seguimores do janones favor não ficar falando de n engajar
eles só não precisam da gente. polemizar é diferente de dar like
precisamos de mais polêmica (vide o vídeo do nikolas). assim que ocupamos as redes
conta criada em agosto de 2026.
parece aqueles vídeos de policial fantasiado de criança querendo comprar droga
não, fake do Nikolas Ferreira, não vamos cair nessa tão fácil
@mugiiwaraboshi inclusive eu faço parte do MES, Movimento Esquerda Socialista, maior corrente do campo da esquerda do psol
te convido fortemente a conhecer o mes e se filiar p construir um partido ainda mais forte no futuro!
@mugiiwaraboshi isso é especialmente importante porque o PSOL é um partido de correntes, então existem vários grupos internos que disputam os rumos do partido
ir nas etapas do congresso por ex ajuda a fazer o combate por um PSOL independente e de esquerda radical, disposto a lutar pelo futuro
a coisa mais chata dessa campanha do Lula foram os doidinhos chegando pra mim exigindo posicionamentos malucos
era gente falando que era pra ser sem partido as mobilizações do Lula (??????) e gente querendo campanha pra eduardo paes
me fode logo
e esse otario aqui SE FUDEU
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKĶKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Infelizmente, o PSOL acabo
Por Gabriel Siqueira, dirigente da Revolução Solidária e do MTST
Não escrevo este texto com orgulho, preferia estar errado sobre tudo o que virá nas linhas abaixo.
Elegemos nossas principais referências e demonstramos, mais uma vez, o peso político e eleitoral do campo que construímos. Nossos votos foram decisivos para o desempenho do PSOL e da federação nesta eleição.
Mas não há o que comemorar quando aquilo sobre o que alertamos durante tanto tempo começa a se confirmar.
Durante todo o último período, nós alertamos que o PSOL corria um risco existencial. Defendemos a unidade da esquerda e a construção de uma federação mais ampla não por conveniência eleitoral, mas porque entendíamos que as novas regras do sistema político exigiam uma resposta estratégica.
Fomos ridicularizados por isso.
O não alcance da cláusula de barreira não aconteceu por falta de avisos, cálculos ou projeções. Desde o ano passado era possível identificar que a Federação PSOL-Rede corria riscos sérios. Os números estavam diante de nós.
O que faltou, na minha avaliação, foi disposição política para encará-los.
Ao longo dos últimos anos, vimos campanhas fracassadas para cargos majoritários e diminuições de bancadas serem apresentadas internamente como grandes vitórias. Faltou humildade para reconhecer os recados que vinham das urnas. Faltou autocrítica para perceber que, em diferentes lugares, o partido estava diminuindo em vez de crescer.
Em vez disso, muitas posições foram construídas a partir de uma lógica de autoconstrução e autoadulação, desconectada da correlação de forças real da conjuntura e dos sinais que o eleitorado sucessivamente nos apresentava.
A política passou, muitas vezes, a ser medida pela capacidade de uma corrente crescer dentro do PSOL, e não pela capacidade do PSOL e da esquerda crescerem na sociedade.
Esse talvez tenha sido um dos nossos erros mais graves.
Quando o PSOL rejeitou a construção de uma federação mais ampla com PT, PCdoB e PV, nós defendemos outro caminho. Não porque acreditássemos que uma federação resolveria todos os nossos problemas, mas porque entendíamos que era preciso construir uma estratégia diante de uma mudança estrutural no sistema político brasileiro.
A insistência em seguir praticamente sozinhos, na minha avaliação, esteve sustentada muito mais numa fé vazia do que numa análise concreta dos números. E também num antipetismo infantil que, em determinados setores, se expressava de maneira quase caricatural numa prioridade interna: “derrotar o grupo do Boulos”.
Esse foi o tamanho da miopia.
Enquanto discutíamos quem derrotaria quem dentro do PSOL, deveríamos estar discutindo como ampliar a força política da esquerda brasileira diante do crescimento da extrema direita.
Agora chegou a hora do balanço.
O PCdoB compreendeu antes de nós a necessidade de construir uma estratégia de sobrevivência e fortalecimento dentro de uma federação mais ampla. A experiência da federação permitiu combinar forças, organizar chapas competitivas, otimizar recursos e disputar conjuntamente a representação parlamentar.
Nós defendíamos que o PSOL deveria pensar sua estratégia com a mesma dimensão histórica: não apenas quantos deputados cada corrente conseguiria eleger, mas qual instrumento político a esquerda brasileira precisaria construir para enfrentar os próximos anos.
Não fomos derrotados nesse debate porque nossos argumentos estavam errados. Fomos derrotados politicamente dentro do partido.
E agora chegou a conta.
Também precisamos discutir o que aconteceu internamente.
Durante esse processo, deputados federais e lideranças históricas do nosso próprio partido foram, na minha avaliação, profundamente irresponsáveis. Divergências estratégicas se transformaram em ataques públicos.
Guilherme Boulos foi achincalhado e atacado por setores do próprio PSOL. Erika Hilton, uma das maiores lideranças populares que nosso partido produziu, também sofreu enormes pressões internas. ➕1️⃣
achando lindo os bolsonaristas descobrindo que as pesquisas eleitorais talvez tenham algum fundo de verdade e que quem ia fazer voto útil no Flávio fez isso no 1T
e também descobrindo que existe campanha no segundo turno e provavelmente muita gente deixou de votar no FB
Em Araruama, o Flavio ganhou o primeiro turno com mais que o dobro de votos no Lula.
Araruama no segundo turno:
Flávio ganhou 11 votos
Lula ganhou 5.581 votos.
Isso significa que, numa cidade, em que o Flavio Bolsonaro venceu com MAIS QUE O DOBRO de votos que o Lula no primeiro turno, o atual presidente teve 507x mais votos que o Flavio, no segundo.
O mesmo padrão se repete nas cidades vizinhas, que também são muito bolsonaristas.