"Quem não sabe ser caixeiro, que feche a loja."
Quatro empresas. Milhares de euros em contratos públicos.
Sempre as mesmas entidades adjudicantes. Sempre o mesmo círculo familiar.
👉 Oasismelody – 14.880 € (1 contrato)
👉 Quotidian Rush – +/- 33.000 € (3 contratos)
👉 Something Curious – 8.100 € (1 contrato)
👉 Blue Talente – 468.000 € (20 contratos)
Até aqui, poder-se-ia dizer que é apenas coincidência.
Mas todos os contratos foram celebrados com a Escola Superior de Enfermagem, o Politécnico ou a Universidade de Coimbra, tendo como objeto serviços de informática.
E aqui começa o problema:
👉 Paulo Alexandre Ferreira Simões, sócio da Oasismelody, é professor associado no Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra.
👉 É também companheiro da gerente das restantes empresas.
👉 É cunhado de António Ferreira da Graça, sócio da Blue Talente.
👉 E pai de Carolina Ferreira da Graça Simões, sócia da Something Curious.
Tudo fica “em família” e em ajustes diretos.
Não se trata de lançar suspeitas gratuitas nem de substituir o trabalho das entidades fiscalizadoras. Trata-se de exigir transparência, responsabilização e separação clara de interesses sempre que estão em causa dinheiros públicos.
Quando contratos públicos se concentram repetidamente num mesmo núcleo familiar, envolvendo instituições onde um dos intervenientes exerce funções académicas numa área diretamente relacionada com o objeto dos contratos, as dúvidas deixam de ser ruído político e passam a ser uma questão de interesse público.
A confiança nas instituições constrói-se com regras claras, mas mantém-se apenas quando essas regras são acompanhadas por práticas irrepreensíveis. E é precisamente aí que o escrutínio público cumpre a sua função: não para condenar, mas para impedir que a normalização do "é tudo legal" substitua a exigência de ética.
Em democracia, a transparência não é um incómodo.
É uma obrigação.
#SenaNews: Manuel João Vieira processa Entidade Reguladora da Comunicação Social: “Porque é que eu não estou nos debates presidenciais, quando a Catarina Martins ou o Jorge Pinto estão, sem sequer terem entregue as assinaturas?”
@psnacml O PS quer o prémio da HIPOCRISIA??
O Alojamento Local tem as novas licenças suspensas desde Novembro 2018...
O PS nunca fala de Dezenas de Quarteirões INTEIROS a passarem a HOTÉIS E APARTHOTEIS porquê??
@DefesaBenfica So 7.500? Foi mais....foi um iate, uma casa de luxo e um aviao. As coisas que este pessoal inventa mas links para as noticias nem ve los