Suprema Corte dos Estados Unidos abre o ano judiciário 2026/2027.
Há 109 anos, portanto desde 1917, a Suprema Corte/EUA inicia o ano judiciário na primeira segunda-feira de outubro. Trata-se de mandamento legal, norma aprovada pelo Congresso em setembro de 1916.
Neste ano (2026/2027 term) há alguns casos relevantes a serem julgados, destaco quatro:
1.
Suncor Energy (USA) Inc. v. Board of County Commissioners of Boulder County.
Responsabilidade por Mudanças Climáticas: a Corte examinará se governos locais e estaduais podem processar grandes empresas de energia em tribunais estaduais para responsabilizá-las financeiramente por danos relacionados às mudanças climáticas, ou se a legislação federal prevalece sobre tais demandas.
2.
Viramontes v. Cook County e Grant v. Higgin.
Proibições de Armas de Assalto. A Corte avaliará se as proibições estaduais de fuzis semiautomáticos, como o AR-15, violam a Segunda Emenda.
3.
Department of Homeland Security v. D.V.D.
Imigração e Deportações: A Corte irá julgar a legalidade das deportações aceleradas (implementadas pela administração Trump) de imigrantes para terceiros países com os quais não possuem vínculos prévios, bem como políticas que impõem a detenção obrigatória, sem audiência para fixação de fiança, de imigrantes indocumentados residentes há longo prazo.
4.
Jouppi v. Alaska.
Oitava Emenda/Multas Excessivas: A Corte julgará o caso que envolve a apreensão de aeronave de um piloto de aviação regional do Alasca, após um passageiro tentar transportar cerveja para uma localidade onde o consumo de álcool é proibido (dry village); o Tribunal avaliará se tal confisco configura uma multa excessiva.
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A diferença é bem simples: álcool é um produto que pode causar dependência. A bet online é uma máquina de dependência funcionando 24 horas por dia no seu bolso. Ela é projetada PARA causar dependência.
Uma cerveja não sabe que você está vulnerável, não recalcula sua oferta em tempo real, não te manda bônus quando você tenta parar usando código para isso, se você tenta parar de beber, não aparece uma cerveja na porta da sua casa tentando entrar.
E tem um dado especialmente perverso: segundo a OMS, cerca de 60% da receita do jogo vem das perdas de pessoas que jogam em níveis nocivos. A dependência no caso dos cassinos e bets não é um efeito colateral, é o objetivo.
No Brasil, o Banco Central estimou 24 milhões de apostadores e R$ 20,8 bilhões movimentados por mês já em 2024. O combo: BET + INFLUENCIADOR PAGO COM AS PERDAS + REDES SOCIAIS, é um câncer.
Então não existe incoerência nenhuma em tratar os dois de formas diferentes. Podemos aceitar que proibir álcool, um produto físico consumido há milhares de anos por bilhões de pessoas, produziria um mercado clandestino gigantesco, 1929 está aí para nos lembrar disso e ao mesmo tempo concluir que não precisamos permitir um cassino algorítmico, instantâneo e disponível 24 horas dentro do bolso de cada brasileiro.
“Álcool também faz mal” não é argumento para liberar outra coisa nociva. Senão teríamos que legalizar qualquer produto destrutivo só porque existe um pior.
Vários países não tem bets legalizadas e não sofrem das mazelas que o Brasil tem sofrido.
O mínimo era ter proibido toda a publicidade, já atenuaria 90% do problema, os influenciadores estão jogando seus inscritos no buraco deliberadamente.
A MP não deve parar em pé assim, ela é uma medida eleitoreira que vai ser amplamente discutida. Com a quantidade de suborno que esses caras pagam, duvido que pare em pé, espero que alguns quebrem e deixem a discussão menos enviesada.
É óbvio que todo mundo que ganha dinheiro com o mercado de apostas ilegais vai sair em defesa, não tem jeito. Mas da forma como está, as bets não podem continuar.
Sites ilegais sem publicidade aberta em rede nacional, não tem 1% do alcance dos sites que patrocinam times e etc.
Anthropic just released a complete guide to building your first AI agent.
If I’d had this a year ago, I could’ve built my first agent in an hour
The fastest path from zero to a fully functional agent
Save this, you’ll thank me later
Be like lions. Hunt, feast, rest, then go hunt again.
No need to be in permanent "grind mode". Just recognise when there is actually sth worth hunting, go absurdly hard for a while, then force yourself to feast/rest/recover instead of immediately chasing another objective.
Ambitious people massively overrate being permanently “on”, all year-round. Opportunities aren’t evenly distributed, so effort probably shouldn’t be either.
If a great person asks you to build sth, a weird market window opens, you find a project you can’t stop thinking about, go completely insane for 2-3 years. Let work swallow most of your life for a while.
But then actually feast. Travel for 6 months, spend a summer doing basically nothing with friends, be around while your kids are young, take the stupidly long lunches, disappear somewhere for a bit, actually enjoy some of what you built. There’s no prize for immediately turning every win into a new source of pressure.
Then if sth genuinely worth hunting appears again, size back up. That’s the part I like about thinking in seasons: you don’t have to grind until 35 and then spend the rest of your life protecting what you accumulated. You can chill for a while and go completely insane again at 40 if the opportunity deserves it.
Feel ambitious people are generally very good at hunting and increasingly terrible at feasting/resting. We somehow turn every feast into preparation for the next hunt.
Probably healthier + more fun to have periods where you go completely insane, then periods where you barely care, than spend 40 years permanently optimising every metric at 70%.
Daniel Pink escreveu um livro sobre a importância das pausas e do descanso.
As pausas mais restauradoras compartilham quatro características: movimento em vez de imobilidade, ar livre em vez de ambientes fechados, interação social em vez de isolamento e desconexão total em vez de distração parcial.
Essa lista é uma boa orientação para as suas escolhas.