Diante da gravidade do maior crime financeiro da história do Brasil, o povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário.
Se faz necessário mais transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral. A divulgação da verdade, como aconteceu na Operação Spoofing, conduzida pelo então ministro Lewandowski, é um exemplo a ser seguido.
Por isso, é urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja quem for, doa a quem doer. O Brasil precisa saber a verdade.
¡Fidel Vive! Quien lo dude que mire al mundo de hoy a través de su legado. Todo lo que denunció en ONU/1960 y 1979, lo que alertó en Río en 1992, lo que dejó escrito en casi 500 Reflexiones, siguen siendo problemas por resolver.
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Pela primeira vez em décadas, o Brasil rebaixou a relação diplomática com a Argentina, e seria um erro ler o episódio como mais um capítulo do bate-boca pessoal entre Lula e Javier Milei. Na terça-feira, 4 de agosto de 2026, o Itamaraty decidiu manter o embaixador Julio Bitelli em Brasília e conduzir a relação com Buenos Aires por meio de um encarregado de negócios, o degrau mais baixo de uma representação antes de uma ruptura formal. A nota de protesto foi entregue diretamente ao embaixador argentino Daniel Raimondi, que retornou ao seu país. É a crise mais séria entre os dois vizinhos em muito tempo, e ela diz mais sobre o tabuleiro de 2026 do que sobre o temperamento de Milei.
O estopim está claro. Em julho, Milei veio a São Paulo discursar na convenção que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro e, em solo brasileiro, chamou Lula de ladrão, corrupto e lixo socialista, além de atacar o ministro Alexandre de Moraes. Um chefe de Estado estrangeiro usou uma visita ao país para hostilizar o presidente da República, o Judiciário e as instituições democráticas de quem o recebia. Rebaixar a representação é a forma que a diplomacia encontrou de sinalizar descontentamento máximo sem romper relações: a embaixada continua funcionando, mas perde densidade política, e o recado de que Brasília não normalizará o trato enquanto os insultos persistirem fica registrado.
O que impressiona é a calibragem da resposta. Lula rompe no plano político e preserva o econômico, porque a interdependência entre as duas maiores economias do Cone Sul não cabe numa bravata. A Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, com mais de 30 bilhões de dólares trocados no último ano, e o mercado brasileiro segue como o principal destino das exportações argentinas. O gesto atinge a relação de governo e blinda a relação de Estado, exatamente a assimetria que uma potência regional responsável precisa manejar quando provocada.
Só que o jogo é maior que Milei. Os ataques do argentino se articulam com o tarifaço de 50% que Trump impôs ao Brasil em 2025, atrelado explicitamente ao julgamento de Bolsonaro, e ambos operam como correia de transmissão de uma internacional reacionária que vai do CPAC ao ecossistema MAGA. Nesse desenho, o Brasil é tratado como peça central de um tabuleiro hemisférico, e há uma inversão de papéis que a manchete apaga: quem defende as regras democráticas e a soberania do próprio processo eleitoral é Brasília, enquanto as potências que se dizem guardiãs da democracia recorrem ao insulto e à chantagem comercial.
Vale lembrar, por fim, que a ofensiva contra Lula também é cortina de fumaça doméstica. A pesquisa Zuban Córdoba de agosto aponta 65% de desaprovação a Milei e 61,9% dos argentinos favoráveis a uma mudança de governo em 2027, num quadro de recessão e escândalos de corrupção. Com a direita governando a maior parte da América do Sul, pressionar o Brasil é tentar fechar o cerco sobre o último grande governo progressista da região. O que está de fato sob ataque é a autonomia da política externa brasileira e o protagonismo do país nos BRICS e no Sul Global, justamente o que faz do Brasil um obstáculo ao alinhamento automático a Washington rumo a 2026.
#Argentina #Milei #Brasil #RelaçõesInternacionais
Que papo é esse de "eu vou secar a Argentina", "eu vou torcer pra Espanha" ? Que conversa fiada! Toma vergonha na cara. Vai lavar um banheiro. Eu não torço nem pra Seleção Brasileira, porra. Só torço pro Fluminense.
Perdão pela intromissão, mas acho que posso ajudar aqui. Qualquer dívida pública denominada em reais pode ser operacionalmente "rolada" sem qualquer dificuldade, em qualquer cenário, pelo simples motivo que a moeda é também uma dívida estatal. A dívida pública nasce com a criação de moeda que acompanha todo é qualquer pagamento estatal. Embora a emissão de moeda seja uma operação de empréstimo no estrito senso, é um empréstimo muito especial porque já nasce pago. Como o real é ao mesmo tempo uma dívida estatal e o meio de pagamento final para qualquer dívida denominada em real, o Estado brasileiro emite uma dívida que já nasce paga. Somente depois que reais são criados através de pagamentos estatais é que impostos podem ser pagos e títulos públicos podem ser comprados. Afinal, ninguém mais pode criar os reais que se usam para comprar títulos públicos ou pagar impostos além do Estado Brasileiro.
E a rolagem da dívida que está vencendo? Veja que do ponto de vista funcional, importa pouco se os portadores de títulos preferem manter seus ativos em títulos ou moeda. É tudo dívida pública. Rolagem da dívida pública, nesse sentido, significa apenas que os portadores de títulos vincendos preferiram continuar com títulos públicos do que trocá-los por dívidas públicas perfeitamente líquidas, mas que não pagam juros.