Será quando o "povo" brasileiro irá entender que a tal "copa" está sendo utilizada para anestesiar a massa e desvirar o foco dos reais problemas que afligem o país?
Que povo ignorante, meu Deus!
Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional.
Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma.
Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ.
A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte.
A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros.
Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro.
A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política.
Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill.
Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble.
No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer.
SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA
O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro.
Mas os documentos oficiais contam outra história.
Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China.
Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano.
O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Mas essa história vai muito além de tarifas.
O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China.
Afinal, o que realmente está acontecendo?
Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil.
📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários.
Confesso que esperava uma manifestação igualmente firme quando a Embaixada do Irã na Tunísia publicou um vídeo de propaganda mostrando o Cristo Redentor destruindo a Estátua da Liberdade sob o slogan "Uma frente, uma luta".
O Cristo Redentor não pertence ao regime iraniano, é um símbolo do Brasil. A Estátua da Liberdade não representa apenas os Estados Unidos, representa os valores democráticos, liberdade individual e a própria história do Ocidente.
Enquanto o presidente acusa adversários políticos de conspirar contra o Brasil, permanece em silêncio quando um regime conhecido por perseguir opositores, restringir liberdades e reprimir sua própria população utiliza um dos maiores símbolos brasileiros em uma peça de propaganda geopolítica.
O debate sobre a Seção 301 deveria ser enfrentado com argumentos sobre comércio, investimentos, segurança jurídica, corrupção, propriedade intelectual, plataformas digitais e ambiente regulatório - sob o seu governo, afinal o senhor está no poder há quase duas décadas.
Transformar tudo em uma disputa entre governo e oposição não responde DE FATO às questões levantadas no relatório americano.
E mais uma vez, caro Lula, ignorar quando o nome, a bandeira e os símbolos do Brasil são usados em peças de propaganda de regimes autoritários aliados do seu governo também não fortalece a soberania nacional, pelo contrário, transmite ao mundo a imagem de um país alinhado a ditaduras que perseguem opositores, censuram cidadãos e reprimem seu próprio povo. Talkei?
- O Bolsonaro é o culpado pela farra do INSS
- Bora investigar então?
- Não
- O Bolsonaro é culpado pelo escândalo do Master
- Bora assinar a CPMI então?
- Não
- O Bolsonaro tem ligação com o CV e PCC
- Bora classificar como organizações terroristas então?
- Não
"Se você não é super-rico, não se preocupe com a taxação dos super-ricos"
"Se você não é pedófilo, não se preocupe com a Lei Felca"
Pois bem, se você não é do PCC nem do CV...
Sou Professor de História e sou bolsonarista.
Nenhum professorzinho maconheiro de Univerdade Pública onde estudei conseguiu destruir os princípios e valores ensinados pelos meus pais.
👊🏻
Nesta segunda-feira, 11 de maio, a Justiça italiana reconheceu oficialmente o nexo causal entre a vacina da Pfizer contra a Covid-19 e uma grave lesão neurológica.
A Corte de Apelação de Torino rejeitou o recurso do Ministério da Saúde da Itália no caso de uma comerciante de 57 anos da cidade de Alba, no Piemonte, que desenvolveu mielite transversa - uma inflamação severa da medula espinhal capaz de causar danos neurológicos permanentes.
Segundo a sentença, a perícia técnica comprovou “de forma completa”, com base no critério jurídico da “preponderância das evidências”, a relação causal entre as duas doses da vacina Comirnaty, da Pfizer-BioNTech, aplicadas em abril de 2021, e a doença desenvolvida posteriormente pela paciente.
O Ministério da Saúde tentou derrubar a decisão alegando uma doença autoimune pré-existente. A Corte rejeitou o argumento e manteve o direito da mulher à indenização estatal.
O valor não foi divulgado, mas o caso se enquadra na Lei 210/1992 da Itália, usada para indenizações por danos vacinais.
Outro detalhe importante; após a primeira condenação do Estado italiano, os advogados da paciente afirmaram começar a receber “ao menos três novos casos por semana” envolvendo possíveis danos graves pós-vacinação.
Segundo a imprensa italiana, até 2024 já existiam cerca de 36 mil pedidos de indenização relacionados às vacinas Covid em diferentes países.
Enquanto isso, no Brasil, qualquer discussão sobre efeitos adversos graves, danos pós-vacinação ou responsabilização continua sendo tratada como “desinformação” ou “negacionismo”.
E isso ficou evidente nas recentes falas de Lula e Janja, que voltaram a atacar publicamente todos aqueles que questionaram vacinas obrigatórias, medidas sanitárias ou abusos cometidos durante a pandemia.
O mundo começa lentamente a reconhecer danos, rever excessos e discutir indenizações. Mas no Brasil, questionar continua sendo tratado como crime ideológico.
Menos de 24 horas após a promulgação da Lei da Dosimetria, um juiz sozinho decidiu suspender a vontade do Congresso Nacional inteiro e, consequentemente, a vontade de milhões de brasileiros representados pelo Parlamento.
Deputados e senadores debateram, votaram, derrubaram veto e promulgaram a lei. Mas, no Brasil de hoje, parece que a palavra final de 513 deputados e 81 senadores pode ser anulada por uma única canetada. Isso não pode ser normalizado nunca. Um homem manda no país. Vergonha.