Esse caso é muito triste e serve como alerta para as mulheres. 🚩
"Eu te trato como todo homem macho alfa trata sua esposa. Com amor, carinho, atenção e autoridade de Macho Alfa provedor e fêmea beta obediente e submissa. Como toda mulher casada deve ser"
Mulheres, jamais entrem num relacionamento com um homem que tem esse papo Red Pill de macho alfa. Jamais se coloque em submissão a quem usa da autoridade para forçar obediência e sexo e para controlar comportamento e amizades nos mínimos detalhes.
A verdadeira liderança faz florescer por meio do amor e não apagar por meio da coerção. Provisão não é barganha para mandar, é chamado para servir. Quem se diz cristão ou religioso deveria saber disso. A Bíblia chama o marido para seguir o exemplo de Cristo: amar e se sacrificar (Efésios 5.25).
Não existe homem perfeito, mas busquem os humildes, amorosos e que possuem força guiada pelas virtudes. Fujam de homens que olham para mulheres de cima pra baixo. A vida de vocês é valiosa demais! https://t.co/5sKCI4beIv
@karpathy It’s very nice for this kind of projects, and yes you can have a lot of fun, but in a team with big projects, how would we handle these projects? AI tends to write code faster than we can write, but it’s hard reviewing what is being written.
Essa explicação sobre o comercial da havaianas é lógico, faz todo sentido,o problema é que o raciocínio bolsonarista não é tão bom assim pra acompanhar.
FFFFFFFFFFFFFFFFFFIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM DE JOGO NO MARACAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! COM GOL DE SAMUEL LINO, O MENGÃO VENCE O CEARÁ NO MARACANÃ E É CAMPEÃO BRASILEIRO PELA NONA VEZ EM SUA HISTÓRIAAAAAAAAAA! MEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
#FimDeJogo
Eu assisti esse podcast do Flávio Augusto, e o que vi ali foi mais do que um debate: foi um raio-X do país.
De um lado, um empreendedor que começou do zero, que entende como se cria riqueza.
Do outro, uma plateia de trabalhadores urbanos — gente comum, batalhadora, mas perdida no meio da fumaça que o Estado joga há décadas.
Flávio não é o inimigo. Ele é o alerta.
Enquanto ele explicava que quem paga imposto é o trabalhador, não o “rico”, dava pra ver nos olhos de alguns que a ficha ainda não caiu.
O governo aumenta impostos e infla a máquina, e o que o trabalhador ganha? Nada.
O aluguel sobe, o combustível sobe, o supermercado sobe. E o salário? Fica.
Nos últimos três anos, foram mais de 30 aumentos ou novos impostos no Brasil.
E sabe o que melhorou na vida de quem pega ônibus todo dia?
Nada.
Porque o imposto não vem do bolso do empresário — ele é repassado. Sempre.
Quem paga é o consumidor, o assalariado, o cara que acredita que está “punindo o rico” quando defende mais tributação.
Mas o mais triste é que parte da classe trabalhadora foi doutrinada para odiar o capital.
Parece exagero, mas é fato.
Tem gente que realmente acredita que o empresário acorda de manhã pensando em explorar.
A verdade é o oposto: o capital precisa de talento, precisa de gente boa, quer pagar bem — desde que o Estado pare de levar metade do bolo antes mesmo de ele ser servido.
Enquanto o trabalhador achar que o inimigo é o patrão e não o governo, ele vai continuar sendo manipulado.
Essa narrativa de “ricos contra pobres” foi a maior invenção da elite política.
Eles precisam de conflito para sobreviver.
Enquanto o povo briga entre si, eles seguem criando cargos, fundos, emendas, ministérios e mais impostos.
O trabalhador urbano tem duas escolhas agora.
Pode continuar dormindo, acreditando que “tributar o rico” vai mudar sua vida.
Ou pode acordar e perceber que o capital é o único aliado real que ele tem.
O capital gera emprego, paga salário, investe, inova.
O Estado só arrecada, regula, atrapalha e divide.
Flávio Augusto, ali, tentando explicar isso, parecia um professor de sobrevivência falando com náufragos que acham que a água é o inimigo.
Mas ele continua tentando, e isso é heroico.
Porque acordar mentes anestesiadas pela narrativa é uma das tarefas mais difíceis que existem.
Nas próximas eleições, o trabalhador vai ter de decidir:
Vai votar em quem promete punir o “rico” — e acaba punindo o pobre?
Ou em quem quer reduzir o peso do Estado e deixar o dinheiro na mão de quem trabalha?
Como disse o Flávio: quem bota suas esperanças no Estado termina pobre e frustrado.
Se escolher errado, vai continuar reclamando da vida enquanto paga a conta da festa que nunca foi convidado.
Se escolher certo, pode finalmente começar a sair da roda-viva.
Flávio não estava debatendo — estava tentando ajudar o trabalhador.
Mas só é possível para ajudar até certo ponto.
Agora cabe ao trabalhador urbano perceber que está sendo manipulado.