@mobydeekhead@strike_dr what he said matters a lot actually, especially given the context of the time period in which he said it.
south korea was trafficking its women to serve the joint korean-us military, and south korea’s government was explicitly founded on antifeminist policies.
Westoid: Eat the rich!
Chinese ppl: Mao & his generation did, that's why we were able to pull our comrades out of poverty. We love him.
Westoid: Noooo, he ate too many! Just look at these books and reports written by rich
É comum ouvir críticas à China como “não se pode falar mal do presidente”.
Para muitos chineses, essa frase soa muito estranha.
A pergunta que surge automaticamente na cabeça do chines é: “Mas por que alguém criticaria o presidente?”
Para entender essa diferença de visão é preciso observar como funciona a seleção e a progressão de quem chega ao poder na China.
O caminho se parece mais com uma carreira burocrática longa e competitiva do que com a política eleitoral ocidental.
O primeiro passo é a filiação ao Partido Comunista da China (PCC), que constitui a espinha dorsal do poder. O processo é seletivo e demorado: o candidato precisa de recomendação, histórico familiar atestado por membros do partido, pelo menos um ano de acompanhamento com redações e exames políticos e, depois, mais um ano como membro probatório. Ter passado pela Liga da Juventude Comunista ou mesmo ter sido representante de turma no ensino fundamental e médio conta positivamente como indício precoce de liderança.
Além da filiação partidária, o sistema valoriza fortemente a formação técnica. Há uma tradição consolidada de engenheiros e cientistas nas altas esferas — os últimos presidentes, incluindo Xi Jinping, têm formação em engenharia. Antes de assumir cargos de liderança, o quadro precisa demonstrar resultados expressivos em sua atividade profissional.
Ninguém chega ao topo sem antes passar décadas administrando a base. O político inicia em escalas pequenas — um quarteirão, um comitê de rua ou a gestão de uma praça, por exemplo. Nessa função, precisa mostrar excelência concreta: garantir a zeladoria e a infraestrutura (lâmpadas, brinquedos da praça, limpeza), avaliar problemas de segurança e trânsito no entorno e manter contato direto com os moradores, recolhendo reclamações e sugestões. Se cumprir metas de desenvolvimento econômico, redução da pobreza e boa avaliação da população, é promovido.
A partir daí a carreira avança de forma piramidal e geográfica concorrendo com outros iguais. O quadro passa a gerenciar um bairro inteiro, depois um distrito municipal, torna-se prefeito de uma cidade de médio porte e, em seguida, governa províncias com populações maiores que muitos países. Só depois disso disputa espaço nos órgãos centrais em Pequim. Para alcançar o círculo máximo do poder, como o Comitê Permanente do Politburo (apenas sete pessoas), exige-se em geral uma trajetória de 30 a 40 anos de serviços contínuos e bem avaliados.
Esse processo se apoia em eleições indiretas e piramidais. Os cidadãos votam diretamente apenas para os congressos populares locais. Esses representantes elegem os do nível provincial, que por sua vez escolhem os membros da Assembleia Popular Nacional. A Assembleia e os comitês internos do PCC definem os cargos mais altos do Executivo, incluindo o presidente. Ao longo de toda a escalada, as avaliações são frequentes e incluem cumprimento de metas macroeconômicas, pesquisas de opinião e investigação de conduta.
Desse modo, a figura do presidente deixa de ser vista, por grande parte da população, como um político qualquer. Por isso a crítica direta e pública soa, para muitos chineses, menos como um direito natural e mais como algo que precisa de justificativa muito forte.
Diante desse caminho de décadas de resultados comprovados e avaliações constantes, você, se fosse chinês, acharia algo normal falar mal do presidente?
This is just what imperialists want you to think. Without the gray, there would be no natural resources and cheap labour to exploit, and markets to dominate, and the economies of those colored will collapse from the lack of wealth to plunder.
Le manque de vocabulaire est une forme de censure. Moins t’as de mots à ta disposition, moins tu réussiras à articuler ta pensée et à défendre tes idées. C’est pourquoi la lutte contre les inégalités scolaires entre quartiers populaires et milieux favorisés est un enjeu important
“Luffy wouldn’t protest like this” nigga I’m 1/10 through one piece and ALL I’ve seen him do is crack jaws and knock down buildings the very *moment* he encounters injustice, on behalf of complete strangers. What are we doing 😭
CALL OF DUTY AND THE WAR ON KOREA
On October 23rd, Call of Duty releases Modern Warfare 4, a game that portrays the DPRK as the enemy and is played by millions. Sovereign Media’s Devianni Ebanks breaks down the controversy surrounding the game.
Activists and Korean diaspora groups have accused the game of functioning as a weapon of imperialist propaganda designed to dehumanise North Koreans and manufacture consent for war.
The campaign argues that Modern Warfare 4 portrays North Koreans as aggressors while erasing the history of US devastation during the Korean War. According to the statement, the US dropped over 600,000 tons of b*mbs on Korea (3.7 times the amount dropped on Japan during the entire Pacific War) and k*lled more than 3 million Koreans. It also cites the No Gun Ri massacre, where US forces k*lled over 600 people, 72% of them women and children.
Today, millions of Koreans still live in the shadow of a war that never ended. Divided families. Mandatory conscription for South Korean men. Camptown prostitution, where US soldiers inflict violence on Korean women. In 2025 alone, the US conducted 274 days of war drills in Korea, rehearsing for n*clear strikes, b*mbing civilian targets, and as*assinations of North Korean leadership.
Call of Duty: Modern Warfare 4 does more than depict violence; activists say it trains players to inflict it, both in the US and abroad. Families of the Uvalde school sho*ting victims are suing Activision, Meta, and g*n manufacturer Daniel Defence, noting that the sho*ters in Uvalde, Parkland, and Sandy Hook all played Call of Duty and used AR-15s.
Activists also accuse the Pentagon of shaping how games and films depict US wars, arguing that Hollywood and Western media have spent decades dehumanising North Koreans. "War in Korea is not a video game … it's happening in real life," the campaign states. "Don't play the US's game. Fight the real war machine."
The release comes amid heightened tensions on the Korean peninsula and growing scrutiny of the military-entertainment complex.
Most people in France can't afford housing.
They didn't blame immigrants, or transgender people, or video games, or avocado toast.
They blame the government. Because that's who's responsible. That's always who's responsible.