O Partido Liberal tornou-se o partido golpista do Brasil. Quer impedir que o Supremo Tribunal Federal exerça jurisdição constitucional sobre matérias de interesse eleitoral da própria legenda. Raciocinem: há uma ação questionando a constitucionalidade da lei da dosimetria. Que juiz, em sã consciência, aplicaria essa norma antes da decisão do Supremo? O que está em curso é uma tentativa de constranger outro Poder e esvaziar suas atribuições constitucionais. Não há outro nome para isso. E é essa mesma gente que pretende apresentar-se cinicamente nas eleições como moderada e defensora das instituições.
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O analfabetismo funcional sozinho não explica o quanto de gente histericamente xingando a chargista da Folha. O problema é que há demandas infinitas por
A) se sentir ofendido (vide a reação dos magistrados);
B) se sentir superior ("eu não sou que nem essa gente insensível")
O fato em si — me parece óbvio que a charge não tem a ver com a mulher tragicamente morta — é detalhe. O importante é como as pessoas se sentem, e por isso elas tem que inventar a realidade.
Nesse Dia Internacional da Mulher, mais do que celebrar heroínas fictícias (quase todas criadas por homens lol), é essencial reconhecer e valorizar as mulheres que foram fundamentais para transformar a Marvel na potência criativa que conhecemos hoje.
Entre as mulheres mais importantes da história da Marvel, destacam-se:
Flo Steinberg: Uma das primeiras funcionárias da Marvel. Embora não fosse quadrinista, como secretária de Stan Lee desempenhou um papel único: aproximou a editora de seus leitores, fortalecendo os fã-clubes e criando uma comunidade saudável e engajada. Dentro e fora dos escritórios, sua presença tornava o ambiente melhor.
Marie Severin: Pioneira nos anos 60, foi uma das primeiras artistas mulheres a trabalhar na Marvel. Contribuiu com sua arte e cores em um mercado ainda mais machista do que o atual, abrindo portas para outras mulheres.
Ann Nocenti: Roteirista marcante do Demolidor, tendo co-criado personagens icônicos como a Mary Tifóide e o Coração Negro (filho do Mefisto) e também foi editora dos X-Men durante a fase mais prolífera da equipe nos anos 80.
Louise Simonson: Ela também foi editora dos X-Men no auge criativo da franquia e foi roteirista de títulos como X-Factor, Novos Mutantes e tantos outros. Co-criou personagens icônicos como Apocalipse, Cable e o Quarteto Futuro.
Gail Simone: Roteirista que se tornou referência na luta por melhor representação feminina nos quadrinhos. Criou o movimento Mulheres na Geladeira, denunciando o uso recorrente de violência contra personagens femininas apenas para motivar protagonistas masculinos.
G. Willow Wilson: Uma das grandes roteiristas da Marvel contemporânea, co-criadora de Kamala Khan, a nossa querida Ms. Marvel.
Sana Amanat: Editora e também co-criadora da Ms. Marvel. Sua própria experiência pessoal inspirou aspectos da Kamala. Hoje, atua como produtora no MCU, levando diversidade dos quadrinhos para o cinema.
Sara Pichelli: Artista italiana requisitada para grandes projetos da Marvel. É co-criadora de Miles Morales, o Homem-Aranha que conquistou uma nova geração de leitores.
Essas são apenas algumas das mulheres que marcaram a história da Marvel, mas estão longe de ser as únicas. E para você, quais outras mulheres da Marvel admira e lembra com carinho? Compartilhe nos comentários!
@SiteJamesons Na época, reclamaram muito. Metade do povo dizia que era forçar diversidade e a outra não só dizia que era apagamento da bissexualidade, como que era uma abuso da Jean captar as emoções dele sem pedir permissão, como se nós mesmos não fizéssemos isso.