Onde Lula perdeu votos entre o 1º turno de 2022 e o de 2026, e em que tipo de município? Cruzei o resultado das 5.570 cidades com dados do Censo 2022 e do PIB municipal. Dados do TSE ainda preliminares (05/10). Os principais achados, em 7 tweets.
Eduardo Paes:"Hj todos tão sabendo do escândalo que to denunciando desde o início. A armação do Garotinho com o Douglas Ruas pro PL ganhar no tapetão. Garotinho era um candidato laranja. O unico objetivo era tumultuar a eleição e a justiça o deixou livre
Não caiam na narrativa de que o Lula não terá governabilidade, devido à nova formação do congresso, pois ele é a única chance agora de termos algum tipo de contenção à corrosão institucional, com aparelhamento dos poderes, especialmente do judiciário. NÃO DESISTAM!
pra quem não gosta de lula nem de flávio e sonha com uma terceira via: se flávio vencer, talvez não exista outra via depois. ele foi um dos principais articuladores da tentativa de golpe do pai. para escolher outra opção no futuro, primeiro garanta que ainda haverá eleição
Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) fez história nas eleições deste domingo (4) ao ser eleita deputada estadual mais velha da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e também entre os parlamentares estaduais do Brasil. Ela recebeu 169.567 votos.
Nascida em Uiraúna, no Sertão da Paraíba, Erundina é assistente social formada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e possui mestrado em Ciências Sociais, realizado em São Paulo.
Sua trajetória política inclui a Prefeitura de São Paulo, que comandou entre 1989 e 1993. Com a eleição, tornou-se a primeira mulher a administrar a maior cidade do país.
Antes de chegar à prefeitura, Erundina já havia exercido o cargo de deputada estadual, entre 1987 e 1988. Naquele período, era filiada ao PT, partido que ajudou a fundar em 1980.
“Esse negócio de ofender o eleitor bolsonarista não é uma boa abordagem.”
Amigo, desde 2018 a agressividade contra quem se identifica com a esquerda faz parte da própria linguagem política do bolsonarismo. E isso não surgiu por acaso. Há muito de olavismo nessa estratégia: transformar o apoio ao PT, ou mesmo à esquerda, em algo moralmente desonroso, como se apenas gente desprezível pudesse defendê-los.
Enquanto isso, parte da esquerda abraçou um discurso de “cultura de paz” que acabou anestesiando o sentimento antissistema que existia em sua própria base. A extrema-direita ocupou esse espaço.
Foi com uma linguagem simples, direta e agressiva — o velho “tem que destruir tudo isso que está aí” — que conseguiu mobilizar milhões de pessoas em torno da ideia de ruptura.
Mas fiquem aí cantando “amanhã será um novo dia” e esperando que a delicadeza, sozinha, vença uma disputa política travada nesses termos. Vai dar super certo.
Sanitarista, socióloga, pesquisadora e professora, Nísia Trindade (@nisia2017) chega ao Congresso Nacional como deputada federal pelo Rio de Janeiro, eleita pelo PT. Carioca, Nísia construiu uma carreira de décadas na Fiocruz, onde foi a primeira mulher a presidir a instituição, antes de comandar o Ministério da Saúde.
Flávio Bolsonaro: "Eu fui o único candidato que falei do fim da reeleição porque só preciso de um mandato"
Daniela Lima rindo: "Ele é deputado desde os 20 anos."
"Nunca teve um emprego na vida".
Perder todos os direitos e benefícios sociais e ter que comprar um modelo de empreendedorismo de Pablo Marçal em 10 prestações. Esse é o futuro de quem arrisca a vida como quem jogava em Bets.
E o Flávio?
A chamada “lavagem cerebral” feita na direita consiste em algo muito simples: mentiras repetidas tantas vezes que acabaram se tornando verdades para eles.
Contra isso, vou usar a técnica mais simples de todas: a verdade, repetida até ficar gravada na cabeça.
Tudo o que Flávio acusa Lula de fazer, ele fez pior. Tudo, sem exceção.
Então, minha resposta será uma só: E o Flávio?
“Lula é ladrão!” — E o Flávio?
“Lula foi descondenado!” — E o Flávio?
“Lula é Vorcaro!” — E o Flávio?
Serve para 100% das mentiras que eles repetem.
Colocar esse espelho na frente deles vai economizar muita energia. E quem sabe, de tanto olhar, comecem a enxergar que estão falando deles mesmos.
Paolla Oliveira faz post sobre as eleições:
“Foram pouco mais de 2 milhões de votos de diferença. Quase 6 milhões de brancos e nulos. 33 milhões de pessoas que ficaram em casa. Quando a gente vê o tamanho do que pode acontecer, fica mais fácil sair de casa e votar. Dia 25 vou com Lula 13.”
Defendo um cavalo de pau na comunicação da campanha de Lula. Não falo isso no texto, mas uma das coisas que defendo que a direção da campanha faça urgentemente é alugar uma casa/estúdio em SP e trazer todos aqueles que se elegeram nas redes do campo progressista para tocar a internet. Colocar essa gente nova e com votos no camando. Ao mesmo tempo, juntar gente boa de pesquisa, de vídeo, de IA e influencers trabalhando 24h por dia só nas redes. E Lula teria que dar entrevistas para essa galera todos os dias. Fazer as tais mañaneras que deram e dão muito certo no México. Essa teria de ser a primeira decisão da campanha. Leia o meu texto e diga o que você acha.
https://t.co/oEQfEWsSUB
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
Seguinte: TEREMOS 2° turno. O primeiro tempo nem acabou e já tem gente jogando a toalha! Mesmo que o time de vocês termine o primeiro tempo perdendo, ele nunca voltou no segundo e ganhou o título? É fácil? Não é! Mas se desistir do jogo, aí é que não ganha mesmo.
Se tu sonhava que seria fácil, moleza ou, ainda, que não haveria segundo turno, é porque você subestimou o adversário.
Engole o choro. Para de tremer. Enfrenta o medo e vai trabalhar para vencer. Só acaba quando termina, seus mimizento. “Ainnn e se perder?”. Fica ainda mais difícil. Não haverá Lula. Então trata de começar a trabalhar hoje! Te mexe! :))
Una noche en Madrid con @shakira 🌹
Gracias por invitarme a subir al escenario contigo para cantar Antología!! Senti que tú, yo y el público éramos uno mismo. Muy agradecida por llevarme a casa un recuerdo
tan bonito!!!