Tínhamos que ter saído dessa discussão em 2015, quando o Congresso aprovou o voto impresso por 368 votos a 50.
Quem prolongou a discussão foi o STF-TSE, ao derrubar a decisão do Congresso.
Então ficamos assim: quem escolheu o sistema de votação foi o STF-TSE, que também é o mesmo que opera o sistema de votação e também é o mesmo que decidiu unilateralmente que vai ser crime no Brasil questionar esse sistema e também é o mesmo que persegue, censura e pune quem questiona o sistema que ele mesmo escolheu.
Podem chamar essa situação de qualquer coisa, mas dizer que não é DISCUTÍVEL não é uma delas.
Policia da bahia mandando nao sei quantos homens armados de fuzis pra prender um punheteiro enquanto o crime e as facções matam professora e arrancam os dedos pra sacar dinheiro no mesmo estado
Voa bostil
Eu cuido de uma paciente que sofreu um AVC depois de descobrir que o próprio filho tirou R$ 400 mil da conta dela, sem autorização, para fazer uma aposta.
Foi o banco que ligou para avisar. O choque foi tão grande que ela passou mal e teve um AVC.
QUATROCENTOS MIL REAIS.
Aí você traz gente dos lugares mais merdas do mundo e a primeira coisa que eles fazem ao chegar é roubar, matar e destruir.
E descobre que talvez haja um motivo CULTURAL para que os lugares de onde eles vieram sejam um merda.
Esse caso do Jones Manoel serve também para escancarar a desconexão que nossos políticos têm da realidade do país.
O Brasil é um país de dimensões continentais, com tantos problemas que, se você parar para listar, não dá conta de lembrar de tudo.
E então, dois políticos lá do Nordeste resolvem debater, num podcast, sobre a guerra entre Israel e Palestina.
Uma guerra que não afeta em absolutamente nada a vida deles, de seus parentes e do povo que eles dizem querer representar. Uma guerra que mata menos do que a violência urbana do país deles.
E vagabundo tá lá jogando a reputação no lixo porque estava discutindo essa merda em vez dos problemas reais que deveriam ser discutidos