Excited to share our publication in JCO Global Oncology! We analyzed the patterns of unplanned hospitalization among cancer patients in the Brazilian health system. Recognizing these patterns is key to improving cancer care in our country. https://t.co/EZuBtSV5dG
Taking advantage of the ASCO conference: in your routine, when a cancer patient is hospitalized due to worsening symptoms (e.g., shortness of breath, pain) and the reason for the worsening symptoms is disease progression, how do you record the diagnosis in the medical chart?
Only 3.33% of medical schools in Angola offer in curricula oncology internships in an oncology hospital/service. This article, authored by Angolan Oncology Research Group (AORG) proposes an oncology program for undergraduate medical students, aiming to bridge the educational gap.
Esse trabalho da luz sobre uma questão crítica na África Subsariana, especificamente em Angola, onde os cuidados oncológicos são frequentemente negligenciados devido à falta de infra-estruturas de saúde e de profissionais médicos qualificados.
Artigo de João Wilson Rocha, Euclides Adjane Simão, Fábio da Silva e Artur Fitela, do Instituto Angolano de Controle do Câncer, descreve o apoio brasileiro para melhorar o enfrentamento do câncer em Angola e a qualidade dos cuidados de saúde.
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@jwprocha
Angola is a sub-Saharan Africa country, has about 30 million inhabitants and approximately 7.000 physicians, i.e., approximately 0.22 physicians/1,000 population; there are some specialties with only one doctor in the whole country and some with no doctors at all
Brazil was the first country to recognize the Angolan independence in 1975. The Brazil-Angola cooperation program has signed on June 11, 1980, and promulgated on October 5, 1990. Brazil is the main training place for Angolan Oncologists, with 79% of oncologists
Esta publicação - talvez a primeira desta natureza para Leishmaniose Visceral - aponta a importância da MIA como opção a ser utilizada para estudar e entender melhor óbitos Ex:𝗙𝗲𝗯𝗿𝗲 𝗔𝗺𝗮𝗿𝗲𝗹𝗮, 𝘾𝙊𝙑𝙄𝘿-19 etc…
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Primeira contribuição junto ao 𝗗𝗲𝗽𝗮𝗿𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘁𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗱𝗮 𝗙𝗮𝗰𝘂𝗹𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗠𝗲𝗱𝗶𝗰𝗶𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗨𝗻𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗦ã𝗼 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼 (𝗙𝗠𝗨𝗦𝗣) com o grupo de 𝗔𝘂𝘁ó𝗽𝘀𝗶𝗮 𝗠𝗶𝗻𝗶𝗺𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗜𝗻𝘃𝗮𝘀𝗶𝘃𝗮 (𝗠𝗜𝗔)
No segundo ano de residência - no meio do caos da Pandemia do SARS-CoV-2 - cuidamos deste caso clínico extremamente grave e difícil que envolve um dos binômios que me fascinam como médico: 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗶𝗺𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝘷𝘦𝘳𝘴𝘶𝘴 𝙙𝙤𝙚𝙣ç𝙖𝙨 𝙞𝙣𝙛𝙚𝙘𝙘𝙞𝙤𝙨𝙖𝙨.