Moraes acusa as redes sociais de promoverem uma “lavagem cerebral”.
Insanidade.
Há mentira nas redes sociais, na imprensa tradicional, na mesa do bar e até na boca de ministros do STF. Não existe instituição à prova de mentira. O que existe é algo muito mais importante: o embate de ideias, que permite comparar versões e desmentir informações falsas.
Esse é o verdadeiro problema: o eleitor brasileiro hoje é muito mais informado do que há 20 anos. Acompanha os meandros do poder de muito mais perto, por uma margem enorme, do que quando quase tudo era filtrado pela imprensa tradicional.
Eles odeiam isso.
E fica a pergunta: por que um ministro do STF que tem tanto a explicar está cerceando o livre exercício da liberdade de expressão de cidadãos comuns que pagam o seu salário?
Muitos jornalistas estão manifestando estranheza diante de falas do STF sobre restabelecer restrições ao exercício do jornalismo antes criadas pela ditadura militar. Isso logo depois de uma flagrante quebra de sigilo da fonte, uma violação a uma cláusula pétrea da constituição.
Estou há 3 anos denunciando que há um aparelho tecnológico e administrativo de bloqueios SIGILOSOS em massa de endereços IP e domínios na Internet brasileira sem base legal para tal, sem processo legal, sem contraditório e sem transparência.
Tenho publicações em congressos técnicos sobre isso, já tive reuniões com a Anatel sobre isso com poucos resultados.
No jornalismo, somente @claudio_dantas_, @madeleinelacsko, @tdmaoinvisivel, @Tec_Mundo e @elivieira me entrevistaram sobre o tema enquanto vocês dormiam no ponto.
Bem-vindos ao Vale da Estranheza, jornalistas. Como sair dele? Tirem o atraso e façam o bom jornalismo.
Socialists act like they have a noble goal.
But "you don't see slogans like 'feed the poor, help the needy.”
@robkhenderson explains, "It's more like: soak the rich, tax the rich!”
It's not about the poor. Never was.
Stossel TV Fellow Leyla Taghiyeva of @sfliberty explains:
@fernandoulrich Eu assisti/ouvi uns 60%.
Nope, nem sinal de mea culpa. Funny enough, o mantra do negócio é:
"por que a gente não aprende?"
Debatendo comigo msm se ouço o resto (a discussão é boa nevertheless)
Vocês precisam entender que, se Alexandre de Moraes não tivesse censurado o site O Antagonista em 2019, conduzido um inquérito sem base no sistema acusatório, acumulado as funções de vítima, investigador e juiz, promovido censura prévia à imprensa, cidadãos e humoristas, quebrado sigilos bancários e telemáticos sem autorização colegiada, ignorado o contraditório e a ampla defesa, imposto sanções desproporcionais, determinado buscas e apreensões com base em relatórios não oficiais, bloqueado redes sociais e aplicativos de mensagens sem respaldo legal claro, multado usuários por uso de VPN, nomeado representantes legais para empresas estrangeiras por decisão individual, criminalizado opiniões políticas e manifestações de pensamento, mantido inquéritos abertos por tempo indefinido e sem delimitação objetiva, utilizado medidas cautelares com fins punitivos, desrespeitado a independência entre os Poderes, ampliado indevidamente a competência do STF para alcançar cidadãos sem foro privilegiado, adotado decisões com impacto nacional sem submeter ao plenário da Corte, ordenado prisão de jornalistas sem flagrante ou condenação, solicitado retirada de conteúdo do ar sem ordem judicial formal, negado acesso à defesa sobre os autos de acusação, ameaçado advogados com sanções por declarações públicas, invadido domicílios sem base legal clara, monitorado comunicações de parlamentares sem autorização do Congresso, exigido dados de usuários de plataformas sem respaldo legal, pressionado instituições financeiras a fornecer informações sem ordem judicial, prendido inocentes com base em tuítes e postagens de rede social, censurado documentários e obras audiovisuais, ameaçado canais de comunicação com suspensão de monetização, imposto bloqueios bancários sem trânsito em julgado, utilizado decisões secretas para justificar medidas de exceção, promovido perseguição judicial a críticos do próprio Supremo e utilizado o TSE como instrumento político para perseguir adversários e ampliar o alcance de medidas excepcionais sem base legal, ordenado buscas e apreensões pela Polícia Federal contra Roberto Mantovani Filho, sua esposa Andreia Munarão e Alex Zanatta, participado de jantares e eventos bancados pelo Banco Master, pressionando o presidente do Banco Central pra salvar o Banco Master, ido duas vezes na casa do dono do Master (uma delas para encontrar o antigo CEO do BRB), ajudado sua mulher a assinar um contrato de R$ 129 milhões com o dono do Master, blindado Toffoli junto com Gilmar no caso Master, trocado mensagens sobre salvar Master no dia em que Vorcaro foi preso em 2025, quebrado o sigilo da fonte de jornalista, o Estado Democrático de Direito no Brasil teria acabado.
@Pri_usabr1 Discurso antissistema aberto na GloboNews?
What a time to be alive
O que não faz um pouquinho de água no glúteo, não é mesmo.
Mais um Emmy para o roteirista de Banania.
Existem direitos que ainda são seus mesmo que você não os exerça diretamente e sim através de terceiros. A liberadade de imprensa e o sigilo da fonte são duas delas: os jornalistas os exercem por nós em nosso melhor interesse.
No caso do Banco Inter, o vazamento do banco de dados com todos dados pessoais e senhas dos cartões de débito em texto plano só se tornou do conhecimento dos correntistas e das autoridades graças ao sigilo de fonte e a reportagem exclusiva do TecMundo.
Eu quando tive posse da chave SSL privada do banco vazada (a chave do cadeado verde que aparece no seu navegador) só continuei vivo graças a farta cobertura de imprensa com meu nome e foto, já que o banco ameaçou acabar com a minha vida conforme registrado no inquérito.
Com a visibilidade que a imprensa me deu, se acontecesse algo comigo ficaria óbvio quem seria o mandante.
Então defender o sigilo da fonte e a liberdade de imprensa é defender um direito de todos nós. Não é algo que só jornalista deveria se importar.
Afinal, o caso em questão envolve desvio de patrimônio, funcionário e verba pública no Maranhão.
Olá, Daniela Lima.
Espero que se encontre bem.
O ministro Alexandre de Moraes e o ministro Flávio Dino são suas fontes, disso nós já sabíamos. A questão é que imaginávamos que você tivesse um PINGO de autonomia em relação a eles.
Você conseguiu o inimaginável: defender a perseguição de jornalistas apenas porque a decisão veio de Moraes, em um caso envolvendo Flávio Dino.
Vou te esclarecer umas coisas sobre o caso:
1- Você, propositalmente, usa a palavra "blogueiro" para se referir ao jornalista perseguido por Dino/Moraes.
O uso não é aleatório e você sabe disso.
Você tenta desqualificar o jornalista e diminuir o nível de proteção constitucional do qual ele faz parte.
Sabe quem usou "jornalista" para definir o Luis Pablo? A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, ABRAJI.
O nome disso é covardia, Daniela.
2- Você diz que o jornalista estava errado na matéria que ele fez sobre irregularidades do uso dos carros do Tribunal de Justiça do Maranhão por Flávio Dino.
A pergunta que faço é: você é assessora do Dino?
O jornalista fala sobre uso irregular, mas você só diz que Dino não fez nada de errado porque ele é "muito ameaçado".
Cadê a prova cabal que contradiz a matéria do jornalista?
O Dino esqueceu de te passar?
3- Você não falou o principal: qual é a razão do jornalista estar sendo investigado no STF?
jornalista tem foro no STF? tem algum deputado envolvido? tem algum senador envolvido?
Nada.
Você sabe que não tem, mas esse detalhezinho processual você esqueceu de comentar, né?
Daniela, vou ser bem sincero, o que você fez dá vergonha alheia e pena ao mesmo tempo.