada dos possíveis impactos de uma eventual declaração de caducidade da concessão da Enel São Paulo;
☀️ A avaliação, pela ANEEL, de uma proposta que pode permitir a liquidação dos excedentes de micro e minigeração distribuída (MMGD) no mercado de curto prazo, criando uma nova possibilidade para o aproveitamento econômico da energia excedente;
🔎 A proposta do ONS de criação de um projeto-piloto para testar a atuação das distribuidoras como operadoras do sistema de distribuição, em meio às discussões sobre a modernização da operação diante do avanço dos recursos energéticos distribuídos.
📌 Os acontecimentos desta semana colocam em evidência a modernização da infraestrutura elétrica, a expansão de novas cargas e as transformações regulatórias que podem abrir novas possibilidades para a geração distribuída e para a operação do sistema.
▶️ Dê o play e acompanhe os principais destaques.
⚡ Escolhas feitas hoje no setor elétrico podem pesar na conta de luz por décadas.
Em artigo publicado nesta quinta-feira (24), Luciana Machado, diretora de comunicação do INEL, compara os resultados de dois leilões de energia: um registrou desconto de 53%; o outro, de 5,5%.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), problemas nas regras e nos preços de referência do leilão de reserva de capacidade podem gerar um prejuízo estimado entre R$ 138 bilhões e R$ 214 bilhões aos consumidores brasileiros.
O artigo chama atenção para uma pergunta que interessa a todos: como garantir segurança no fornecimento de energia sem impor custos excessivos à população?
📲 Leia o artigo completo na página 3: https://t.co/0bZdJQwf96
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