Portaria do GSI de Lula nomeia o major "Fulano de Tal" e o tenente "Cicrano de Tal" como assistentes na Segurança Presidencial.
Essa esculhambação foi publicada no Diário Oficial da União.
Inacreditável.
Enquanto o normal para todo trabalhador é comprovar cada centavo para conseguir o reembolso de uma viagem a trabalho, no Senado Federal a realidade é outra. Uma brecha nas normas permite que os parlamentares simplesmente embolsem o valor que sobra das diárias recebidas para missões oficiais.
As diárias públicas existem para um fim específico: cobrir custos de hospedagem, alimentação e transporte do político enquanto ele está a serviço fora de Brasília. No entanto, o sistema atual não exige a devolução integral dos valores não utilizados. O resultado? O dinheiro que sobra da viagem não volta para os cofres públicos, transformando o que deveria ser apenas um custo operacional em um verdadeiro bônus financeiro no bolso do senador.
Essa prática escancara a falta de transparência e o abismo que existe entre as regras criadas para a classe política e a realidade do trabalhador brasileiro. Tratar verba indenizatória como complemento de renda é imoral e um desrespeito com quem paga a conta.
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O ICMBio está roubando gado das famílias no Pará em nome do governo federal. Esse é mais um dos acontecimentos contra produtores rurais que vêm acontecendo por todo o Brasil.
Delúbio Soares, tesoureiro do PT no Mensalão, quer ser deputado federal. Como José Dirceu e outros. Delúbio dizia que o Mensalão viraria “piada de salão”. E virou perto do que assistimos depois nos governos do PT.
EDITORIAL | Orgulhosa sem-vergonhice – “Há certas condutas que até podem escapar aos limites estritos dos textos legais, mas, ainda assim, são rigorosamente incompatíveis com a dignidade do mandato eletivo”. Leia o texto completo em https://t.co/OP0aaImVxZ (via @opiniao_estadao)
O Brasil lidera um ranking nada confortável: é o país que mais gasta com remunerações acima do teto no serviço público entre 11 nações analisadas.
Segundo estudo do Movimento Pessoas à Frente e da https://t.co/cZAMm6LGlp, mais de 53 mil servidores ativos e inativos recebem acima do teto constitucional. O custo anual chega a R$ 20 bilhões, o equivalente a US$ 8 bilhões em paridade de poder de compra.
A comparação internacional mostra o tamanho da distorção. O gasto brasileiro é 21 vezes maior que o da Argentina, segunda colocada no levantamento. A Alemanha, por outro lado, não registra casos de pagamento acima do teto legal.
A Paridade de Poder de Compra não significa que o gasto “vira” R$ 40 bilhões no orçamento brasileiro. Ela serve para comparar o peso real do dinheiro entre países, considerando o que esse valor consegue comprar em cada economia.
O problema está nas brechas. Auxílios, verbas indenizatórias, pagamentos retroativos e penduricalhos acabam ficando fora do cálculo do teto, permitindo que uma parcela pequena do funcionalismo receba acima do limite previsto na Constituição.
No fim, o teto existe no papel, mas perde força quando cada exceção abre caminho para mais despesa. E quem paga essa conta é o contribuinte.
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Zero women or children. Only military-aged men.
That’s because they’re not refugees. They are soldiers, and this is a religious war of conquest.
Europe needs to wake up.