Paraense de Belém (PA), cidade das mangueiras e do açaí. Cidadão do mundo. ;-) ### From Belém (PA), Brazil, city of mango and acai berry. Citizen of World. ;-)
Você avalia motorista, restaurante e até entrega de comida.
Mas não pode avaliar o servidor público que é pago com os seus impostos.
Em 20 anos, o governo federal demitiu menos de 20 servidores por mau desempenho.
Minha ideia pra resolver isso é simples: avaliação cidadã de 1 a 5 estrelas em cada atendimento público.
Quem atende bem ganha bônus. Quem atende mal recebe plano de melhoria.
Quem não melhora responde processo de demissão, com direito de defesa.
O cidadão é o patrão.
Compartilhe se você já perdeu horas numa fila para ser mal atendido.
Ao chegar aos Estados Unidos e ler as notícias do Brasil, percebo que o contraste entre os dois países no tratamento do trabalho rural não poderia ser mais evidente.
No Brasil, o presidente Lula vetou o Projeto dos Safristas, que permitiria ao trabalhador rural aceitar um emprego temporário durante a safra sem perder imediatamente benefícios sociais, como o Bolsa Família.
Nos Estados Unidos, a legislação federal reconhece a sazonalidade da agricultura: trabalhadores efetivamente empregados em atividades agrícolas recebem por todas as horas trabalhadas, mas, em regra, não recebem o adicional de 50% após as 40 horas semanais.
Aqui, a lei se adapta à realidade da safra.
No Brasil, Brasília transforma o emprego formal em risco para o trabalhador e a contratação em obstáculo para o produtor.
O campo precisa de mão de obra. O trabalhador precisa de renda.
Mas o governo vetou justamente a ponte entre a assistência social e o trabalho.
#Agro #Safrista #EUA
Hoje é a abertura da Copa do Mundo.
Mas o Brasil ainda está longe de transformar o esporte em espetáculo, segurança, família, mercado e prosperidade.
Nos Estados Unidos, o esporte é tratado como produto, experiência e negócio.
O torcedor respeita o assento, leva a família, consome, participa e volta.
No Brasil, muitas vezes, o verdadeiro torcedor perde espaço para a desorganização e para a violência.
A diferença está no modelo.
Onde há dono, mercado, segurança, gestão e liberdade econômica, o esporte cresce, atrai famílias, gera dinheiro e conquista o mundo.
Onde há improviso, politização e dependência do poder público, sobra paixão — mas falta espetáculo.
O Brasil tem talento de sobra.
O que falta é transformar talento em produto, paixão em mercado e o estádio em ambiente para a família.
#NBA #Esportes #Mercado
Estou aqui na Argélia, o maior país da África e do mundo árabe, com cerca de 44 milhões de habitantes.
Um país imenso, rico em recursos naturais e um dos maiores exportadores de gás natural do mundo.
A Argélia é uma fornecedora importante de energia para países como Espanha e Itália. Petróleo e gás representam mais de 95% das receitas de exportação do país.
Ou seja: a Argélia tinha tudo para ser uma potência econômica muito mais dinâmica, diversificada e próspera.
Mas escolheu um caminho que nós, brasileiros, conhecemos bem: o caminho do Estado grande.
Depois da independência da França, em 1962, a Argélia adotou um modelo socialista e planejado.
Nacionalizou mineração, seguros, bancos, distribuição de petróleo e, principalmente, o setor de hidrocarbonetos.
Em 1971, nacionalizou os hidrocarbonetos e consolidou a Sonatrach, a gigante estatal do petróleo e do gás.
Nos anos 70, apostou em grandes empresas estatais de indústria pesada.
O resultado?
Uma economia hipercentralizada, dependente do Estado, dominada por empresas públicas e por um grupo conhecido como le pouvoir — uma mistura de militares, políticos e empresários ligados ao poder.
Hoje, ainda existem centenas de empresas estatais atuando em diversos setores.
E o que isso produziu?
Dependência crônica do petróleo e do gás, corrupção, fuga de cérebros, baixa diversificação econômica e pouca liberdade para o empreendedor comum.
Esse é o grande erro do Estado grande.
Ele promete proteger o país, mas sufoca a sociedade.
Promete desenvolvimento, mas concentra poder.
Promete justiça social, mas cria privilégios para quem está perto do governo.
Promete soberania, mas transforma a população em dependente de decisões tomadas por burocratas, estatais e grupos políticos fechados.
A Argélia mostra uma lição importante: recursos naturais ajudam, mas não salvam um país quando as instituições travam a liberdade econômica.
Petróleo, gás, território e população não bastam.
Sem liberdade para empreender, investir, inovar, competir e prosperar, até um país rico em energia fica preso ao próprio potencial.
E essa é a grande tragédia: um país pode ter riqueza no subsolo e pobreza nas oportunidades.
Pode exportar energia para o mundo e, ainda assim, limitar a energia criativa do seu próprio povo.
Estado grande não cria prosperidade.
Estado grande cria dependência.
Estado grande não liberta talentos.
Estado grande captura talentos.
E essa é uma lição que o Brasil deveria aprender antes que seja tarde.
Porque, quando o Estado cresce demais, quem encolhe é a sociedade.
#Argélia #Estado #Estatismo
A história humana, em qualquer lugar do mundo, também é a história de como as pessoas tentam escapar do peso do Estado.
Principalmente do seu poder de tributar.
No Cairo, uma curiosidade chama atenção: muitos prédios permanecem aparentemente inacabados, com fachadas no cimento cru, vergalhões expostos e andares superiores incompletos.
A explicação é simples: imóveis considerados “inacabados” podem ter redução ou isenção de impostos.
O efeito prático foi outro: criou-se um incentivo para não terminar nunca.
Por fora, prédios cinzas e incompletos.
Por dentro, muitas vezes, casas prontas, confortáveis e bem acabadas.
E como o Cairo tem clima extremamente seco, a falta de acabamento externo não gera os mesmos problemas que geraria em países mais úmidos.
No fim, a paisagem urbana acaba revelando uma velha verdade econômica: quando o Estado cria incentivos errados, as pessoas se adaptam.
A fachada inacabada do Cairo é menos sinal de abandono e mais um retrato silencioso da criatividade humana diante da tributação.
#Impostos #Cairo #liberdadeeconômica
Pediu empréstimo de R$ 12 bilhões em Dezembro de 2025.
Com R$ 1.1 bilhão por mês de prejuízo o dinheiro acaba em novembro de 2026: depois das eleições.
Em Dezembro, os contribuintes terão que pagar um empréstimo de R$ 12 bilhões, mais cerca de R$ 1 bilhão de juros de 115% do CDI e os futuros juros de uma empresa que continuará gerando R$ 1 bilhão de prejuízo mensal para a felicidade dos banqueiros.
E alguém chamou o Presidente dos Correios para se explicar? NÃO.
Algum Deputado e Senador poderia convocar o Presidente dos Correios para explicações ou irão deixar "torrar" R$ 12 bilhões para depois se indignar?
Eu coloco as perguntas aqui, não precisa incomodar os assessores.
Dúvida sincera: a designação de terrorista foi na quinta a tarde, na sexta na CNN tinha entrevistado dizendo que o preço da farinha tinha aumentado. O preço da farinha é online, tipo negociada na bolsa, tipo soja, café para saber quase instantaneamente que aumentou o preço?
O Brasil consome 5.8 bilhões de litros de diesel por mês.
Este subsídio terá um custo de R$ 6.5 bilhões por mês. Até dezembro serão R$ 45.5 bilhões.
O Governo anunciou, esta semana, bloqueio de R$ 22,1 bilhões do orçamento, maiores afetados são Educação, Defesa e Cidades.
O problema é que os Correios nunca irão morrer e a sangria nunca irá parar pois a má gestão está rendendo bons lucros a banqueiros e quem paga é o contribuinte com os impostos cada vez maiores.
A tirania do Ministério Público contra o Agro
Você já ouviu falar sobre “A Tirania dos reclamadores?” Esta expressão baseia-se em um trabalho de dois pesquisadores, Dourado e Russell, que destacaram um fato surpreendente sobre as reclamações de ruído em aeroportos: um número muito grande delas provinha de um único indivíduo ou família.
Em 2015, por exemplo, 6.852 das 8.760 reclamações enviadas ao Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington originaram-se de uma única residência no bairro nobre de Foxhall, no noroeste de Washington, D.C. Seus moradores, particularmente, ligaram para o Aeroporto Nacional Reagan para expressar sua irritação com o ruído das aeronaves, em média, quase 19 vezes por dia durante 2015.
O que aprendi, recentemente sobre isso, é que não se trata apenas de reclamações sobre ruído em aeroportos. Pode-se observar também o mesmo padrão em muitas instituições públicas como, por exemplo, o Ministério Público (MP). Mas de certa forma, esforçando-se apenas em ações que antagonizam com a importância do Agro.
Você já viu alguém do MP agir com rigor contra os fraudadores de combustíveis?
Você já leu alguém do MP que tomou alguma medida contra as invasões de terra do MST?
Não! Mas, certamente, você já viu inúmeras ações do MP contra o uso de defensivos agrícolas no Agro.
A última, na semana passada, procuradores estão processando a Anvisa e o Governo Federal para proibir o uso do glifosato, o herbicida mais vendido no país.
Não é a primeira ação desse tipo no Brasil.
Artigo completo na Revista Oeste
https://t.co/mDbT5z5Y1Q
#Glifosato #Roundap #Agro #DefensivosAgrícolas
Todo jogo do @Paysandu e do @clubedoremo é a mesma coisa: carros com seus porta-malas abertos e com som nas alturas. Isso é esporte? 3 horas antes e 3 horas depois do jogo não interessa o dia! Tudo na cara da @PM_PA e com a conivência do @GovernoPara e @prefeiturabelem