To push it further: Liquid Glass draws 2–3× the GPU power of the classic material
- that's probably why Apple rarely uses it for whole windows: it's mostly transient ones like menus, popovers and 𝙽𝚂𝙰𝚕𝚎𝚛𝚝 (on macOS 27.2)
- the cost scales with size of the component
- unlike the regular blur material (.𝚊𝚌𝚝𝚒𝚟𝚎), there's no public way to keep it fully active when the window loses focus. Probably to prevent 3rd party app to drain battery too much
TL;DR you probably don't want to use Liquid Glass for a window you open 100 times a day and that overlays dynamic content
o programador que vai sobrar na era da IA não é o que coda mais rápido
vale pra júnior, pleno e sênior
hoje sou o único programador dos meus apps operando agentes no suporte, no devops e revisando o código que eles geram
o programador do futuro faz isso aqui:
> entende o negócio e a dor de quem paga a conta
> opera e revisa agentes em vez de digitar linha por linha
> bota no ar rápido e mede o resultado de verdade
e você hoje:
> já tá operando agente e pensando em negócio
> ainda tá disputando velocidade de digitação com o modelo
Estou vendo muita gente criticando o time da Conty mas acho que poucos entendem o que é estar nos 20 e poucos anos, completamente apaixonado pelo que está construindo e disposto a fazer o que for preciso para ver aquilo acontecer.
Eu sou rata de startups. Não conheço ninguém que trabalhasse como eu nos meus 20 e poucos anos. Dormia embaixo da mesa, num prédio ao lado de onde hoje fica o escritório da Conty, e construía como ninguém.
Passar 20, 30 horas trabalhando sem dormir, não voltar para casa, tomar energético e fumar como café da manhã olhando para o Shopping Vila Olímpia era meu estilo de vida.
Não adianta vir com aquele discurso de "cuidado, lá na frente a saúde cobra". A gente sabe disso e também sabe que poucas dessas preocupações são realmente genuínas. Para pessoas como nós, esse tipo de conselho não funciona e sinceramente é chato pra caralho.
Existe uma diferença enorme entre trabalhar assim por obrigação e fazer isso porque você ama o que faz. Nem toda jornada exaustiva é fruto de cobrança ou exploração. Às vezes, é simplesmente a vontade absurda de ver algo sair do papel.
Fui moldada nesse estilo de vida e hoje continuo construindo minha própria startup com a mesma paixão. Com uma certa gastrite mas com muito orgulho de toda a minha jornada. Ainda bem que não dei ouvidos a ninguém.
Continuem, @Pedrodv, @onicolasrivera e o resto do time. Construam sem ficar olhando para os lados. Pouca gente entende essa vontade quase insana de fazer acontecer 🚀 (pelo menos bebam água
Há momentos onde realmente trabalhamos mt, longas horas, pouco descanso, mt dedicação. Mas isso não é sustentável no longo prazo. Trabalhar até essa hora é exceção e não regra. Vender isso como positivo é um erro profundo que só identificamos qd ele cobra o preço. E custa caro.
terceirizar suas decisões sempre da errado
faça você mesmo até pegar o jeito
depois ou automatiza ou põe nas mãos de quem compartilha a mesma visão que você e que executa igual
Eu perdi um filho no dia 20 desse mês.
Tava super desanimado. Sem chão.
Postei no X querendo me conectar com founders e designers da bolha dev e conheci MUITAS pessoas legais.
Eu passei anos querendo encontrar pessoas iguais a mim que gostam de estudar e criar coisas.
Vocês me salvaram de uma depressão imensa. Obrigado.
Isso não foi escrito por IA, eu mesmo quem escrevi pra agradecer a vocês. Obrigado pessoal!
AGORA: Netflix anuncia aumento no seu plano mensal de 59,90 para 71,90, alta de 20%.
Ainda bem que o imposto é só para as empresas, não para o consumidor👍
A Intelbras informa que o profissional envolvido em publicações recentes em redes sociais não integra mais o quadro de colaboradores da companhia. Reafirmamos nosso compromisso com a ética, o respeito e os princípios estabelecidos em nosso Código de Ética e Conduta.
Metade do país está de luto.
Não é luto por candidato. É luto porque metade do país não acredita que o nosso Presidente da República vá pacificar o país, gerar crescimento, impedir que as nossas empresas quebrem ou se mudem para o Paraguai.
Esse sentimento é legítimo. Você pode não ter votado no Flávio e, ainda assim, reconhecer que os problemas que levaram alguém a votar nele são reais. E são.
Somos um país sentado em cima de petróleo, terras raras, urânio, água e terra fértil. Tudo que o mundo paga caro para ter. Tudo que poderia virar economia de verdade.
Enquanto isso, a nossa pequena indústria respira por aparelhos. A indústria de transformação, que já chegou perto de 30% do PIB, hoje mal passa de 10%.
Nossos engenheiros, que alguns anos atrás tocavam obras em dezenas de países, hoje dirigem carro de aplicativo para sustentar a família. O diploma de uma boa universidade virou papel.
E quando essas pessoas pegam o celular, veem o crime vencer. O criminoso ostentando, o divulgador de bet comprando Ferrari, o trabalhador pagando a conta.
Em uma hora, os meus clientes perderam, somados, quase 1 bilhão de reais. Não é um bilionário. São milhares de famílias de classe média e pequenos empresários, gente que juntou o que tinha ao longo de anos e viu o patrimônio encolher antes do almoço.
Juros subindo, bolsa caindo. E, na mesma semana, o anúncio de mais um aumento de tributo. É o crédito do pequeno empresário, é a parcela da casa, é o emprego que não abre.
O sentimento é de derrota. De perda do otimismo. De desistir de transformar o país em um lugar melhor. E eu entendo isso perfeitamente. O Brasil por vezes me desanima, e não foi a primeira vez.
E tudo bem se me chamarem de otimista ou de descolado da realidade.
Mas eu tenho uma certeza. Independente de Congresso, Senado ou Presidência, o nosso povo é trabalhador. Eu conheço gente que trabalha todos os dias e que votou no Flávio. Conheço gente que trabalha todos os dias e votou no outro lado.
Gente que acorda às 4 da manhã e vai dormir às 21h, exausta, para fazer tudo de novo no dia seguinte.
Ninguém que acorda às 4 da manhã para trabalhar é fascista. Essas pessoas não queriam destruir o Brasil.
Queriam o que todo mundo quer: segurança, emprego, uma vida que caiba no salário. A diferença foi só o caminho que cada um achou que levava até lá.
Então eu queria te pedir algo diferente. Independente de em quem você votou.
Primeiro: enxergue o copo meio cheio. Vou te ajudar. Ligue para a pessoa mais velha que você conhece e pergunte como era o Brasil na infância dela. Pergunte sobre água encanada, asfalto, escola, hospital público e fome.
Essa pessoa, em quem você confia, vai te mostrar que, apesar de tudo, estamos bem melhores. Teve governo de direita, de esquerda, ditadura, bagunça, fogo, protesto e tudo quanto é coisa. E nós conseguimos.
E vamos conseguir de novo. Mas não vai ser escolhendo um lado para odiar. Vai ser usando a energia que ainda resta para cobrar. De quem ganhou, porque está no poder. De quem perdeu, porque está no Congresso e nos estados. Eu sei que você não aguenta mais falar.
Mas engolir o golpe seco, direto na garganta, e seguir em silêncio foi exatamente o que nos trouxe até aqui.
Se quisermos ter uma chance de construir um futuro, temos que lembrar de quem elegemos, de quem ajudamos a eleger, e cobrar. Cobrar todos os dias. Cobrar pelos projetos que QUEREMOS, não pelos que nos empurraram.
“Ah, Raul, não vai dar.”
Vai. Porque o Brasil nunca ganhou nada em silêncio.
Se acreditar no Brasil é ser um idiota, eu vou morrer sendo, não adianta me xingar por isso.