15 medidas em 52 dias. Uma a cada 3,5 dias. O Globo contou.
Consignado privado: R$ 131 bi em crédito novo. Desenrola 2.0: 90% de desconto em dívidas. Subsídio gasolina: R$ 0,44/litro. Fim da taxa das blusinhas. Luz do Povo. Gás do Povo. Move Brasil.
R$ 742 bilhões em estímulos totais segundo a ARX. 5,4% do PIB. Crescimento de 139% versus 2025.
BTG contou 10 medidas implementadas. R$ 139 bilhões. Mais 11 em estudo. R$ 199 bilhões a mais.
Tudo tem que sair até 4 de julho. Depois, regras eleitorais travam.
Dívida bruta: 80,4% do PIB. Projeção pro fim do ano: 83-84%. Era 71% quando Lula assumiu.
Mesquita (Itaú): "Novos estímulos a cada 3 dias e meio. A capacidade da política monetária de segurar a economia é afetada."
O governo tá comprando voto com dinheiro que não tem. E quem paga é quem tá lendo isso.
@leonardo1opes@BrasConsciente Gostei de uma estratégia sugerida por aqui em que devemos votar no 3° colocado das pesquisas pra tentar levar alguém com menos rejeição pro segundo turno.
OPINIÃO ✍️ Fernando Schüler: "Empresa estatal é cronicamente deficitária e gera sistematicamente prejuízos, que são pagos pelo contribuinte"
No comentário desta segunda-feira, 1, o colunista Fernando Schüler trata do resultado de prejuízo de R$ 3,1 bilhões apresentado pelos Correios no primeiro trimestre deste ano. Em 2025, ele lembra, foram R$ 8 bilhões de prejuízo.
Segundo Schüler, “o Brasil já é um país deficitário, portanto, nós estamos contraindo dívida para pagar o prejuízo dos Correios”.
🔗 Assine o Estadão em https://t.co/VrPBtjo6qp para acompanhar todas as colunas de Fernando Schüler
A dívida pública do Brasil bateu R$ 8,6 trilhões. Se rachasse essa conta entre todo mundo, cada brasileiro pagaria mais de R$ 41.500, incluindo o recém-nascido que mal abriu o olho e já chega ao mundo devendo.
O governo gasta sem freio para sustentar privilégio, mordomia e uma máquina inchada que sufoca quem produz. E quem paga? Você. Não existe dinheiro do governo, existe imposto saindo do seu salário todo mês.
Populismo e gastança não saem de graça. O preço é um país mais pobre e o trabalhador cada vez mais apertado.
Leia mais: https://t.co/iOS3S0tGT5
R$ 12 bilhões…
Quando um banco estatal aparece “participando diretamente” de fraudes, segundo a PF, não estamos mais falando apenas de corrupção, mas sim de degradação institucional.
E depois perguntam por que o sistema financeiro brasileiro perdeu credibilidade.
BRB participou diretamente de fraudes de R$ 12 bi com Master
https://t.co/lOxMoO2qU7
O Brasil virou o país das PJs.
Sem escala 6x1 e com CLT mais cara, vão acabar de matar a carteira assinada.
Os Ubers e motoboys já sabem.
Você vai ser o próximo.
---
Deixa eu te mostrar a matemática que ninguém te conta.
Contratar com carteira assinada no Brasil:
A empresa paga 71,4% a mais sobre o salário em encargos.
Maior percentual entre 90 países pesquisados.
Nos Estados Unidos, esse custo é 8,8%.
O Brasil cobra 8 vezes mais que os EUA pra te registrar.
---
O que isso faz com o seu salário.
Um CLT custa pra empresa entre 1,7 e 2,3 vezes o que ele recebe.
Você ganha R$ 3 mil. A empresa gasta R$ 6 mil.
Os outros R$ 3 mil não vão pro seu bolso.
Vão pro governo.
Você é caro pra empresa e pobre pra você mesmo.
Ao mesmo tempo.
---
Então a empresa faz a conta.
"Pra que CLT, pagar 71% de encargo, 13º, FGTS, férias, multa e risco trabalhista?"
"Contrato PJ. Pago 30 a 50% menos. Sem processo."
E é isso que está acontecendo.
1,5 milhão de brasileiros largaram a carteira assinada pra virar PJ.
Não é precarização imposta.
É fuga matemática.
Motoboy é PJ. Uber é PJ. Médico é PJ. Programador é PJ.
A elite produtiva já saiu da CLT.
Sobrou quem não tem escolha.
---
E agora o Brasil torna a CLT ainda mais cara.
Fim da escala 6x1. Menos horas, mesmo custo.
Sabe o que a empresa faz quando o trabalhador encarece?
Contrata menos. Demite. Terceiriza. Pejotiza. Automatiza.
Quem encarece o trabalhador não protege o trabalhador.
Mata o emprego dele.
---
Nos Estados Unidos o trabalhador não tem 13º, não tem FGTS, pode ser demitido no mesmo dia.
E ganha 5 vezes mais que o brasileiro.
Porque a empresa que não queima 71% em encargo sobra dinheiro pra pagar salário.
Lá, a proteção é o salário alto.
Aqui, a proteção é a desculpa pro salário baixo.
---
O Brasil não está protegendo o trabalhador.
Está empurrando ele pra fora da carteira assinada.
E chamando isso de direito.
---
Você não escolhe onde nasce.
Mas escolhe onde seu dinheiro trabalha.
E o seu dinheiro não precisa ficar preso num país que pune quem produz.
AtlasValorum .com.br
O BRASIL INSISTE EM PEGAR ATALHOS
Mas antes de querermos “pular” para o topo da escada, junto de países ricos que reduziram a jornada de trabalho, deveríamos primeiro fazer o dever de casa (seguindo o exemplo desses mesmos países).
Decretar o fim da jornada 6x1 por canetada, sem antes criar as condições reais para isso ocorrer, é puro populismo eleitoral. E somos nós que vamos pagar essa conta 🤡💸
'FALA, DUQUESA!' 🗣️ No programa desta semana, a @duquesadetax fala sobre o aumento de custo por hora trabalhada com a redução da jornada e explica a matemática da escala 6x1 que o governo não está discutindo. 🔗 Saiba mais detalhes em https://t.co/5GLzoY2SBh
William Waack: "Como vai ficar para o garçom?"
Pastore:"Como vai ficar para um restaurante inteiro, dar folga pra uma turma, você terá que ter outra turma reserva, sendo que não existe mão de obra nem pra primeira turma"
Exatamente 🎯
O @partidonovo30 foi o único que orientou bancada contra a votação de ontem do fim da escala 6x1, que terá efeitos trágicos para as pequenas empresas do 🇧🇷
A votação por outro lado terá excelente retorno político para muitos
Votação final: 472 votos a favor x 22 votos contra
Não corrigir limites e tabelas pela inflação tem um nome: aumento silencioso de IMPOSTOS.
Há anos, o teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) está congelado na casa dos R$ 81 mil anuais. O problema é que a inflação não parou.
Para sobreviver ao aumento de custos, o pequeno empreendedor é obrigado a reajustar seus preços. O resultado prático? Ele atinge o teto do MEI muito mais rápido, sem necessariamente estar lucrando mais, e acaba sendo expulso da categoria. Ao cair no regime de Microempresa (ME), ele passa a enfrentar uma carga tributária maior e uma burocracia pesada.
O presidente da Câmara anunciou que o projeto para reverter esse cenário será pautado nos próximos dias. A proposta de elevar o teto para R$ 130 mil e permitir a contratação de até dois funcionários não é um "favor" ou um benefício do governo. Trata-se de uma correção matemática urgente e justa diante de uma defasagem inflacionária que já ultrapassa a marca dos 60%.
Manter esse limite defasado é uma forma covarde do Estado aumentar a sua arrecadação, punindo quem tenta crescer, empregar e formalizar o seu trabalho no Brasil. Passou da hora de o Congresso destravar essa pauta.
Leia mais: https://t.co/5CdAmDacPY
EDITORIAL | O que era ruim ficou pior – “Sem tempo para se adaptar, não haverá alternativa para as empresas que não passe pelo aumento de preços de produtos e serviços ou pela demissão ou substituição de empregados, com salários menores”.
Texto completo em https://t.co/YdYcRZEN2o
- Você é senador.
- Um banqueiro recebe R$ 970 milhões do governo do seu partido no estado pelo qual você se elegeu.
- Em rede social, seu pai vincula o banco ao sistema, que estaria agindo para favorecê-lo em operações suspeitas.
- Mesmo assim, você pede e recebe dinheiro do banqueiro, alegadamente para um projeto privado sobre seu pai.
- O banqueiro é alvo da CVM, então presidida por um amigo de infância que você tinha e que renunciou após pressões políticas, sem que você o ajudasse.
- O banqueiro passa a ser investigado pela PF por fraudes.
- Mesmo assim, você manda áudio cobrando a outra parte do dinheiro.
- O banqueiro é preso em escândalo de comoção nacional e depois solto sob tornozeleira eletrônica.
- Todos sabem que ele fez fortuna enganando mais de 1 milhão de investidores.
- Mesmo assim, você o visita em casa, em outro estado.
O que você quer com essa visita?
A) Cobrar de novo do criminoso o restante do dinheiro, ainda que sabidamente sujo;
B) Combinar versões e convencer o criminoso a não citá-lo em eventual colaboração premiada;
C) Encerrar a relação com o criminoso, como se fosse preciso dar satisfação a ele sobre sua alegada decisão, mesmo depois de ter escrito que “estou e estarei sempre contigo”.
Os xingamentos bolsonaristas:
"Isentão": pra eles, não ter um político de estimação é um demérito. Tem se ser gado de algum político.
"Limpinho": pra eles, não querer um político com histórico de rachadinha, de acordão com STF e liderado por ex-mensaleiro é demérito.
"Traidor": pra eles, tem se ser fiel e capacho dos bolsonaros até o fim, se discordar de algo ou começar a ter mais visibilidade do que o Bolsonaro, tem de ser expurgado, difamado, queimado em praça pública. Não há espaço na direita se vc não for 100% subserviente ao bolsonarismo.
Você sabe como o seu deputado ou senador votou nas leis mais importantes do país? A resposta, na maioria das vezes, é não.
A maioria das votações no Congresso Nacional acontece sem transparência e sem identificar os nomes dos parlamentares. A chamada "votação simbólica" virou a manobra perfeita para aprovar medidas (muitas vezes polêmicas) sem deixar digitais para o eleitor cobrar depois.
Os números comprovam essa realidade: em 2025, foram 126 decisões tomadas às escuras, sem nome registrado, contra apenas 25 votações nominais. O cenário já vinha ruim, já que em 2024 o placar também foi de goleada para a falta de transparência, com 175 votações simbólicas contra 41 nominais.
A votação aberta deveria ser a regra, não a exceção. Como vamos fiscalizar e cobrar quem nos representa se não sabemos o que eles estão aprovando?
Leia mais: https://t.co/YFABhiuPTE