Querem saber por que o Descondenado espumou de raiva contra Santa Catarina, difamando os catarinenses ao chamá-los de racistas?
Simples: não há nada que revolte mais um comunista do que a prosperidade.
Santa Catarina é, por quase todos os critérios, o estado mais desenvolvido do país. Tem a menor pobreza, o menor desemprego e a melhor distribuição de renda do Brasil (IBGE, 2024). Mais seguro, mais próspero, mais ordeiro...
E nada atiça mais a fúria de semi-analfabetos inescrupulosos que se alimentam da miséria do que o sucesso.
Não por acaso, o PT jamais conseguiu alcançar o poder no estado.
O confronto entre Jesus e os fariseus constitui um dos eixos dramáticos mais cortantes dos Evangelhos. Não se trata de mera querela teológica: Jesus os fustiga com uma violência verbal que ainda hoje espanta o leitor piedoso. Sepulcros caiados, raça de víboras, filhos do diabo, etc. As palavras do capítulo 8 de João ressoam como chicotadas. No entanto, o Jesus não atacava apenas homens de carne e osso; denunciava um sistema de aparência virtuosa, de poder disfarçado de santidade, de vaidade que se disfarça de devoção. O fariseu é aquele que busca o primeiro lugar na sinagoga para ser visto, que alarga as filactérias e alonga as franjas do manto, sempre preocupado com o efeito cênico da própria retidão.
O curioso é que o farisaísmo nasceu de uma intenção generosa. Surgiu como movimento popular que pretendia democratizar a santidade: não mais privilégio exclusivo dos sacerdotes do Templo, mas prática acessível a todo judeu devoto através do estudo da Torá e da observância rigorosa da Lei no cotidiano. O ideal era belo. A corrupção, no entanto, previsível. O que era meio tornou-se fim; o que era instrumento de elevação espiritual transformou-se em mecanismo de dominação e autoexaltação.
Daí a sentença devastadora de Mateus 23:23: eles dizimam a hortelã, o endro e o cominho, mas negligenciam “os preceitos mais graves da Lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade”. Fidelidade, sim. Porque o fariseu é, acima de tudo, infiel ao espírito da própria Lei que brandia como arma. Criava fardos insuportáveis para os ombros do povo e, com habilidade casuística, encontrava frestas para si próprio. Considerava-se moralmente superior, isolava-se dos “pecadores” e dos impuros, isto é, de gente como você e como eu, temendo a contaminação. No entanto, vejam a hipocrisia: quando Jesus os confrontou com a adúltera, nenhum ousou atirar a primeira pedra. A pureza ostentada dissolveu-se diante da consciência culpada.
Transportemos o modelo para os nossos dias. O farisaísmo político é quase demasiado óbvio. Manifesta-se sempre que o governante ou o partido invoca a “letra fria da lei” para justificar a crueldade ou para blindar o sistema, ignorando o sofrimento concreto dos homens. É o discurso que corta benefício vital de populações vulneráveis citando parágrafo obscuro, esquecendo que a política, como a Lei, deve ter por fim último a justiça e a misericórdia.
Mais sutil, e por isso mais pernicioso, é o farisaísmo da sinalização de virtude: gestos públicos de retidão que encobrem cálculos mesquinhos. Exemplo recente e eloquente: soubemos que a ex-primeira-dama, diante das câmeras toda inflexível e pura, declarava não querer acordo algum com Ciro. Nos bastidores, porém, o acordo tornava-se possível caso uma “amiga” fosse acomodada no Senado. Se os fatos são esses, e tudo indica que sim, temos o farisaísmo em estado puro. Tal como os antigos, que não se misturavam com publicanos e meretrizes para não se contaminarem, mas eram incapazes de lançar a pedra quando colocados contra a parede. Criam-se testes de pureza ideológica (veja-se o último vídeo de Michelle) para inviabilizar o diálogo e destruir as pontes que a arte da política exige. Demoniza-se o impuro (Flávio Bolsonaro, no caso), ocupa-se o primeiro assento no templo e bate-se no peito com a segurança de quem nunca pecou. Até que alguém recorda a frase: “cede o lugar a este, que é mais importante”.
Se tudo isto lhes parece excessivamente bíblico, aguardem a transposição para o jornalismo contemporâneo. Aí o espetáculo torna-se ainda mais refinado e repulsivo. Mas isso fica para outra crônica. O farisaísmo, como se vê, não morreu no século I. Apenas trocou de roupa. Continua entre nós, pomposo, moralista e, no fundo, tão diabólico quanto antes.
A cada dia que passa, @FlavioBolsonaro se consolida vomo um herdeiro legítimo do legado de @jairbolsonaro .
E nesse vídeoespecificamente, ele está muito parecido com o pai na abordagem resolutiva do problema
Merece com certeza o meu e o seu voto para presidente da República
@zfabrogmailcom Uma pessoa que abraça o algoz de seu marido e o chama de irmão em Cristo perde toda credibilidade.
É uma hipócrita. Cínica.
@Mi_Bolsonaro
**Minha avó me contou esta história quando eu era adolescente:**
Uma mulher difamou outra com boatos cruéis. Dias depois, descobriu que tudo era mentira. Arrependida, correu à igreja e confessou-se ao padre, pedindo o que poderia fazer para reparar o mal que havia causado. O padre pensou por um momento e disse: — Pegue um travesseiro de penas, suba até o topo da torre da igreja, rasgue-o e espalhe todas as penas ao vento. Depois desça e junte cada uma delas de volta. A mulher ficou espantada e respondeu: — Mas isso é impossível, padre! O vento já terá levado as penas para todos os lados... O padre olhou para ela com serenidade e disse: — Exatamente. Assim como as penas, as palavras que você espalhou já voaram e não podem mais ser recolhidas. Depois do mal feito, chorar não traz proveito.
@ProfessorBellei@alexandro_scsp O trem descarrilhou de vez...
Admito que me enganei, redondamente, em relação a Michelle.
Nada melhor que a Verdade para nos acordar!
Flávio Bolsonaro Presidente 2️⃣2️⃣🇧🇷
O voto sem rastro no Brasil, sistema rejeitado no mundo desenvolvido, é baseado no pacto de confiança conhecido como La Garantia Soy Yo, e na promessa técnica do Konfia. Vergonha do Brasil, mas mais ainda do gado que virou x-9 de juizeco pra perseguir quem questiona o inaceitável
Este vídeo aqui tem uma grande capacidade de furar qualquer bolha.
É o Brasil real.
Quando as pessoas entenderem que o problema é a esquerda e não o país, o PT nunca mais vencerá uma eleição.
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Podem concordar ou discordar dele. Podem questionar seu estilo, suas decisões ou suas posições políticas. Mas uma coisa é difícil ignorar: Jair Bolsonaro @jairbolsonaro enxergou, anos antes, discussões que hoje ocupam o centro do debate nacional e internacional.
Liberdade de expressão.
Censura.
Ativismo institucional.
Segurança pública.
Soberania nacional.
Dependência econômica.
Concentração de poder.
Temas que durante muito tempo foram tratados com deboche por seus adversários e que hoje fazem parte da realidade política de diversos países.
Talvez seja justamente por isso que Bolsonaro continue despertando tanta reação mesmo estando fora da Presidência. Porque existem políticos que vivem apenas do cargo que ocupam. Quando perdem o poder, desaparecem junto com ele. Sua influência termina onde termina a estrutura que os sustentava.
Bolsonaro seguiu outro caminho.
Construiu um movimento que sobrevive ao mandato, às eleições e aos ataques políticos. E isso incomoda profundamente aqueles que enxergam a política apenas como um projeto pessoal de poder.
A história está cheia de políticos que mudam de discurso conforme a conveniência, trocam princípios por cargos, abandonam promessas por acordos e medem suas decisões pela próxima eleição. Não lutam por uma causa. Lutam pela própria sobrevivência dentro do sistema.
Por isso tantos passam a vida inteira tentando chegar ao poder e, quando chegam, não pensam em transformar o país. Pensam apenas em permanecer onde estão.
Bolsonaro representa o oposto dessa lógica para milhões de brasileiros. Acertando ou errando, criou um movimento baseado em ideias, valores e bandeiras que continuam mobilizando pessoas sem depender da máquina pública.
É por isso que o debate nunca foi apenas sobre um homem.
É sobre aquilo que ele representa.
Porque cargos passam.
Mandatos terminam.
Mas ideias que encontram eco na população continuam vivas.
E talvez seja exatamente por isso que existam tantos interessados em vê-lo calado.
Não pelo que ele foi.
Mas pelo que ainda representa.