Apresentei na manhã de hoje, na Universidade de Haifa (@UofHaifa), meu artigo “Teopolítica da Substituição Antissionista: do supersessionismo cristão a formas contemporâneas de antissemitismo” na Conferência sobre Antissemitismo Contemporâneo 2026.
Será publicado em inglês e português nos próximos meses.
#ContemporaryAntisemitism #LCSCA
@compercenter@centre_as
𝗢𝗻𝗱𝗲 𝗘𝘂 𝗘𝗿𝗿𝗲𝗶?
𝘜𝘮𝘢 𝘳𝘦𝘧𝘭𝘦𝘹ã𝘰 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘎𝘢𝘻𝘢, 𝘐𝘴𝘳𝘢𝘦𝘭, 𝘨𝘦𝘯𝘰𝘤í𝘥𝘪𝘰 𝘦 𝘰 𝘱𝘳𝘦ç𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘦𝘯𝘵𝘢𝘳 𝘱𝘦𝘳𝘮𝘢𝘯𝘦𝘤𝘦𝘳 𝘩𝘶𝘮𝘢𝘯𝘰.
𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗴𝘂𝗲𝗿𝗿𝗮 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼𝘂 𝗻𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗰𝗮𝘀𝗮 (1/8)
Existem guerras que acontecem na televisão. Outras acontecem dentro da nossa própria casa.
Durante muito tempo, achei que este artigo seria sobre direito internacional. Imaginei que escreveria sobre a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio, sobre o conceito de dolus specialis, sobre a Corte Internacional de Justiça, sobre relatórios, estatísticas, provas e definições jurídicas.
Eu estava errado. Nenhuma dessas coisas explica o que realmente aconteceu.
A guerra entrou na minha casa muito antes de entrar nos livros. Entrou quando as sirenes passaram a interromper conversas, refeições e noites de sono; quando passei a medir o tempo até o abrigo mais próximo; quando amigos perderam familiares; quando amizades de anos terminaram porque o conflito transformou pessoas em torcidas organizadas, incapazes de enxergar qualquer humanidade no outro lado.
Mas há uma lembrança que insiste em voltar. Minhas filhas.
Elas ainda são pequenas. Pequenas demais para entender política. Não sabem quem é Benjamin Netanyahu, nem Yahya Sinwar. Não sabem o que significa ocupação, o que é a Convenção do Genocídio ou a Corte Internacional de Justiça.
Mas sabem reconhecer o som de uma sirene. Sabem que, quando ela toca, precisam correr para um bunker. Nenhuma criança deveria aprender isso antes de aprender tantas outras coisas.
Naquele instante, enquanto as via correr naturalmente para um abrigo — como se aquilo fizesse parte da infância —, pensei em outra criança. Uma criança palestina. E me ocorreu um pensamento que nunca mais me abandonou: enquanto minhas filhas sabiam exatamente para onde correr, milhares de crianças em Gaza simplesmente não tinham para onde ir.
Foi ali que percebi que algo dentro de mim havia mudado. Passei meses tentando descobrir quem estava certo. Li historiadores, juristas, militares, relatórios internacionais, decisões judiciais e testemunhos de sobreviventes. Mas, antes de todas as perguntas jurídicas, havia uma pergunta muito mais difícil:
𝗖𝗼𝗺𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗺𝘂𝗻𝗱𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗲𝗰𝗲 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰ê 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗲 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿?
Talvez este artigo seja uma tentativa de responder a essa pergunta. Ou talvez seja apenas o relato de alguém que ainda não encontrou a resposta.
O Corregedor do CNJ liberar pagamento retroativo de um penduricalho extinto em 2006 é um deboche. São até 20 anos de atrasados pagos com o suor de quem não tem regalias. O sistema brasileiro é uma máquina de transferir renda de quem produz para sustentar castas.
To my Jewish friends out there, please do whatever it takes send your children to J summer camp - even if only one summer is all you can afford. I work with 2 anti-Zionist lefty Jews(married couple), neither of which ever had an opportunity to spend summer with other Jewish kids. These 2 people have rejected me entirely and anything I say about Palestinians wanting us dead is considered “racist.” They cannot fathom that I am speaking the truth. I must be a racist! They don’t trust me like other Jews would trust me - IMO if you can’t trust another Jew, you cannot trust anyone. I believe that if their basic foundation in Judaism, and in our tribe, had been set up correctly from the very beginning we would not be at odds with each other. Send your kids to camp. It’s important!
Não rapaz🤦🏽🤷🏽, o livro "Under the Rocket's Glow: Shira's journey into courage" não é sobre romantizar Israel mandando foguetes a Gaza. Não sei aonde esse menino leu isso.
A história é sobre uma menina chamada Shira, que tenta dormir e não consegue por causa dos foguetes que caem sobre Israel. Para acalmá-la, seu pai começa a contar histórias da história judaica, criando uma narrativa que liga o presente ao passado do povo judeu.
Inclusive eu tive que fazer o mesmo para acalmar as minhas filhas durante esse período todo de guerra. Por isso mesmo eu quero a paz ao invés ficar fomentando a guerra há quilômetros de distância sem ter absolutamente nenhum "skin in the game".
Enfim, ler faz bem. Ler o livro antes de comentar ele primeiro, ou postar uma coisa bizarra dessas, também faz bem.🤷🏽
MJ abriu investigação contra CazéTV por anúncios de bets, mas o governo decretou sigilo de 100 anos nas autorizações das empresas. Cobrar conformidade do privado e esconder do cidadão os critérios de liberação é falha de governança. Transparência deve ser a regra, não exceção.
Governos passam e devem ser cobrados, eu mesma não poupo críticas ao atual governo israelense. Mas o Estado de Israel e o meu povo têm o direito inegociável de EXISTIR. Como judia, reafirmo: defender a aniquilação de um país não é ativismo de esquerda, é o esgoto do antissemitismo.
Uma democracia só é completa quando acolhe e escuta a todos. Convido você a conhecer a nossa campanha, entender os detalhes do pedido e nos ajudar a compartilhar essa causa tão importante para a nossa liberdade: https://t.co/HdmQTU3QvM 🇧🇷✡️
Sou judia e saber que parte da minha comunidade pode ficar de fora destas eleições é algo que me preocupa muito. Ninguém deveria precisar escolher entre a sua fé e a sua cidadania. Levamos o caso ao TSE para garantir esse direito e tivemos o nosso primeiro avanço. Segue o fio 🧵
@History__Speaks Comparing the Gaza War (2023~2025) to 26 other sieges.
Data is presented as Most likely value (range)
Gaza is unremarkable - except for its longer duration, higher pop. Sieges tend to be either intense & short OR long & soft. Gaza intense AND long. Explained by hard objective.
Since the end of WWII there have been approx 25-50 million deaths from armed conflicts around the world.
The total number of deaths resulting from the Arab-Israeli conflict is approx 150,000, which ranks roughly between 40th and 50th in total fatalities compared to all global conflicts.