ofício e prática real é a única coisa que te salva na era da democratização da informação.
tudo que você estudar, ler ou assistir vai ter um perfil esotérico com referências nichadas pra te xingar por ser "midwit" ou "pseudo-intelectual" e a única coisa que pode te proteger pra simplesmente curtir suas coisas é ter prática no mundo real, aprender coisas táteis que precisem de técnica, pq essa galera normalmente n tem técnica em nada, só conseguem adquirir muitas informações e usar elas pra encher o saco dos outros com muita qualidade
Marketing is a creative and adversarial game. Channels get discovered, exploited, and discarded. New products need new distribution.
It’s hard to hire rule-breakers, so the best marketers tend to be the founders themselves.
It’s okay to stay in bed all day when your head’s not right.
It’s okay to doubt every decision you’ve ever made.
It’s okay to feel like you’re not going to make it.
Just make sure you spend more days doing the exact opposite.
It’s not okay to let those days outnumber the ones where you fight back.
@naval brilhante como sempre:
A maioria das pessoas acredita que o objetivo de vencer é continuar vencendo. Mais dinheiro, mais reconhecimento, mais poder de barganha, mais provas de que estão à frente. O placar vira identidade. O jogo vira a vida.
Esse é o erro.
A verdade mais profunda é mais silenciosa e mais subversiva: a razão para vencer o jogo é poder se libertar dele.
Os jogos existem quer você os reconheça ou não. Há jogos econômicos, de status, de carreira e sociais. Você nasce dentro deles sem consentimento, e fingir que não importam não te torna iluminado — apenas te torna vulnerável. Se você não entende as regras, elas ainda se aplicam. Se você não joga, você ainda perde por padrão.
Mas confundir o jogo com a realidade é ainda mais perigoso. Jogos são feitos para capturar atenção. Eles oferecem placares claros, feedback rápido e validação externa. Dizem exatamente como você está indo e o que deve buscar em seguida. Essa clareza é sedutora. Com o tempo, o jogo deixa de ser algo que você joga e passa a ser algo que joga você.
Quando isso acontece, suas escolhas encolhem. Você não consegue se afastar. Não consegue desacelerar. Não consegue dizer não. Continua jogando não porque quer, mas porque precisa. Nesse ponto, o jogo é quem manda em você.
Vencer, no seu sentido mais verdadeiro, não tem nada a ver com ego. Tem a ver com alavancagem e opcionalidade. Dinheiro importa não pelo que compra, mas pelo que remove: dependência, medo, urgência. Habilidades importam não porque impressionam os outros, mas porque te tornam autossuficiente. Reputação importa não pelos aplausos, mas porque reduz atrito e compra confiança.
O verdadeiro prêmio não é estar à frente no placar. O verdadeiro prêmio é poder se levantar da mesa e ir embora.
É por isso que tentar “sair do jogo” sem vencer quase nunca funciona. Algumas pessoas rejeitam ambição, competição ou dinheiro e chamam isso de liberdade. Mas escassez não é libertação. Se você se retira sem alavancagem, continua limitado — só que agora pela falta, e não pelo excesso. Você ainda reage ao mundo, em vez de moldar sua relação com ele.
A verdadeira liberdade vem da transcendência, não da negação. Você joga o jogo de forma inteligente e por tempo suficiente até que ele deixe de ter poder sobre você. Você não precisa mais correr atrás de resultados para se sentir seguro. Não está desesperado por validação. Não está preso a obrigações que não pode recusar.
Ironicamente, quem realmente vence não parece um vencedor. São calmos. Não se impressionam. Não têm pressa. Não estão mais otimizando métricas que antes os consumiam. Ainda participam, mas de forma leve. Engajam por escolha, não por necessidade.
O jogo vira uma ferramenta, não um mestre.
Você pode continuar construindo, criando ou competindo — mas agora isso é lúdico. Distanciado. Limpo. A ansiedade desaparece porque os riscos desapareceram. Você já garantiu aquilo que o jogo prometia, mas nunca dizia explicitamente: independência.
A maioria dos jogos é finita. A vida não é. Dinheiro é um jogo. Status é um jogo. Até o sucesso é um jogo.
Liberdade é o que sobra quando você prova, para si mesmo, que não precisa continuar jogando.
Então sim: aprenda as regras. Jogue a sério. Jogue no longo prazo. Vença de forma decisiva. Mas lembre-se do verdadeiro objetivo. Você nunca foi feito para viver dentro do jogo.
Você foi feito para terminá-lo — e seguir em frente.
— Naval
Agressivamente diga "não"
Só porque você sente uma emoção, não quer dizer que isso seja uma boa utilização do seu tempo. Ficar irritado no Twitter não é bom; na real, é um comportamento bem perdedor.
Anthony Bourdain dizia: "Eu entendo que existe um cara dentro de mim que quer ficar deitado na cama, fumar maconha o dia todo e assistir desenhos animados e filmes antigos. Minha vida inteira é uma série de estratégias para evitar e enganar esse cara.”
Hoje, mais do que nunca, somos puxados, às vezes por coisas externas, às vezes por gatilhos internos, pra fazer coisas profundamente sem sentido. As notícias te irritam, te chocam, te surpreendem e, como um bom filme, te prendem na tela. Elas foram evolutivamente selecionadas pra isso. Assim como Darwin descreveu que as espécies mais adaptadas sobrevivem, o mesmo ocorreu com os jornais. Os mais virais, mais chocantes e melhores em prender a atenção sobreviveram.
As redes sociais aceleraram isso ainda mais. Em vez do mais chocante pro cidadão médio, cada pessoa tem o seu próprio “algoritmo”, que entrega o exato conteúdo com a maior probabilidade de prender a sua atenção individual. É a evolução de Darwin, mas em vez de cada iteração demorar o ciclo de vida de um animal, ela demora 5 segundos.
Em relativamente pouco tempo, tudo aquilo que é mais bem adaptado pra nos guiar, nos direcionar pra um caminho venceu. Em partes isso é natural. O choro de um bebê é tão agoniante porque nós evoluímos justamente pra que fosse. Os bebês evoluíram para se tornarem experts em chamar a atenção dos pais quando eles estão com fome.
Em partes, nem tanto. Muito se fala da dopamina, que é a molécula que geralmente te incentiva a tomar uma ação em troca de uma recompensa. Aquilo que mais conseguir causar em você a liberação de dopamina tem mais chances de sobreviver. Sendo assim, por pura lógica de mercado, as empresas de maior sucesso são as que mais vão conseguir gerar ação em você. E elas ficaram muito boas nisso.
A Pringles, o McDonald’s, a Coca-Cola estão entre as comidas que mais causam ação, que mais “viciam”, que mais chamam atenção, que geram mais dopamina. Os políticos de maior sucesso estão frequentemente na mídia, às vezes falando absurdos, prometendo absurdos, chamando a atenção.
O TikTok, o YouTube, o Twitter, o Instagram. A Amazon com compras em um click. O WhatsApp é a “conexão” instantânea com amigos.
Pra Nietzsche, emoções estão no centro do que gera nossas ações. Então, seguindo a nossa lógica aqui, tudo o que teve sucesso no mundo moderno está extremamente bem adaptado a te causar emoções.
E é por isso que o barulho parece tão importante. Assim como o choro de um bebê, tudo está tentando parecer a coisa mais importante do mundo em todos os momentos. E é precisamente por esse motivo que devemos ignorar o barulho. Porque não é real.
A Pringles não é nutritiva; ela é boa em te fazer querer comer mais. A discussão no Twitter tem impacto zero no mundo real, mas ela é boa em te puxar pra dentro dela. O coach de Instagram com certeza é um expert em chamar a sua atenção, mas talvez ele não seja um expert naquilo que ele fala.
Pra Epicteto, um grande filósofo estoico, “A principal tarefa na vida é simplesmente esta: identificar e separar as coisas para que eu possa dizer claramente a mim mesmo quais são externas e não estão sob meu controle, e quais têm a ver com as escolhas que eu realmente controlo...”
E aqui eu quero amarrar todas as ideias nesse texto. A gente não tem controle sobre o mundo hiperviciante à nossa volta. A gente não tem controle sobre as emoções que esse mundo vai nos causar, na tentativa de nos influenciar a fazer algo. Mas nós temos certo grau de controle sobre as nossas ações.
Nesse texto falamos sobre todo o ruído que nos cerca. Eu quero que você ignore todo esse ruído. É difícil; é um trabalho constante de identificar que fomos emocionalmente influenciados a fazer algo e que nossas prioridades estão desalinhadas. Nenhuma pessoa no mundo tem como prioridade comer comidas não nutritivas enquanto assiste a reels no TikTok.
Identifique o ruído, ignore o ruído. Se não for possível ignorar, deixe que ele cause uma emoção, mas não se perca nela. Não é porque você sente algo que você está certo ou que você deve agir.
Em vez disso, faça as poucas coisas importantes na vida. As coisas que não são ruído, que fazem tudo valer a pena. Essas poucas coisas foram muito bem colocadas por Naval:
”
Jejum, levantamento de peso, corrida, alongamento e meditação.
Construa, venda, escreva, crie, invista e seja dono.
Leia, reflita, ame, busque a verdade e ignore a sociedade.
Crie esses hábitos. Diga não a todo o resto.
Evite dívidas, prisão, vícios, vergonha, atalhos e a mídia.
Relaxe. A vitória é garantida.
“
100% disagree. These instathots have zero life skills. They bring nothing to the table besides looks that fade. A woman with a career understands what it’s like to have a bad day at work so she doesn’t annoy the fuck out of you when you get home. A woman with a career understands the pressure you are constantly under while trying to get ahead.
The goal is to find a career woman and then give her the option to never have to work again.