O mais curioso é que Trump diz que Maduro tinha um sistema para manipular digitalmente o resultado final da eleição que não poderia ser descoberto depois por uma auditoria.
Análise no ponto: "O efeito desejado pela administração petista é que o tarifaço produza uma nova alta nas pesquisas de opinião, como ocorreu no ano passado".
É disso que se trata. Lula só pensa na eleição.
É inacreditável, mas candidados "de direita" continuam tentando vencer a esquerda com políticas de esquerda.
Mas o eleitor de esquerda, claro, prefere a mercadoria original.
Eleito no Rio, Lindbergh Farias mandou R$ 1,7 milhão em emendas para o MST no... Paraná
Cooperativas do MST são base eleitoral da namorada dele, a ex-ministra Gleisi Hoffmann
Lindbergh mandou 2,5 vezes mais pro Paraná do que pro Rio nessa rubrica
Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, durante evento hoje para combater o “terrorismo político de esquerda”.
Cerca de 60 países participaram. O Brasil não enviou representantes.
Brasil é isto aqui... uma produção cinematográfica sofrendo perseguição por apenas retratar os fatos, mas o crime que assombra os brasileiros recebendo apoio do presidente que foi aplaudido pelo crime ao sair o resultado da eleição
Mauro Vieira não compareceu nesta semana à sessão da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Ele havia sido convocado para explicar omissões do governo na negociação das tarifas e no combate ao narcotráfico.
Em vez de explicar omissões, preferiu se omitir.
A Constituição Federal, em seu art. 50, § 2º, prevê que a ausência injustificada do ministro configura crime de responsabilidade.
No Brasil até a DISCUSSÃO do assunto é proibida. O candidato de oposição tem medo de FALAR sobre o assunto. Alguém tem dúvida de que fomos vítimas de um golpe de um regime?
A reação dos EUA (tarifas) foi uma resposta ao consórcio de poder, formado por PT e STF. A culpa é deles. O preço quem paga é o cidadão de bem.
“Tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para que plataformas como X, Meta e Google removessem conteúdos políticos, suspendessem contas de residentes nos Estados Unidos e fossem proibidas de divulgar essas determinações."
Enquanto não disser o que acha do contrato de R$ 129 milhões assinado por sua mulher e pelo banqueiro bandido Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes deveria ser proibido de julgar qualquer coisa por falta de autoridade moral
NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr
A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos.
A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira.
A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução.
A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica.
Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise.
A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil.
A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação.
Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política.
O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional.
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Fake 1: a corte não respeita a CF; o julgamento de pessoas fora de sua jurisdição e a instauração de infindáveis inquéritos de ofício são evidências disso.
Fake 2: AM violou a soberania americana, ao ter expedido ordens censoras contra a Rumble.
Vexame na página oficial.