Cinco dias atrás a Receita Federal e o MP de SP derrubaram seis fintechs que eram banco particular do PCC. Movimentaram R$26 bilhões entre 2022 e 2025. Uma única fintech recebeu mais de R$1 bilhão em dinheiro vivo.
O mais grave: quando a primeira operação bloqueou as fintechs em 2025, o PCC reorganizou tudo em semanas. Abriu empresas novas com laranjas e voltou a operar como se nada tivesse acontecido.
O Ministério Público estima faturamento total acima de R$100 bilhões. O Wall Street Journal chamou o PCC de multinacional do crime. 28 países. Parceria com a ‘Ndrangheta e a Yakuza. Hackers. Mergulhadores profissionais. E por dentro: postos de gasolina, fintechs, fundos de investimento, contratos públicos de saúde, coleta de lixo. Até na Faria Lima o dinheiro circula.
Isso não é tráfico. É conglomerado.
A pergunta que fica: por que o governo Lula se opôs publicamente à classificação terrorista oferecida pelos Estados Unidos? O que exatamente se perde quando o FBI pode rastrear contas do PCC no exterior?
Episódio 2 de uma série. Se perdeu o episódio 1, tá no perfil. Salva e acompanha. O próximo mostra quantos políticos devem o cargo ao crime.
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A sequência de fatos:
- O governo entrega moradias populares do Minha Casa Minha Vida
- Um belo dia, criminosos armados convocam esses moradores e exigem que eles passem a pagar R$ 300 por mês pra seguirem morando por lá
- Quem não pagar é, no mínimo, expulso
Os cidadãos tupiniquins, além de sofrer a censura, ainda terão de pagar milhões de dólares pela defesa de Moraes. Viva a democracia. 🤡
“O tribunal federal da Flórida pode não reconhecer legitimidade da AGU, a Advocacia-Geral da União, na defesa de Alexandre de Moraes na ação das empresas Rumble e Trump Media. A AGU é órgão do Poder Executivo, subordinado a Lula (PT) e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, na prática, a AGU se limitará a contratar advogado americano. Em dólares. Advogados quase de ponta com atuação na Flórida cobram de US$300 a US$600 (R$3.120) a hora, mas grandes firmas (“big law”) só se mexem a partir de US$1.000 (R$5,2 mil) e as “top partners” ultrapassam US$1.300 (R$6.760) a hora. A depender da duração, processo desse tipo pode custar milhões de dólares.
A AGU recebeu ordens do presidente do STF para defender Moraes, mas é órgão da Presidência, não presta obediência ao chefe do Judiciário.
A separação de poderes, pilar da Constituição de 1988, impede que um poder utilize recursos do outro para fins corporativos ou pessoais.
Moraes é acusado de expedir ordens de censura, inclusive secretas, que violam a Constituição dos EUA, garantidora da liberdade de expressão.
Sem rever ou debater as decisões de Moraes, o regime opta por uma rota que mistura Poderes e expõe o contribuinte a custos muito elevados.”
Governo Lula impõe sigilo sobre processos de autorização de bets
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Documentos do Ministério da Fazenda passam a ter restrição de acesso de até 100 anos
Sabe quando um discurso começa a cansar e reverter o que antes parecia ajudar? Esse do PT e do PIX é um exemplo. Gente... já deu é pouco. Entra aí o velho ditado popular: "Quando a única ferramente que se conhece é martelo, todo problema que aparece é prego."
Noite de vitória brasileira na Liga Monstro Combate.
Elizeu Capoeira venceu o norte-americano Jesse Taylor.
O cinturão fica no nosso país.
Na noite de MMA em Curitiba, presença ilustre do árbitro Mário Yamasaki.
O Brasil não pode esquecer o que aconteceu no auge da p@ndemia.
Enquanto famílias lutavam por ar, leitos e respiradores, o Consórcio Nordeste fechou uma compra de 300 ventiladores pulmonares por R$ 48,7 milhões.
O dinheiro foi pago. Os respiradores não chegaram.
Agora, segundo a Folha, a PGR pediu que o caso que envolve Rui Costa volte ao STF. A investigação trata da compra frustrada dos equipamentos durante a Covid-19 e apura possíveis crimes ligados ao caso.
Rui Costa presidia o Consórcio Nordeste na época da compra e pergunta que continua sem resposta para o povo é simples: quem pagou por isso foi o cidadão. E quem vai responder?
Mendonça precisa urgentemente de uma estratégia para não se isolar no STF. Os ministros da banda podre já começaram a articular contra ele e contra o Master. Não adianta ser apenas justo e correto, precisa entender o jogo e saber se proteger
Um homem pagava R$100 por semana à milícia para manter seu lava-jato aberto. Quando se recusou a pagar mais, foi executado no próprio estabelecimento.
Isso aconteceu em Belford Roxo (RJ) — não em zona de guerra, não em país em colapso. No Brasil, em 2026.
A milícia não pediu. Cobrou. E quando ouviu "não", mandou matar.
Comerciantes da região não escolhem se pagam. Escolhem apenas se querem continuar vivos.
Isso não é criminalidade comum. É um Estado paralelo — com suas próprias leis, sua própria polícia e seu próprio sistema de arrecadação.
Soberania territorial? O Estado brasileiro não controla essas ruas. A milícia controla.