Salvem este vídeo. Quando os malandros de sempre começarem a alegar que Vorcaro está sendo coagido em seu acordo de delação, mostre-o. Ele é bastante didático do que seria realmente uma coação.
A community college professor named Marty Lobdell taught the same study skills lecture for 30 years. The video quietly became one of the most watched educational recordings online, with over 10 million views.
He spent his career watching students fail not because they were lazy, but because no one had taught them how their brain actually works when learning something difficult.
The lecture, “Study Less Study Smart,” contains a powerful framework.
Your brain cannot sustain focus the way most people believe. Studies show the average learner hits a wall between 25 and 30 minutes. After that, efficiency collapses. You’re still sitting there, but almost nothing is being absorbed.
Lobdell told the story of a student who planned to study 6 hours a night, 5 nights a week. Thirty hours total. She failed every class. She was not lacking effort. She was confusing time near books with actual learning. The fix is simple: when focus drops, stop, take a 5 minute rewarding break, then return. That reset makes a massive difference.
He also destroyed the myth of highlighting and re reading. Recognition is not the same as recall. To prove it, he read 13 random letters. Almost no one remembered them. Then he turned them into “Happy Thursday.” The entire room recalled them instantly. The brain stores meaning, not repetition.
This is why elaborative encoding works so well.
Finally, he shared the most important principle: 80 percent of study time should be active recitation. Close the book and explain the material in your own words. Teach it to someone else or an empty chair. Retrieval is where real learning happens.
His closing line stuck with me: If this information does not change your
behaviour, you have not actually learned it.
The best students do not study more hours. They stop confusing the feeling of studying with the reality of learning.
O comunista Luiz Carlos Prestes debate com o economista Roberto Campos em 1985.
Prestes diz que o capitalismo aumenta a miséria e elogia Cuba.
Campos:
- As pessoas querem fugir para Alemanha Ocidental ou Oriental?
Nocaute.
Como assim não sabias que o Brasil teve escravos brancos? 😱 Então deixa-me contar-te a realidade crua que a história "higienizada" muitas vezes prefere ignorar.
Se a mãe fosse escrava, o filho era propriedade. Não importava se nascias com pele de porcelana, traços europeus ou olhos claros. No Brasil do século XIX, havia gente a ser vendida em praça pública que passaria por "doutor" em qualquer salão de Lisboa.
Isto causava um curto-circuito na cabeça da elite imperial. Ver um branco a ser chicoteado, acorrentado ou leiloado era um pânico moral absoluto. Porquê? Porque se um branco podia ser escravizado, a branquitude deixava de ser o "escudo sagrado" da liberdade e do poder. E aqui temos a prova de que o sistema era completamente sobre lucro e exploração, e não sobre uma suposta "natureza" das raças.
Os jornais da época estão repletos de anúncios de escravos fugidos descritos como "muito brancos, de cabelo liso e olhos azuis". O sistema era tão perverso que criou uma classe de pessoas fenotipicamente brancas, mas juridicamente cativas.
E não fica por aqui. O termo "escravidão branca" também era usado para denunciar o que faziam aos imigrantes europeus (portugueses, alemães, etc.). Eram atraídos para as fazendas de café e acabavam presos por dívidas infinitas e abusos físicos. O nome oficial era "colonato", mas a imprensa da época chamava-lhe "tráfico de brancos".
Até na justiça o chicote cantava: criminosos brancos eram condenados às galés, forçados a limpar sarjetas e carregar água com correntes nos pés e sem sapatos — os símbolos máximos da escravidão. No Brasil de oitocentos, o Estado não tinha problemas em moer carne branca se fosse para manter a ordem ou o lucro.
No Brasil de oitocentos, numa sociedade completamente miscigenada em praticamente todas as classes sociais, a lógica do cativeiro era tão perversa que a cor da pele não garantia a imunidade ao chicote. O sistema era uma máquina de moer gente, independentemente da tonalidade, se a lei assim o decidisse. 🤨🏛️
Se quiserem um vídeo mais detalhado sobre este tema é só pedir nos comentários 😊👇🏼
This is incredible and what is more, it is true! In the hills of Tuscany stands one of Christianity’s most extraordinary signs of conversion. It's not a legend, it's a relic: The Sword of Saint Galgano Guidotti: The real sword in the stone!
In the 12th century, Galgano was a violent knight. Proud. Ambitious. Living for war and reputation. Then, according to the tradition preserved at the hermitage of Montesiepi Chapel, the Archangel Michael appeared to him and called him to abandon the life of the sword.
Galgano laughed. Renounce violence? Live as a hermit?
Impossible. In frustration he struck his sword into a rock, saying it would be easier for steel to pierce stone than for him to live a life of penance. The blade slid into the stone as if it were water. That moment broke him.
The warrior became a saint. Today the sword still stands embedded in that rock, eight centuries later, beneath a small round chapel. It is the opposite of the Arthurian myth. In the legend, the sword is pulled from the stone to claim power. In Galgano’s story, the sword is driven into the stone to renounce power. The world tells us strength comes from mastering the sword.
The Gospel tells us strength comes from laying it down.
Sometimes the greatest victory is not winning the battle.
It is surrendering the weapon. ⚔️✝️
> seja Cristo
> venha à Terra
> estabeleça a Igreja
> 400 anos depois
> Roma colapsa, e suas escolas junto com ela
> reis guerreiros conquistam toda a Europa
> só a Igreja sobrevive
> a alfabetização geral cai para quase 0%
> apenas o clero é amplamente alfabetizado
> só 14% dos líderes sabem ler
> os líderes precisam do clero para ler suas próprias leis para eles
> uma verdadeira idiotocracia
> copiar textos se torna um dever central dos mosteiros
> Aristóteles, Platão, Virgílio, a Bíblia e muitos outros são copiados à mão
> 90% da literatura clássica que sobrevive hoje foi preservada pela Igreja
> fazer isso pacientemente por 500 anos
> a Igreja salva a própria alfabetização da extinção
> avance rápido para 2026
> ateus na internet: “Os cristãos causaram a Idade das Trevas”
> aquela sua cara quando:
O sistema não te quer rico.
Ele te quer dependente.
Mas aqui vai o alerta 🚨
Nem todo mundo nasceu pra empreender.
Nem todo mundo nasceu pra ser PJ.
E isso não te torna inferior.
Liberdade não é copiar o caminho dos outros.
Liberdade é entender a própria identidade e jogar o jogo certo pra você.
O erro não é ser CLT, PJ ou empresário.
O erro é viver uma vida que não combina com quem você é, só porque alguém disse que “é o único caminho”.
Quando você entende seu lugar, sua função e sua natureza,
o sistema perde poder sobre você.
Isso sim liberta. 🚀
Del encierro al descubrimiento
Estaba cumpliendo una condena de 25 años cuando un libro de matemáticas olvidado lo cambió todo.
En 2011, Christopher Havens tenía 31 años cuando fue sentenciado a veinticinco años en una prisión de máxima seguridad en el estado de Washington. Su vida previa había estado marcada por la adicción, la violencia y decisiones que siempre terminaban mal. Para muchos, ese tipo de sentencia significa el final de cualquier posibilidad de cambio.
La prisión, sin embargo, le dio algo que nunca había tenido de verdad: tiempo.
Un día cualquiera, un antiguo compañero de celda dejó atrás un libro de matemáticas. Havens lo tomó por puro aburrimiento. Nunca había sido bueno en la escuela y apenas había terminado la secundaria. No esperaba nada. Pero al empezar a resolver ejercicios, algo ocurrió.
Las matemáticas tenían reglas claras. Cada problema tenía una respuesta correcta. En una vida dominada por el caos, los números ofrecían orden. Donde antes había ruido, ahora había estructura.
Pidió más libros al programa educativo de la prisión. Luego otros más complejos. Aprendió álgebra, después cálculo y finalmente matemáticas avanzadas, siempre solo, con papel y lápiz, en su celda. Estudiaba durante horas cada día.
Con el tiempo, llegó a un límite. Algunos conceptos eran demasiado abstractos. Necesitaba ayuda. Entonces hizo algo inusual: empezó a escribir cartas a matemáticos de universidades de todo el mundo.
La mayoría no respondió. Pero uno sí.
Umberto Cerruti, de la Universidad de Turín, Italia, leyó la carta y decidió contestar. Le envió material avanzado de teoría de números y le propuso problemas complejos, del tipo que trabajan los investigadores profesionales.
Havens los resolvió desde prisión.
Y no solo eso. Descubrió nuevas relaciones matemáticas que no estaban del todo formuladas. Cerruti quedó sorprendido. Otros matemáticos revisaron el trabajo. Era riguroso, original y correcto.
En 2020, Christopher Havens publicó una investigación original en la revista académica Research in Number Theory. Un hombre sin formación universitaria, autodidacta y encarcelado, había producido matemáticas de nivel doctoral desde una celda.
El impacto fue inmediato en el mundo académico. Su trabajo se discutió en departamentos universitarios y su historia se convirtió en un ejemplo poderoso del potencial humano desaprovechado.
Hoy, Havens no solo investiga. Cofundó el Prison Mathematics Project, donde mentoriza a otras personas encarceladas y les enseña matemáticas, demostrando que el pasado no tiene por qué definir el futuro.
No podrá optar a la libertad hasta 2036. Pero en lo esencial, ya cambió su destino.
Su mente está libre. Su trabajo existe. Su aporte es real.
A veces, la diferencia entre una vida perdida y una vida transformada no es un milagro ni un discurso inspirador.
A veces, es solo un libro olvidado… y alguien dispuesto a abrirlo.