Essa é Gwynne Shotwell, ela ocupa a posição de Presidente e Diretora de Operações (COO) da SpaceX, sendo a principal figura de liderança ao lado do fundador Elon Musk e responsável pelo dia a dia e crescimento da empresa. Shotwell gerencia os negócios, as relações com clientes e as complexas operações estratégicas, transformando a visão disruptiva de Musk em metas alcançáveis.
Possui graduação e mestrado em Engenharia Mecânica e Matemática Aplicada pela Northwestern University Gwynne Shotwell - Limitless Space Institute. Quando foi contratada, já acumulava mais de uma década de experiência na área aeroespacial, tendo sido diretora de sistemas espaciais na Microcosm. Foi apresentada a Musk por intermédio do renomado engenheiro Hans Koenigsmann e convenceu o empresário de que a SpaceX, então uma startup, precisava focar agressivamente no desenvolvimento de negócios.
Ela não entrou por cotas, defende a meritocracia e aposta no incentivo na base, sem preconceitos. Ela defende cérebros, não genitálias.
Elon Musk criou, em um único dia, 4.400 novos milionários.
Quase 400 deles ultrapassaram os US$ 100 milhões.
Não são banqueiros nem investidores de risco. São funcionários da SpaceX: soldadores, técnicos, mecânicos e até funcionários da cantina. Durante vinte anos, a empresa pagou gente de todos os níveis com ações, não só com salário alto. Quem produziu colheu.
Juan Hernandez, imigrante mexicano, aceitou um emprego de soldador por US$ 28 a hora em 2015, sem nem saber direito o que era a SpaceX. Recebeu uma pequena participação de US$ 10 mil e pôde comprar mais por desconto em folha. Hoje sua fatia vale US$ 880 mil.
Trevor Hise ignorou os conselhos dos pais para pegar um emprego “seguro” na General Electric. Escolheu a SpaceX, ficou 12 anos e acumulou mais de 100 mil ações. Ao preço da listagem, são US$ 13,5 milhões. Aos 37 anos, ele já pode se aposentar. Palavras dele: “A magnitude disso é ridícula.”
O detalhe mais eloquente veio antes mesmo da abertura de capital: mais de 100 funcionários se uniram discretamente para contratar uma gestora de fortunas capaz de cuidar de até US$ 5 bilhões. Muitos nunca tinham precisado de wealth manager na vida.
Há décadas os IPOs de empresas de tecnologia enriquecem programadores. Desta vez, o dinheiro chegou ao chão de fábrica. Isso é capitalismo de verdade: quem arrisca, quem trabalha e quem entrega valor colhe frutos proporcionais.
A esquerda odeia esse tipo de história. Porque ela prova que a verdadeira ascensão social não vem de dividir a miséria alheia, mas de criar riqueza que eleva quem tem coragem de construir.
An epic battle, Joao. And a hard-fought victory you deserve. Best of luck for the rest of the tournament and the incredible career you have ahead of you.
As for Paris… tu as mon coeur 🫶🏼
No texto abaixo, o Marcelo Guterman mostra que o STF ocupa um lugar de honra no maior IPO da história. Parabéns aos envolvidos. 👇
O Brasil tem lugar de honra no maior IPO da história, o da SpaceX, de Elon Musk.
“No prospecto de qualquer IPO, a empresa é obrigada, pela SEC, a descrever todos os riscos para os investidores. Os executivos da Space X descreveram 54 tipos de diferentes de risco. Um deles se refere à "natureza global do negócio, que o expõe a riscos relacionados a regimes ou autoridades instáveis, maliciosas ou arbitrárias".
Este risco é genérico, referindo-se a jurisdições que não se guiam pelo Rule of Law. Mas os executivos da Space X foram além, e decidiram dar um exemplo prático desse tipo de risco. É aqui que o Brasil brilha:
"Não há garantia de que conseguiremos manter nossas operações em qualquer jurisdição e, caso nossos ativos ou propriedades sejam sujeitos a apreensão ou outra forma de expropriação, não há garantias de que conseguiremos recuperá-los. Qualquer ação judicial ou governamental desse tipo pode nos afetar negativamente. Por exemplo, em agosto de 2024, a Starlink recebeu uma ordem do Supremo Tribunal Federal do Brasil que bloqueou seus ativos financeiros brasileiros e a impediu de realizar transações financeiras no país (a “Apreensão de Ativos no Brasil”). A ação do Supremo Tribunal Federal decorreu de supostas violações da legislação brasileira pela empresa X, que na época não era de nossa propriedade e tinha apenas vínculo com o Sr. Musk. É possível que sejamos submetidos a ações como a Apreensão de Ativos no Brasil no futuro (seja no Brasil ou em outro país) e, independentemente de tal ação estar em conformidade com as leis locais e internacionais, talvez nunca consigamos recuperar os ativos apreendidos em uma ação semelhante.
Além disso, as medidas que tomamos para minimizar o impacto de ações como a Apreensão de Ativos no Brasil sobre nossos clientes, por exemplo, continuando a fornecer o serviço gratuitamente ou alterando os processos e métodos de pagamento para permitir que os clientes mantenham o serviço, podem ter um impacto significativo em nosso desempenho financeiro. Como evidenciado pela Apreensão de Ativos no Brasil, podemos estar sujeitos a ações adversas por parte de agentes governamentais com base em suposições, fatos ou eventos que não estão diretamente relacionados às nossas operações, mas sim às ações de nossos diretores, executivos ou acionistas, ou às operações de empresas a eles afiliadas."
É ou não é para sentir orgulho de ser brasileiro, ter o seu Supremo Tribunal citado como exemplo de risco para o desempenho da empresa. E isso em um documento que vai ser lido por investidores do mundo inteiro! Isso é que é insegurança jurídica, ninguém nos vence nesse quesito!
Parabéns STF! Parabéns Alexandre de Moraes! Vocês conseguiram!”
Não é um sistema necessariamente ruim para quem tem dinheiro.
Por que? Pois temos juros altos.
A partir do momento que o país gasta muito mais do que arrecada, o país precisa tirar dinheiro de outro lugar.
De onde?
Ele se endivida.
Ao se endividar, paga juros.
Paga juros para quem?
Para quem tem capital.
Então, na prática não é um sistema ruim para quem tem capital. Obviamente, uma hora a conta pode vir, através da violência urbana. Uma vez que o Estado é incapaz de fornecer este direito básico.
Na prática, o Estado que gasta muito mais do que arrecada acaba virando um mecanismo de transferência de renda de quem trabalha e empreende, para quem tem capital.
Alguém pode se perguntar “mas no Japão, o Estado não gasta mais do que arrecada?”
Sim.
Mas tem duas grandes diferenças:
Primeiro, o Japão tem uma taxa de poupança interna muito maior que a do Brasil.
O japonês poupa, o brasileiro gasta. Então, por mais que exista uma demanda de capital enorme por parte do governo, existe uma oferta de capital ainda maior por serem poupadores.
Resultado da oferta e demanda lá: juros baixos.
Aqui o governo demanda bastante capital, mas como temos pouca oferta de capital (pois poupamos pouco), os juros se tornam mais altos.
Outro ponto, talvez ainda mais importante: o Japão tem déficit, mas este déficit foi para construir um país, uma infraestrutura top.
Este investimento de infra, reduz desigualdade: tem trem bala saindo da periferia indo para as áreas centrais. Que mora longe tem acesso igual aos empregos no centro.
E aqui? Temos um déficit que vai para um monte de gasto inútil. Não vou me alongar, mas todo mundo que quer vê. É patrocínio de escola de samba, viagens bilionárias, etc.
Nosso déficit não construiu um país.
Portanto; o maior inimigo do país é ele. O Estado.
É preciso desesperadamente trabalhar para reduzir seu tamanho. Modernizar. E reduzir escopo.
Se for pra ser mais um do mesmo, saio agora e desisto da minha pré-candidatura.
Eu não decidi entrar na vida pública depois de 30 anos empreendendo e pagando imposto pra fazer igual os outros sempre fizeram.
Matilha, vocês não estão entendendo o ponto. Não importa se o Lula recebeu, se o Temer recebeu, se o Soros financiou jornalista, se fulano ou beltrano teve relação com Vorcaro. O problema é que a direita conservadora séria não queria, não quer e nunca vai querer estar nessa lama, ponto. Não votamos em dezoito pra ver escândalo de família presidencial em rede aberta, com sessenta e um milhões em seis operações, áudio cobrando parcela atrasada de banqueiro preso, e três versões oficiais contraditórias publicadas em vinte e quatro horas. Não aceitamos nivelamento por baixo como argumento. Não trocamos régua única por régua bilateral conveniente. O conservador honesto recusa-se a ser cúmplice do método que sempre criticou, e cada vez que a matilha tenta justificar com "mas o outro lado também faz", está confessando que adotou o método do outro lado.
Comentário do Professor Rodrigo Chemim sobre mais uma heterodoxia alexandrina… 👇
“Não se trata de decisão cautelar suspendendo a eficácia de lei em ADI - Ação Direta de Inconstitucionalidade. Trata-se, sim, de decisão monocrática, proferida em processo de execução penal de caso concreto, sem declarar a inconstitucionalidade da lei e, ainda assim, “suspendendo” sua aplicação apenas naquele caso individual. E essa distinção é decisiva.
A Constituição Federal não confere ao relator de um processo de execução penal um poder geral para suspender leis monocraticamente. Ao contrário, o art. 97 estabelece que somente pelo voto da maioria absoluta dos membros do tribunal, ou do respectivo órgão especial, os tribunais podem declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público.
A Lei 9.868/99 também não autoriza conclusão diversa. O art. 10, §3º, ao tratar da medida cautelar em ADI, afirma que o “tribunal” poderá suspender a eficácia da norma. Tribunal. Não relator. E, mais importante ainda, dentro de uma ação direta de inconstitucionalidade, não no curso de uma execução penal individual.
O ponto central, portanto, não é saber se o STF pode, em tese, suspender a eficácia de uma lei em controle concentrado. Pode, observados os requisitos constitucionais e legais. O problema é outro: saber se um ministro, sozinho, fora de uma ADI, em caso concreto de execução penal, pode deixar de aplicar uma lei sem declarar sua inconstitucionalidade e sem submeter a questão ao colegiado.
A meu ver, não pode e, por isso, a decisão é errada, até porque, quando se admite isso, cria-se uma categoria juridicamente estranha: uma espécie de suspensão monocrática, seletiva e incidental da lei, sem previsão constitucional clara e sem o procedimento próprio do controle de constitucionalidade. A lei continua formalmente válida para todos, mas deixa de valer naquele caso porque assim decidiu individualmente o relator.
Se normalizarmos isso, a segurança jurídica deixa de depender da Constituição, da lei e dos procedimentos de controle, para depender da vontade decisória de quem julga. E, nesse cenário, a jurisdição constitucional deixa de funcionar como garantia democrática e passa a operar como instrumento de exceção.”
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado
Lula é o maior ilusionista que a política já viu. Enquanto esbanja milhões, faz discurso contra super riscos. Enquanto mantém a maior Selic do mundo e entrega lucros recordes a um punhado de banqueiros, faz discurso contra os bancos. Enquanto diz defender a democracia, se alia ao STF para dizimar a oposição e calar os críticos. Enquanto defende a reestatização, faz privatização oculta e abre mão de receita para a União. Enquanto distribui supostos benefícios sociais, promete picanha e redução da escala de trabalho, empurra dívida, impostos e inflação para o trabalhador, escravizando-o no melhor estilo 'senhor do engenho' - a servidão por dívida. Acredite, você não apoia verdadeiramente o Lula, só está hipnotizado e não consegue enxergar a realidade.
“Não dá para se falar em anistia. Anistia é inconstitucional. Falar de anistia nesse momento é uma agressão à população brasileira. Nós temos que falar é de punição dos golpistas. Já pedimos mais de 100 milhões de reais de bloqueio de bens.”
Que Deus tenha piedade do Brasil.
A Alemanha foi dividida ao meio.
Mesmo povo. Mesma cultura. Mesma educação.
De um lado, liberdade econômica. Do outro, o socialismo.
50 anos depois, um lado produziu BMW, Siemens, Bayer e BASF. O outro... não produziu nada.
Isso não é teoria. É o experimento mais importante da história moderna.
E o gráfico que a gente mostrou na live deixa isso ainda mais claro: educação sozinha não gera prosperidade. Liberdade econômica é o que separa países ricos de países pobres.
#capitalismo #liberdade #economica #liveprosperidade
Ensino Médio. Terceiro Ano.
- professor, podia dar a prova com consulta.
- dou.
Os olhos brilharam. Uma aluna mais atrevida.
- e em dupla?
- pode ser.
- o senhor, por acaso, vai fazer tudo o que a gente pedir?
- vou.
Formou-se uma rápida confabulação no fundo da sala. A “advogada” da turma;
- e se a gente pedir pra levar a prova pra casa e só trazer outro dia já respondida?
- pode ser.
Metade da turma exultou, metade achou que eu estava “tirando”. Um grupinho ficou amuado desconfiado.
Semana seguinte, última quarta, entreguei a prova: sete páginas de texto, uma única questão, diferente para cada aluno.
Nunca houve tanto silêncio naquela sala.
Claro que não será feito nada para prejudicá-los, foi só por diversão. Mas que diversão…
Após críticas de colegas à situação política no RJ, Luiz Fux se dirigiu aos pares no STF, citou o mensalão, a Lava Jato, a Farra do INSS e o caso do Banco Master.
E aí completou:
“Se esses políticos (do RJ) tiverem que ir para o inferno, vão acompanhados de altas autoridades”