O FLÁVIO HIPOTÉTICO ATACA NOVAMENTE! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
EU QUERO O BOLSA DINOSSAURO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
PL "moderado"?
Esses sujeitos nos perseguem há sete anos.
Destruíram a vida de centenas de famílias de bem. Mantiveram uma cabeleireira presa por dois anos por causa de uma frase de protesto escrita a batom. Deixaram um pai de família morrer na cadeia. Submetem o líder da direita a verdadeira TORTURA, mesmo com a saúde em estado precário. Produziram centenas de exilados políticos. Instalaram um estado de exceção.
E agora querem "acordo"???
O acordo é simples: peçam para SAIR. HOJE!
O eleitor que foi às urnas ontem não aceitará que os parlamentares que ele elegeu assinem nenhum acordo que não traga a ANULAÇÃO dessas condenações políticas, o FIM DA PERSEGUIÇÃO e a saída dos responsáveis por tudo isso!
First they cancelled X. Then they cancelled Rumble. They cancelled @BolsonaroSP. Then they cancelled @jairbolsonaro. Recently they even cancelled Polymarket. They cancelled, censured, jailed and exiled just about any meaningful threat to their political power that they could find. And yet it backfired spectacularly.
Que bela manhã, né Brasil?
Flávio Dino, ex-ministro do Lula e filiado ao partido Comunista do Brasil, causando insegurança jurídica, interferindo nas eleições e permitindo a circulação de posts MENTIROSOS contra @FlavioBolsonaro e Nossa Senhora Aparecida!
SURGEM DETALHES DA AGRESSÃO QUE EMPRESÁRIO SOFREU NO CASAMENTO DO FILHO DE MORAES
O empresário Gabriel Kanner, inesperadamente, se deparou com o casamento de Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro do STF, Alexandre de Moraes.
No X, ele publicou:
"Hoje é sábado, dia 26 de setembro de 2026. Saí de casa às 8h30 pra trabalhar. Após um dia intenso, às 18h30 estava retornado pra casa pra ver minha esposa e filhos, quando me deparo com um bloqueio na rua.
Diversos policiais e seguranças me mandaram voltar, mas eu teria que dar uma volta enorme pra chegar em casa. Aí que fui entender—fecharam a rua para os cidadãos comuns por causa do casamento do filho do Alexandre de Moraes.
Então eu desci, comecei a filmar a situação e o segurança veio me agredir.
O Brasil é um Estado de exceção."
Ele mandou um recado para o segurança que o agrediu:
"Pra esse capanga e todos os POLICIAIS que bloquearam a via pública a mando de um bandido. VOCÊS SÃO UMA VERGONHA!"
Matéria do Jornal da Cidade Online
Esquerdistas encenando Nossa Senhora abortando o Menino Jesus.
A elite esquerdista ODEIA o cristianismo e o seu plano de governo inclui destruir a Igreja Católica.
Essa encenação aconteceu na cidade de San Miguel de Tucumán, no estado de Tucumán, na Argentina, no ano de 2017.
A performance foi realizada em frente à sede do Governo da província durante as manifestações do Dia Internacional da Mulher.
O procurador-geral da República, o homem a quem cabe pedir a investigação de Moraes, foi ao casamento do filho de Moraes.
E Paulo Gonet não estava sozinho. Gilmar Mendes e Flávio Dino também estavam lá.
Vale lembrar o que cada um fez nas últimas semanas.
Gonet pediu a anulação do relatório da PF sobre a relação de Moraes com Vorcaro. Detalhe: o próprio Gonet aparece citado várias vezes no documento, inclusive no convescote de charuto e uísque em Londres.
Dino pediu vista no dia 15 e travou por até 90 dias a decisão do Supremo sobre investigar Moraes.
Na sexta, o Conselho Superior do MPF barrou por 5 a 4 a investigação contra Gonet, que segue no caso. O voto decisivo? Do irmão de Flávio Dino.
Quem deveria investigar, quem deveria ser investigado e quem decide se haverá investigação. Todos na mesma festa.
Que tipo de justiça é essa?
Mais um episódio de censura, em pleno período eleitoral, impedindo o eleitor de ter acesso a informações importantes sobre os candidatos. Para o PT é assim: liberdade é quando só eles podem falar, democracia é quando só eles podem concorrer!
AÇÃO TRUCULENTA DO TRE-RJ ACABA CAUSANDO EFEITO REVERSO E IMPULSIONA CANDIDATO DA DIREITA
Uma ação de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) durante a campanha do candidato a deputado federal Rafael Satiê (PL) acabou produzindo justamente o tipo de repercussão que seus apoiadores dizem que a fiscalização pretendia evitar. Nesta segunda-feira (21), agentes da Justiça Eleitoral apreenderam, durante um ato de rua em Teresópolis, um quadro com a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro, sob a alegação de propaganda eleitoral irregular.
As imagens da abordagem rapidamente ganharam as redes sociais. No vídeo, Satiê questiona os fiscais sobre a base legal para a apreensão e argumenta que Bolsonaro não é candidato nas eleições de 2026. O candidato classificou a medida como "ridícula" e "loucura". A repercussão gerou uma onda de manifestações críticas à atuação da fiscalização, com usuários associando o episódio a censura e perseguição política. Procurado pela Gazeta do Povo, o TRE-RJ não havia apresentado resposta até a publicação da reportagem.
O resultado político imediato foi uma exposição nacional que dificilmente Satiê conseguiria obter com uma caminhada convencional de campanha. O episódio passou a circular em veículos de imprensa e nas redes sociais, transformando a apreensão de um simples quadro de Bolsonaro em notícia e projetando o nome do candidato bolsonarista para muito além de Teresópolis. Esse aumento de visibilidade é verificável; afirmar que necessariamente se converterá em votos, entretanto, dependerá do comportamento do eleitorado nas urnas. Satiê concorre a deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro, com o número 2237.
A reação foi reforçada por especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo. A constitucionalista Vera Chemim afirmou não enxergar respaldo constitucional ou legal para a apreensão, enquanto o advogado André Marsiglia criticou a medida e observou justamente o risco do efeito contrário: uma intervenção destinada a restringir a exposição do símbolo político pode acabar multiplicando sua visibilidade. Essas avaliações representam a interpretação dos juristas consultados e não uma decisão judicial definitiva sobre a legalidade da fiscalização.
O episódio evidencia um problema recorrente em medidas dessa natureza: quanto mais ostensiva é a intervenção sobre um símbolo político, maior pode ser sua repercussão. Neste caso, uma fotografia de Bolsonaro que seria vista por algumas dezenas ou centenas de pessoas numa campanha de rua passou a alcançar um público muito maior depois da ação do TRE-RJ. Para Satiê, ao menos no terreno da exposição pública, a fiscalização acabou proporcionando um palco nacional que sua própria campanha provavelmente não conseguiria produzir naquele momento.
Agora, a discussão deixa de ser apenas sobre a fotografia de Bolsonaro e passa a envolver os limites do poder de polícia da Justiça Eleitoral. O episódio ocorrido a menos de duas semanas do primeiro turno deverá continuar repercutindo justamente porque reúne três elementos altamente sensíveis na atual campanha: Bolsonaro, liberdade de expressão e a atuação da Justiça Eleitoral.
Artigo de Emílio Kerber Filho
🚨URGENTE: Lula era amigo, conselheiro ou sócio do Banco Master?
“Querido, estive com o PR (Lula) hoje. Ele me perguntou se você (Vorcaro) estava bem e mais tranquilo. Eu lhe disse que sim. Ele agradeceu mais uma vez o whisky e mandou um abraço. Outros detalhes eu conto pessoalmente”
Fonte:
https://t.co/WZhAhUHr9y
A campanha do senador Jaques Wagner (PT-BA) conseguiu tirar o https://t.co/2kLFpABZf2 do ar alegando que o site simulava uma conversa inexistente entre ele e Daniel Vorcaro. O problema é que a alegação era falsa e verificável em segundos.
As 51 falas exibidas na página de Wagner eram conversas reais com Lula, interceptadas durante a Lava Jato e divulgadas há uma década. O site separava claramente os perfis: bastava selecionar Lula para ver Wagner entre os contatos. Não havia diálogo direto entre Wagner e Vorcaro.
A decisão não atingiu apenas o MasterWhats. Também derrubou projetos do programador Lucas Matheus (@1uc4s_m1theus) sem relação com o caso, inclusive a plataforma cultural https://t.co/iFaVcMgaIr. Lucas diz que perdeu acesso ao e-mail, parcerias e parte do trabalho construído fora da disputa política.
Importante destacar que o MasterWhats também exibiu mensagens de Flávio Bolsonaro e de Nikolas, mas apenas um senador petista mandou tirar do ar.
E não era preciso inventar conversa alguma para discutir as conexões de Wagner com o Master. A PF identificou 74 ligações entre ele e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, além de viagens, presentes, um apartamento investigado, pagamentos a empresa ligada à família e articulações políticas para o banco.
Ao tentar apagar uma conversa inexistente, Wagner trouxe de volta tudo o que já estava documentado. Tiro no pé.
Leia: https://t.co/wm5WNhzycS