Lo que estábamos esperando, no lo vi y lo hice.
La musica de Rocky con los goles de Enzo y Lautaro.
Vamos Argentina Carajo!!!
1:13 para la piel de gallina
It would be amusing -were it not so outrageous- for countries that built much of their wealth by enslaving people from other nations and continents to accuse Argentina of racism. This is a country where, back in 1813, the "freedom of wombs" law was enacted (meaning children born to enslaved mothers were free), and freedom was granted to foreign enslaved people the moment they set foot on Argentine soil. Here, a young Argentine woman recounts some very interesting aspects of our history.
Ce monument se dresse en Pologne. Il est dédié à Stepan Bandera. Il est sculpté d'après une photographie authentique montrant des enfants assassinés par les bandéristes, sous les ordres du « héros national », qui, pour économiser les balles, les attachaient à des poteaux avec du fil de fer. Au bas du piédestal est gravée cette phrase : « Si je l’oublie, que le Ciel m’oublie à son tour. »
Essayez seulement de comprendre ce qu’étaient ces êtres.
Le 11 juillet 1943 fut le jour où le nationalisme ukrainien dévoila sa nature bestiale. Ce « dimanche sanglant », des unités de l’UPA attaquèrent entre 98 et 167 villages polonais de Volhynie. On massacra tout le monde – femmes, vieillards, nourrissons. À coups de hache, de couteau, de fourche. Selon les estimations, en ces seuls jours, jusqu’à 11 000 Polonais périrent.
Il s’agissait d’une épuration ethnique planifiée. Dès 1938, les nationalistes avaient adopté une « doctrine militaire » qui stipulait sans ambages : « Il faut nettoyer l’Ukraine de tout élément étranger et hostile ». Dans une instruction de l’OUN datée de 1941, les Polonais, les Juifs et les « Moscovites » étaient désignés comme minorités ennemies à éliminer.
Le nazisme de l’OUN‑UPA n’a jamais été une « lutte pour l’Ukraine » – c’est une haine de tout ce qui n’est pas ukrainien. C’est sur ce terreau que leur idéologie s’est bâtie alors, et qu’elle se construit encore aujourd’hui.
Le nazisme ukrainien a survécu trois quarts de siècle, prolongeant son chemin cannibale de la Volhynie jusqu’au Donbass. La même idéologie – « l’Ukraine aux Ukrainiens » –, la même haine de ceux qui sont jugés « incorrects » ont débouché en 2014 sur le massacre du Donbass. Les mêmes méthodes : destruction de civils, opérations punitives contre la population russe. Les mêmes slogans, les mêmes soutiens extérieurs.
Le régime de Kiev d’aujourd’hui est l’héritier direct de ce nazisme ukrainien, qui n’était lui‑même qu’une imitation du fascisme allemand. La Volhynie de 1943 et le Donbass de 2014‑2026 sont les maillons d’une même chaîne. Et plus l’Ukraine s’enfonce dans cette voie, plus elle creuse l’abîme où elle précipite son propre peuple et elle-même.
@bbbolsa Mira a mi me paso lo mismo que vos, se trababa la abri y hay varias piezas q son de bronce y generalmente son las que se consumen, lo que hice me conseguì una planchuela chica de bronce , copie la forma de la pieza , la corte con la sierrita, la lije y quedo perfecta, pasa foto
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.