O @Publico e a maioria dos jornais continuam a construir a própria falência. O trabalho jornalístico é caro. Ficou de fora dos planos de publicação e preferem colunas de comentadores recorrentes, achando que herdam os leitores de cada um. Nem boa sorte vale a pena desejar.
Numa altura em que a escassez de habitação é um problema evidente em Portugal, o facto de o @Publico omitir que a oferta de casas na mesma Barcelona reduziu mais de 20%, aproxima-se do vergonhosamente desonesto.
A incapacidade do Público em promover um debate honesto deve fazer o engº Belmiro dar voltas no túmulo.
"sem sentir o impulso imediato de chamar-lhes de fascistas" - A expressão "não és tu, sou eu" aplica-se quem nem uma luva.
Hoje em dia Fascista é o que qualquer um quer.
Saudades dos tempos em que podia discutir política com amigos e amigas de direita sem sentir o impulso imediato de chamar-lhes de fascistas e as conversas nunca terminavam com insultos ou cortes de relações
@daminufe Eu não dependo muito de self-developed apps. Tenho normalmente preferencia em CLIs e fazer as minhas que MCPs estavam a ser ruidosos. Hoje em dia uso MCP para Confluence, JIRA e AWS (os oferecidos pelas tools). O resto é CLI.
@ruivalente88@fcancio Não há resposta para isso no documento. A minha intuição é que vão ter que se restringir a um limite não definido que se enquadre nas restantes condições. Isto é, uma instalação é viável. Um acampamento, como tem sido provavelmente, não.
Esta senhora é uma das responsáveis pelo estado atual. Devíamos ter vergonha de tê-la a representar Portugal no Parlamento Europeu. O que está aqui a ser escrito é um exemplo básico de hipocrisia política e desonestidade intelectual.
Que o governo ouça o país. Fim da lei das rendas infinitas e dos despejos selvagens. Imóveis vazios têm de ser habitação. Fim dos benefícios fiscais à especulação imobiliária. Limites às rendas. Regras para que as cidades possam ser habitadas e não apenas visitas.
@free5tharmony Li de alto abaixo e não vejo nenhum ponto a referir manifestação desordeira ou, na verdade, violação da lei, ocupação e restrição de espaços públicos e destruição do bem público. O direito de manifestação não é absoluto.
"Para exibir a liberdade que conquistamos há meio século de contestar o poder."
A liberdade conquistada para o fazer na urna, não para a manifestação desordeira na rua ou para a tentativa de replicar o caos de outros vizinhos europeus.
@iamiuri Para exibir a liberdade que conquistamos há meio século de contestar o poder. E a resistência é ao governo, que é quem manda carregar por causa de um símbolo que não tolera: as tendas. Já é só isso que exigem: que as regras desapareçam. É simbólico.
Estamos a fazer por ouvir. Parem com os acampamentos. Coloquem foco na prática para a resolução do problema e não em comendadores aleatórios na TV ou deputados e outros agentes políticos agitadores.
Parece que os movimentos políticos que procuram o voto na praça, mas não o obtiveram na urna, estão a conseguir sacrificar uns quantos apoiantes em seu proveito.
Na nossa democracia, não me recordo de ver um governo levar tão longe a transformação da sua crescente fragilidade política num ataque à integridade física de cidadãos e ofensa de direitos fundamentais.