Carlo Fidanza, deputado italiano e líder da delegação do partido Fratelli d’Italia - mesmo da primeira-ministra Giorgia Meloni - assinou uma carta com outros eurodeputados pedindo que a União Europeia avalie a aplicação de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.
Fidanza invoca a “versão europeia da Lei Magnitsky”, mecanismo que permite punir indivíduos acusados de graves violações de direitos humanos com bloqueio de bens, restrições financeiras e proibição de viagens ao bloco. O alvo seria Moraes, apontado por parlamentares europeus como responsável por “erosão do Estado de Direito” no Brasil, em especial pelo uso abusivo do aparato judicial para perseguir opositores políticos.
A movimentação de Fidanza amplia a ofensiva no Velho Continente e coloca em xeque o prestígio diplomático de Brasília, justamente no momento em que o acordo comercial UE–Mercosul está em fase decisiva de negociação.
Para Fidanza, o silêncio europeu diante do que ocorre no Brasil é “insustentável”. Ele adverte que o futuro pacto com o Mercosul não pode ignorar cláusulas de respeito à democracia e ao Estado de Direito. “Se a Europa aplica sanções a ditaduras como a Venezuela e Cuba, por que fechar os olhos para os abusos cometidos no Brasil?”.
Roma se vê pressionada, já que o autor da iniciativa é líder da bancada do partido da própria premiê Meloni. Em Brasília, o gesto é recebido com apreensão e indignação, pois atinge diretamente a figura central da engrenagem judicial que sustenta o regime de Lula.
Pela primeira vez na história, um ministro da mais alta corte do Brasil se torna alvo de sanções internacionais, colocado no mesmo patamar de líderes de regimes autoritários. O país mergulha em um isolamento diplomático que já não é apenas um sinal de fragilidade, mas o prenúncio de uma verdadeira guerra política no cenário global.
Nova leva de documentos da série Vaza Toga revela que, em outubro de 2022, assessores de Alexandre de Moraes tramaram bloquear a plataforma Gettr, para derrubar opositores, num verdadeiro esquema de gabinete paralelo envolvendo STF e TSE. Veja detalhes da maracutaia: (1/n) 🧶
🇦🇷‼️AGORA:: ATAQUE A JAVIER MILEI. Houve uma tentativa de matar o presidente Javier Milei com uma pedra enorme, que foi lançada diretamente em sua cabeça, da qual Milei se esquivou a tempo enquanto estava em uma caravana em Lomas de Zamora, Argentina.
O Sérgio Moro foi dado como juiz PARCIAL por trocar mensagens, via smartphone, com o pessoal do Ministério Público e, também por isso, a Lava-Jato foi cremada e foram inocentados os corruptos.
Que dizer, então, de TODAS as ações promovidas por Paulo Gonet no @STF_oficial ?
É só uma pergunta.
@VEJA@Mleitaonetto Agora o filho feio daquela cascavel (Matheus Leitão) acha que pode dar palpite no que os filhos de Bolsonaro fazem. Todos os filhos estão de parabéns, são homens honrados e dos quais o pai pode e deve se orgulhar. Eduardo então está detonando com o sistema.
CPMI do INSS – A casa vai cair! A sociedade brasileira vai se lembrar de quem lutou para punir os responsáveis pelo roubo bilionário contra os idosos no INSS - e também de quem tentou, a qualquer custo, impedir essa investigação. Não adianta fugir: a verdade vai aparecer.
O pedido do Diretor da PF Andrei Rodrigues de colocar agentes de vigilância dentro da casa do ex-presidente Bolsonaro é mais uma escalada no abuso de uma prisão domiciliar sem causa. São esses excessos que estão, passo a passo, minando a credibilidade da atuação da PF neste processo.
TJSC cassa decisão e restabelece prisão preventiva de traficante flagrado com 200 kg de cocaína e 127 mil pedras de crack, drogas avaliadas em mais de R$ 10 milhões.