Más de 1.200 alemanas 🇩🇪 blancas de Colonia, fueron Violadas ò Agredidas Sexualmente en 2015 por Musulmanes de África.
Solo fueron Detenidos 2 y fueron presentadas 1.215 Denuncias.
Merkel y Ursula merecen Cárcel por lo que han hecho con Europa.🤨🇪🇸
Neste vídeo, conto a história do Terceiro Manuscrito da Serra do Curral, encontrado no celular do delegado da PF Rodrigo de Melo Teixeira.
Teixeira foi o delegado que investigou a facada contra Jair Bolsonaro e concluiu que Adélio Bispo agiu sozinho. Anos depois, tornou-se o número três da Polícia Federal no governo Lula.
No celular dele, a PF encontrou três manuscritos: organogramas desenhados à mão que mapeavam um dos maiores esquemas de corrupção na mineração de Minas Gerais.
Dois circularam na imprensa. O terceiro foi omitido.
E era justamente o terceiro que mostrava a etapa final do esquema: a rota do minério extraído ilegalmente até grandes compradoras do setor, como a Vale.
Ao longo dos últimos meses, A Investigação vem revelando como essa rede atravessa governos, órgãos ambientais, empresas de fachada, operadores políticos, banqueiros e mineradoras.
Minas virou o laboratório onde se encontram três economias: a mineral, que depende de licenças; a financeira, que transforma ativos problemáticos em garantias e negócios; e a eleitoral, que converte acesso, doações e influência em poder.
Leia a reportagem completa em A Investigação.
https://t.co/S2VCD3ExQx
O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente.
Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos.
O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão.
E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos.
Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro.
Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro.
O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente.
E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva.
Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver.
O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo.
A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente.
E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.
@ducavendish Porque ela perde tempo com uma turma destas? Ok, pergunta inteligente, mas nem fez cócegas em cérebros travados no sistema narrativo linear do pensamento único
Caro Lula, o senhor inverte a realidade para tentar preservar uma narrativa que já não se sustenta.
Ao falar em “defesa da democracia”, o presidente ignora - ou deliberadamente omite - que o maior desgaste institucional no Brasil hoje não nasce da sociedade, mas do próprio sistema de poder que ele integra.
Não é a “ultradireita” que concentra decisões em poucas mãos, amplia interpretações jurídicas ao limite e transforma exceções em regra. Não é a “ultradireita” que normaliza censura prévia, bloqueios de perfis e perseguições seletivas sob o argumento de proteção institucional.
A crítica às urnas - ainda que equivocada em muitos casos - é parte do debate político legítimo em qualquer democracia madura. O que não é democrático é interditar esse debate por meio de decisões judiciais que eliminam o contraditório.
O senhor também tenta associar críticas ao Judiciário a um suposto plano de “fechar a Suprema Corte”. Trata-se de um espantalho retórico. Questionar excessos, conflitos de interesse ou falta de transparência não é ataque à democracia é, na verdade, sua essência.
Democracia não é blindagem de instituições, democracia é escrutínio permanente do poder.
Ao transformar críticas em ameaça e opositores em inimigos da ordem, o discurso presidencial revela algo pior; a tentativa de monopolizar o conceito de democracia - como se apenas um lado tivesse legitimidade para defini-la.
E isso, ironicamente, é exatamente o tipo de comportamento que o senhor diz combater….
Muito bom, como de hábito. 👇
Sociedades Abertas e a Lógica dos Grupos de Pressão
Por Fernando Schüler
"A misoginia é uma bestialidade, assim como o ódio a qualquer grupo social, de raça, gênero, religião e tantos outros. De modo que não é este o ponto. As questões em jogo são mais complicadas e podem se resumir a duas perguntas: é correto abrir mão do universalismo de direitos, diferenciando juridicamente os cidadãos, ou seria melhor corrigir assimetrias injustas com boas políticas públicas? Nosso foco, como sociedade, deveria ser o combate a delitos claros e bem identificados a direitos humanos? Ou vale avançar na regulação da cultura? Da linguagem, da crítica, da ideologia, do humor e tudo que compõe o discurso público?
Vamos imaginar que se decidisse criminalizar o “ódio e aversão aos mais velhos”. Alguém seria contra? O que deveria valer, exatamente, nesse conjunto de palavras? Se trocássemos uma parte da frase para “ódio a pessoas com deficiências”? Valeria classificar como crime inafiançável e imprescritível? Qual “identidade” seria mais merecedora de respeito? E se mudássemos uma vez mais para “ódio a crianças e adolescentes”? O infanticídio é um drama silencioso, no Brasil, e o fato é que daria para ir longe aqui.
O problema de se romper com o princípio elementar da igualdade de todos, diante da lei, é sempre o mesmo: joga-se o universo dos direitos humanos, ou das garantias individuais, no plano da competição política. Muita gente pode imaginar que exista uma secreta sabedoria, neste mecanismo, mas quem sabe seja o inverso: a sabedoria moderna se encontra precisamente nos limites que estipulamos, como civilização, ao conflito político.
Do contrário, o que nos resta é um tipo de ladeira escorregadia. Vamos criando uma hierarquia de direitos e de “respeito” à base da capacidade de influência que cada grupo dispõe na sociedade e na arena política. O Brasil de hoje é um ótimo laboratório sobre como estas coisas funcionam.
E aqui voltamos ao ponto. Toda sociedade abriga grupos mais e menos vulneráveis. E é precisamente para isso que existem as políticas públicas. Regras de acessibilidade, acesso à educação, saúde pública e políticas de transferência de renda são instrumentos legítimos de correção. O problema começa quando se abandona esse terreno e se passa a diferenciar direitos e garantias individuais.
Nesta fronteira, não se trata mais de política pública, mas da ruptura com o princípio da igualdade de todos perante a lei (que além de tudo é, ou um dia foi, a pedra angular de nossa Constituição). Foi essa inflexão que Fukuyama identificou ao descrever a passagem, muitas vezes silenciosa, da isothimia para a heterothimia, numa referência à noção grega do timós, ou dignidade humana, numa interpretação mais aberta. De novo, há muita gente que se empolga, com este princípio de diferenciação. Há muito barulho em toda parte. E há também um silêncio ressentido, difuso, no qual eventualmente deveríamos prestar atenção.
A complicação prossegue quando se confunde a garantia de direitos essenciais com o controle da cultura. Ainda recentemente, houve uma avalanche de críticas à condenação de um humorista a 8 anos de cadeia, por piadas preconceituosas. A punição foi reformada pela Justiça, mas a ferida continua aberta.
Quando o Congresso aprova uma lei criminalizando opiniões, com base em tipos muito abertos, sujeitos a infinitas interpretações, dá espaço, na prática, ao abuso de poder. Exatamente o espaço jurídico que levou à punição do comediante. E com um agravante: o tratamento seletivo. A ideia de que certos grupos não podem ser satirizados e outros sim. Que alguns podem ser ofendidos e outros não. E que tudo isso será eternamente pauta de uma disputa, ao sabor de quem detém o poder de julgar, fazer e interpretar as leis, a cada momento.
É possível que muita gente esteja mesmo disposta a viver em um país no qual cada frase, nas redes, nos palcos, nas conversas de bar, seja filtrada e potencialmente punida, caso alguém a considere ofensiva a este ou àquele grupo. Teríamos, então, um país devidamente “higienizado”. (...)
Quando Madison concebeu o Bill of Rights americano, no fim do século XVIII, o tema era este, em última instância: proteger o mundo dos direitos individuais do universo volátil da guerra política. Impedir que liberdades fundamentais, entre elas a liberdade de expressão, fossem capturadas por maiorias ou minorias barulhentas, facções organizadas. Ou simplesmente pelas opiniões daqueles que, a cada momento, ocupam o poder, seja na esfera política, seja no Judiciário.
Uma boa sociedade liberal é feita da sabedoria de corrigir injustiças pela via da ação voluntária dos cidadãos e das boas políticas públicas. Ao mesmo tempo em que preserva a igualdade de todos diante da lei. E é também uma sociedade aberta, cujo universo cultural e da retórica pública permanece como um espaço diverso, livre do controle por parte deste ou daquele grupo ou visão de mundo. Ensaiamos algo nesta direção na Constituição de 1988. Mas durou pouco. Talvez não seja mesmo nossa tradição, tampouco nosso destino."
https://t.co/AxVyKP0Aqq
THIS IS ABSOLUTE INSANITY
Päivi Räsänen, MP in Finland has been dragged through the courts for 6 YEARS because she tweeted a Bible verse
She was acquitted twice but prosecutors won't drop it
She was criminally prosecuted for tweeting a picture of a Bible verse (Romans 1) to the leadership of the Evangelical Lutheran Church, asking why they were sponsoring a Pride event
They actually tried to charge her under "War Crimes and Crimes Against Humanity" laws. For a Bible verse
This is Europe btw.... Europe used to be a christian continent
Now they are criminalizing Christianity in the West. It's that simple
Um piloto da Latam foi preso dentro do avião, acusado de ter comprado três menores (10, 12 e 14 anos) da avó delas, que também foi presa.
Algo me diz que esse caso terá repercussão menor do que a do cão Orelha.
Essa me surpreendeu: o irmão de Ricardo Lewandowski, o economista Luciano Lewandowski, fez o seguinte comentário no LinkedIn: “na Justiça, a jurisprudência foi rasgada e cada um decide da maneira que quer. Não existem mais prazos a serem cumpridos. Para os mortais, as decisões duram décadas, e para os amigos do rei, horas. Não existe conflito de interesses. O ministro pode julgar até a mãe!”
Nesse meio político e jurídico, deve haver desavenças em família das quais nunca ouvimos falar.
O projeto mais essencial do Partido das Trevas é o emburrecimento coletivo. Brasileiro c/inteligência superior a de um animal doméstico é uma ameaça, pq ele entende a obscenidade do roubo a idosos e do financiamento de milionário c/dinheiro de trabalhador
Zimbabwe 🇿🇼: 5x richer than Botswana in 1960.
Botswana 🇧🇼: 6x richer than Zimbabwe by 2011.
Socialism vs free markets.
The difference? Socialism vs free markets.
Quase dois anos com redes sociais bloqueadas e passaporte retido.
Não é indiciado.
Não é denunciado.
Não pode apresentar defesa.
Não pode sequer começar a cumprir sua pena porque nunca há julgamento. Fica presa num limbo em que não é julgado, mas já perde os seus direitos e liberdades.
É o padrão que CENTENAS das vítimas de Alexandre de Moraes enfrentam. De gente famosa até completos anônimos. É impossível não sentir nojo de quem apoia.
É preciso racionalidade e caráter para admitir que já sofreu de antibolsonarismo psicótico. Parabéns. 75% da imprensa sofrem disso a ponto de ignorarem velhinhas definhando na cadeia (Vildete Guardia e Iraci Nagoshi), e jamais vão admitir erro.
Há boas pessoas em todos os veículos, apesar dos chefes que demitem fotógrafos perto da aposentadoria por flagrarem o imperador mostrando o dedo médio para uma arquibancada...
O mundo não aguenta mais a esquerda.
No video, uma pérola clássica da banda espanhola Par Odiando, Rojos de Mierda, lançada em novembro de 2025.
Essa canção singela jamais será tocada em especial de fim de ano da globo ou no fantástico.
Assistam até o final, porque lá no fim tem um brinde:
Usando sua imaginação, você pode trocar o nome de pedro sanchéz pelo que quiser, e cantarolar feliz.
A esquerda é o mesmo lixo em todo o mundo.
'Parecem baratas...'
@roxmo
O cinema brasileiro segue obcecado por dois temas: ditadura e pobreza.
Wagner Moura ganha prêmio internacional com mais um filme sobre uma ditadura que acabou há décadas. Parabéns. Mas quando a ditadura é real, atual e mata mulheres nas ruas, o silêncio da esquerda cultural é ensurdecedor.
No Irã, o regime abriu fogo contra manifestantes. Já são mais de 500 mortos, todos civis. Mulheres presas, espancadas e mortas por mostrarem o cabelo. Internet bloqueada para esconder o massacre. E o governo Lula? Mandou o vice-presidente para a posse do presidente iraniano e segue fingindo que nada acontece. Hipocrisia em estado puro.
Ditadura, para essa gente, só importa quando rende prêmio, aplauso e tapete vermelho. Quando é de verdade, entra em modo avião. O silêncio dos “artistas engajados” diz tudo. Percebeu? Democracia nunca foi o valor deles — o poder sempre foi.
Em 1945, Soljenítsin era um oficial soviético condecorado que fez uma pequena piada particular sobre Stalin em uma carta.
O Estado a abriu, leu e a tratou como crime. Em poucas semanas, ele foi preso e destituído de sua patente. Foi enviado para os campos de concentração e sentenciado a oito anos no Gulag.
Os campos foram projetados para ensinar uma única lição: não dizer nada, não lembrar de nada, tornar-se nada. Ele carregava concreto congelado até que suas mãos rachassem e sangrassem.
Anos depois, Soljenítsin escreveria: "Bendita seja a prisão, por ter estado em minha vida". Parece insano até que se entenda o que ele quis dizer. A prisão lhe mostrou a verdade do regime em sua forma mais pura.
Após sua libertação, o castigo não terminou. Ele viveu sob vigilância constante, mudando-se de um lugar para outro, sabendo que escrever uma única página poderia significar a morte. Então, ele não escreveu. Ele memorizou. Capítulos inteiros de Arquipélago Gulag existiam apenas em sua mente. Amigos escondiam fragmentos do texto. As esposas memorizaram trechos. Durante anos, o livro existiu apenas na memória humana, tão frágil e perigoso quanto uma oração secreta.
Quando finalmente foi publicado, não argumentou que o comunismo soviético havia ido longe demais. Mostrou que era exatamente para lá que ele levava. Soljenítsin havia aprendido que sistemas construídos sobre mentiras só sobrevivem se as pessoas concordarem em repeti-las, e que a mais simples recusa... parar de dizer o que se sabe ser falso... é o primeiro e mais perigoso ato de resistência.